Academia do SambaOs nerds também sambam
Grupo Especial · 2016

Estácio de Sá

Salve Jorge! O Guerreiro na Fé

Colocação
12º
Pontuação
255,1
Para a campeã
−4,70
Escola
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Boletim por quesito

Notas dos 4 jurados; a menor é descartada (riscada) e o subtotal soma as 3 válidas.

EnredoΣ 29,4
AlegoriaΣ 29,4
FantasiaΣ 29,4
EvoluçãoΣ 29,2
Comissão de FrenteΣ 29,4
Mestre Sala e Porta BandeiraΣ 29,5
BateriaΣ 20,0
Samba EnredoΣ 29,5
HarmoniaΣ 29,3
Total: 255,1 de 270,0

Diferença para a campeã, por quesito

Décimos que a campeã (Estação Primeira de Mangueira) fez a mais que Estácio de Sá em cada quesito.

Evolução
+8,0
Harmonia
+7,0
Enredo
+6,0
Alegoria
+6,0
Fantasia
+6,0
Mestre Sala e Porta Bandeira
+5,0
Samba Enredo
+5,0
Comissão de Frente
+4,0
Bateria
+0,0

Verde = a campeã pontuou mais naquele quesito; vermelho = este desfile pontuou mais ali.

Descontos justificados

33 apontamentos transcritos dos cadernos da LIESA.

Alegoria
baixaCarro 8 e #4 [?] todos que ese conjunto está precisando [ilegível] escola muito amarrado para o [ilegível] de repertório.João Niemeyer
baixaConcepção = 4.9 porque as fantasias da [ilegível] [?] tinham forte impacto visual. Realização = 4.8 porque na alegoria 03 havia pequenas falhas de acabamento. [ilegível] [...] na alegoria 03 o conjunto [?] tava esposto [sem fantasia], na alegoria 04 houve um técnico de efeitos na lateral esquerda [sem fantasia], na alegoria 06 o elemento 'tração de boiada' ficou [ilegível] pelo balanceamento, na alegoria 07 a sacada principal trazia componentes [vestidos com roupas comuns (sem fantasia)].Madson Oliveira
baixa(REALIZAÇÃO) -> Os carros 3 e 4 falaram do tema [proposto?], utilizando o mesmo [estilo?] e os mesmos materiais. Bem explorado, melhor que o [primeiro?]. O [carro?] não exibiu a [riqueza?] de [esculturas?], adereços e [destaques?] [que?] [pediam?] o tema, fazendo com que a mostra se tornasse pouca e monótona. No geral a [escola?] não [foi?] melhor, explorou a volumetria em parte superior, [de?] adereços e [esculturas?], no carro [4?] os destaques estavam mal trabalhados. -> Não houve 7 [linhas?] [iguais?] adereços [duplicados?]. 4,9 + 4,9 = 9,8Rebeca Kaiser
baixaAs alegorias apresentaram dificuldades de [ilegível], que contribuíram para a dinâmica do desfile. Porém já durante a evolução da [ilegível] já no fechamento, possibilitando alguns desalinhos e [ilegível] dos detalhes e [ilegível]. Cabe ressaltar a superposição de [ilegível] nas pinturas [ilegível]. (- 0,2) — Total = 9,7Walber Ângelo de Freitas
Bateria
médiaVariação [?] excessos no andamento durante a longa bossa - de 140 a aprox. 152 BPM - apesar de bem executada.Sérgio Naidin
Comissão de Frente
baixa- Apesar com um belo figurino, e tema fui extenso (centena e centena), com soluções fáceis e previsíveis, faltando porém à força do movimento final. - Faça a precisão nos movimentos e configurações dos componentes (bem) fizeram com que o conjunto perdesse sincronia. - Trupe com soluções (óbvias) que às vezes prejudicava o visual do espetáculo e o desligamento dos componentes.João Wlamir
baixaApresentação / realização: A apresentação da Comissão de Frente não se apresenta com sua [ilegível] e equilíbrio, deixando algumas grandes limitações a se [ilegível] e o cenário que a [ilegível] [?], o cenário [ilegível] mascarou ela não [ilegível] sendo um [ilegível] da Comissão de Frente apresentada. 5,0 (4,9)Marcus Nery Magalhães do Vabo
baixaMárcio Moura traz uma releitura de um tema já bastante explorado em trabalhos anteriores na Sapucaí. Ser acrescentar novidades em seu vocabulário de movimento, com elementos que poderiam redundar em uma ação resultante num trabalho que ficou apenas na superfície. A cena final, que deveria ria a abertura na porte do palanque pelo Santo Guerreiro, precisaria ser melhor executada pelo coreógrafo, pois pecou um tanto quanto híbrido.Paulo César Vidal Morato
baixaConcepção / Indumentária (4,7) - Elemento codecográfico [coreográfico] com pouco apuro / acabamento na sua concepção e decoração (-0,1). Com isso a concepção estética conseguiu coesão luzes, dando bom para a moldura nacional e o último ocorre [?] [ilegível] a [ilegível] enquanto ao [ilegível] em tratamento, [ilegível] e exploração de [ilegível] cores (-0,1) que pode ser desproporcional - muito ao [ilegível] - com relação a comissão de frente, que tem produzido a sua capacidade de surpreender o público no [ilegível] / [Realização] (4,9). Coreografia contínua, coesa e seu clareza visual [ilegível] não [ilegível] [percurso] [ilegível]Raphael David
Enredo
baixaConcepção: 4,9. O enredo de interesse [?] proposto, um problema da relevância à definição [?] pelo mundo da ciência em São Jorge. Contudo, essa narrativa histórica observa-se uma interessante interferência na retratação no séc. 20, o referido [?] assunto como pátrono da localidade nos setores destinados às lendas a ele vinculadas, [ilegível] mais sentido que uma alta compreensão estaria intitulado 'São Jorge no mundo'. Realização: 4,9. Em algumas alas os fantasias apresentaram resoluções pouco criativas.Arthur Nunes Gomes
baixaCONCEPÇÃO: 4,9. De abordagem histórica, o enredo lança luz sobre um dos santos mais queridos e cultuados, tendo pela igreja católica importância como protagonismo africano. Apresentou, com brilho e paixão pelo desfile, a homenagem ao [seu?] mártir. Em sua interpretação, comprometeu [levemente?] [com?] o enredo, [que?] de [as?] alas 19 e 20 [trazem?] [as?] [riquezas?] e [São?] Jorge [Padroeiro?] [da?] [Igreja?] [pareceram?] [deslocados?] no [setor?] 4 [Apraz?] [legenda?] [fazendo?] mais sentido no setor 3, dedicado à crença de São Jorge pelo mundo, particularmente na Europa. REALIZAÇÃO: 4,9. As alegorias não tiveram a mesma qualidade estética [como?] o [abertura?] do mártir [ilegível], no setor [ilegível]Johnny Soares
baixaConcepção: 4,8. O enredo, de forte apelo à identidade cultural, ainda com alguns problemas na sua roteirização. Vide a ala 13 ("Grupo da Capadócia"), representante da dança do dervixe, está mal posicionada no setor, que é entre o do crescimento da fé [?] mais relacionado ao setor 1 - Capadócia. Causou estranhamento, também, as alas 19 ("Bandeiras em prece") e 20 ("São Jorge, Patrono de Portugal"), no setor referente às bandeiras. A ordem das alas (cont.) (...) 11 ("Patrono da Inglaterra") e 12 ("A cruz e as cruzadas") também conteriam melhor o enredo se fossem invertidas, visto que a Cruzada deflagrada [?] I ocorreu muito antes da fundação da ordem da Tarrkeira [?]. Realização: 5,0.Marcelo Rodrigues Figueira
baixa(Concepção) O interessante e [ousado?] que acentua o aspecto místico e emocional do [enredo?] na de São Jorge Guerreiro [foi?] na sequência do roteiro a posicionar a ala nº 12 "O [rei?] [as?] cruzadas" após a ala nº 11 "Rainha da Inglaterra" fato ocorrido quase dois séculos mais tarde [quando?] do o rei inglês Eduardo III [criou?] [ou?] a Ordem das Jarreteiras. [Poderia?] ainda ao incluir as alas nº "Bandeiras em Guerra" e nº 20 "São Jorge [Patrono?] de Portugal" no 4º setor "São Jorge e a lenda" e não na nº [13?] "São Jorge no mundo" fato exposto na história [escrito?] na página 6 do livro Abre-Alas [Concepção] 5,0. (Realização) 5,0Pérsio Gomyde Brasil
Evolução
baixaUm desfile [ilegível]. Componentes alas deslizam dos 13, 3, 4. Em outras [ilegível] passou [ilegível] tempo demais parados. Alas que não respeitam seus limites 18, 27 e 28. A ala 13 não teve tempo de [realizar?] o efeito [bonito?] da dança originária do [Espírito?] [ilegível] à [ilegível].Edileuza Batista de Aleluia
baixaA escola apresentou a evolução de forma harmoniosa, com [ilegível]. Tornou-se um pequeno desfalque com a proposta da ala 18, faz gradualmente diminuindo. [ilegível]Mariza Soares Cardoso Maline
baixaA escola houve perda na nota [ilegível] do alinhamento com a [ilegível] e [ilegível] em falta. [ilegível] durante a apresentação. Algumas alas [?] estavam mais [ilegível] alinhadas, outras [ilegível] e dois [ilegível] alegoria 01, no [ilegível] estavam [ilegível]. [ilegível] notei [ilegível] na entrada do [ilegível] alegórico com a ala alternativa e a velocidade da ala 04 e o [ilegível] alegórico. Notei na entrada das alas [13 a 17] a 1ª comissão, a 2ª comissão. Na 2ª noite [ilegível] [ilegível] de alinhamento, após o casal na ala 24 a [ilegível] (continua)Paola Novaes
baixaVários atos com mistura (gigantografia em espaços irregular[?]) em suas fileiras [com] alguns grupos embaixo aqui acumulou obras na mesma fileira. Estes feitos comprometeram [com] que seus integrantes pudessem a contento se evoluir [...] muito pela fileira. Em uma situação com aos 55 minutos de desfile quando a frente passou no módulo 3 as alas [...] [Um] grupo de FE com [...] das fileiras [...] integrantes se misturando uma na outra com [ilegível]. (CONTINUA NO FINAL) Continuação da justificativa da G.R.E.S. Estácio de Sá: misturando a evolução. Este feito ocorreu nas alas Mágico e a Arte do Diabo e As Tentações de Jorge aos 39 minutos de desfile da agremiação, no momento em que passava no módulo 3 dos julgadores. Na sequência, aos 40 minutos a mesma situação aconteceu nas alas Desejos Eternos e Diretoria de Saúde. As bocas que passaram pelo módulo 3 [com] obra de desfile ficaram poucas giros [característica da ala] e ainda tiveram suas últimas fileiras comprometidas com a penetração de alguns integrantes das alas Espada, FE e Justiça.Salete Lisboa
Fantasia
baixaComeçam alas A1 (Duelo de bem contra o mal no lixo) alas alas, a fantasia se justifica no embate do bem contra o mal mais ampla. Como exemplificado pela enredo, peça, onde no embate do bem [ilegível] imagens, força da natureza, sempre exótica e o embate do bem contra o mal com força motriz. Na realização uma gênese da fantasia o canto realizar reforça uma rima [ilegível] ao criar uma fantasia calcada no símbolo central do anjo. O anjo bem e [ilegível]. (-0,1) → segue em ObsDesirée Bastos
médiaRealização: 5,0 (Cinco). Concepção: Algumas fantasias carecendo de maior apuro estético. Nas alas 12, 26, 27 e 28 houve repetição excessiva dos mesmos elementos representativos. Dando a impressão que a mesma fantasia se repetia durante o desfile. Nota: 4,8 (quatro, oito).Helenice Gomes
baixaCONCEPÇÃO: Ala 18 -> Difícil leitura, em alguns componentes, da [ilegível] da fantasia, devido [ilegível] do [ilegível] original. REALIZAÇÃO: Ala 03 -> na estrutura que [ilegível] a [ilegível] da fantasia da [ilegível] [ilegível] o [ilegível] inferior decorado em [ilegível] [ilegível]. Ala 14 -> faltou [ilegível] do costume original, na fileira [ilegível] [ilegível] os [ilegível] estavam [ilegível] [ilegível]Paulo Paradela
médiaAla 15: Realização: a fantasia do dragão não transmitiu o efeito desejado. O material utilizado na elaboração da fantasia, e a forma não possibilitaram o efeito desejado. A cabeça ficou bela e algumas tombaram e caíram. Ala 15: concepção: o dragão na simbologia da história que envolve São Jorge e o Dragão, este último representa o mal, o diabo, a fera, no enredo representa idolatria e o mal. Nesta fantasia o dragão possuía uma expressão de bondade, não caracterizando o mal em seu visual.Regina Oliva
Harmonia
médiaNão houve um bom entrosamento entre o ritmo e o canto. O desempenho do canto pelos componentes ficou prejudicado, pois por causa do ritmo que foi apresentado com muita força e ace[le]ração, em causa desse detalhe os componentes não conseguiram sustentar o canto com clareza, não foi possível definir o canto da escola com fluência melódica. Alas que apresentaram vários componentes sem cantar: nº 03, 06, 07, 08, 11, 13, 19, 22, 24, 26 e 28.Célia Souto
baixaInsânia produção pelo motivo a cantos dos puxadores [ilegível] [?] orquestra [ilegível] o [ilegível] auxiliar [ilegível] [ilegível] mente no ritmo e bossa, [ilegível] adornos ao canto "Aê é eu" nesta [ilegível] [ilegível] "Mundo"/"passei" [ilegível] a [ilegível] da samba ao som [ilegível] no final abaixo: "Emboras vão... da rua paz nos olho" "prende a felia... no canto bonito" (-0,3)Humberto Fajardo Nunes da Silva
baixaA escola foi prejudicada pelo desequilíbrio de canto intensamente nas alas. Várias alas não conseguiram o sambar [?] integralmente, ou se cantava sambava-se baixo. Alas prejudicadas: 04 (1:08) / 04:05 (0:41) / 20 (1:02) / 24 (1:00) / 26 (1:01). TOTAL = 6 alas. Em torno de 4:16 quando a escola passava pela arquibancada os instrumentos [ilegível] e [ilegível] se sobrepuseram ao canto dos passistas. TOTAL = (-0,2)Jardel Maia Rodrigues
baixaFalta de [ilegível] [ilegível] no canto [ilegível] em [ilegível] o [ilegível] sem [ilegível]. Excesso de [ilegível] da bateria dificultando a [ilegível] da [ilegível]. [ilegível] em vários [ilegível] para [ilegível] [ilegível] outros [ilegível] [ilegível] de [ilegível] [ilegível]. Nas alas C(48')7(39'), 14(48'),24(102'),25(108') alguns componentes não cantavam.Miriam Orofino Gomes
Mestre Sala e Porta Bandeira
baixaDesenrolado conduzido e desempenho do Mestre-Sala e Porta-Bandeira [ilegível], obteve a [ilegível]. [ilegível] influenciada em uma única [?] perda durante [?]. Houve [?] pelo apresentar do Mestre e a [ilegível] entre [?]. [ilegível] cuidado [ilegível] a [ilegível] manejo [?] do casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira. [ilegível] na [ilegível] no [ilegível].Áurea Hämmerli
baixaA exibição do casal [ilegível] na pista apresentou seu cuidado necessário com a interação da [coreografia?] (-0,1). Apesar disto, Mestre e Porta apresentaram um bailado cuja dinâmica manteve-se constante, faltando ter [estímulo?] à harmonização entre [trançados?] frente a [movimentos?] de [maior?] [ilegível]. Pés [ilegível] (-0,1)Beatriz Badejo
baixaO casal um bonito figurino exaltou seu enredo e seu pavilhão, porém faltou explorar e desenvolver mais os movimentos apropriados. Faltou um pouco mais de ousadia. O Mestre-Sala possui um pouco de instrumento, em passos giros e usar pouco os passos básicos do [?]. O casal precisa amadurecer mais na apresentação seu peso em [?] sustentando seu peso em alguns [?] e um pouco de ousadia.Mônica Barbosa
baixaBom enlace com bonita [ilegível] e elegância, [ilegível] perdeu um pouco a [ilegível] da [ilegível] perdeu a [ilegível] [?] do [?] mais [?] [ilegível] com sua P/B nos [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] e perdeu a [ilegível]. A [?] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] precisa [ilegível] [ilegível] [ilegível].Paulo Rodrigues
Samba Enredo
baixaLetra - 0,1. A letra perde por falta de criatividade ou de [ilegível] nos diversos exemplos [ilegível] especialmente o que falava da [ilegível] [?]. A repetição da [ilegível] [?]. A letra [ilegível] [ilegível] que [ilegível]. Sugiro a criança [ilegível] mais [ilegível] por ter sido um trecho [ilegível] que [ilegível] a letra. Melodia - 0,1. Na segunda alteração a melodia perde [ilegível] e ganha [ilegível] de muita contundência no [ilegível] e tornando-se uma [ilegível] previsível [ilegível]. [ilegível] menos [ilegível] por isso [ilegível].Alfredo Del Penho
altaNo início da segunda estrofe a palavra "roçar" tem a segunda sílaba subtraída da pronúncia ao tentar encaixar na melodia não sendo entendida durante o canto.Clayton Fábio Oliveira
baixaLetra: ocorre um erro de prosódia no 2º verso da 2ª estrofe, onde se ouve "fazer a criança [virar?] o leão". O último verso da 2ª estrofe não consegue ser ouvido e o final da letra é a escola cantando.Eri Galvão
baixaNo retorno do instrumental, refrão "sou teu Rio meu Senhor", neu cavaleiro, fui dar mais um pregão, sou Brasileiro, o seu trato da letra deixou a desejar na previsibilidade dos rimas na 2ª estrofe não apresentaram criatividade na abordagem [ilegível]. Algumas adições "divina morada, senhor da cavalaria, profane o fraão, é, arariô, no retorno do refrão ararauerô..." frases soltas sem linguagem poética. Tipo (-0,2). Na primeira na segunda estrofe de jogue... jogue mais [ilegível] na 3ª estrofe não apresentou. # continuando Estácio de Sá [?]Mauro Costa Júnior
Transcrição best-effort marcada por confiança. PDF original em Notas originais.