Jurado · Rio · Comissão de Frente
Paulo César Vidal Morato
2006–2020 · Carnaval do Rio (LIESA)
Cédulas
188
notas atribuídas
Média de décimos descontados
0,16
por cédula
Severidade
-0,06
Mais rigoroso
Perfil de severidade
Quanto a nota média deste jurado se afasta da média geral do seu quesito.
Mais rigorosoEm média desconta 0,06 a mais que os colegas de Comissão de Frente.
›Severidade compara médias históricas; não indica erro de julgamento, e sim estilo relativo ao painel.
Notas mais fora da curva
100 cédulas · ordenadas pelo maior desvio em relação à média do painel
| Ano | Escola | Quesito | Nota | Média do painel | Desvio |
|---|---|---|---|---|---|
| 2006 | Acadêmicos da Rocinha | Comissão de Frente | 9,3 | 9,7 | -0,38 |
| 2013 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | 9,5 | 9,7 | -0,23 |
| 2013 | Portela | Comissão de Frente | 9,5 | 9,7 | -0,23 |
| 2012 | Unidos do Porto da Pedra | Comissão de Frente | 9,5 | 9,7 | -0,23 |
| 2014 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | 9,5 | 9,7 | -0,20 |
| 2013 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | 9,9 | 9,7 | +0,20 |
| 2013 | Acadêmicos do Grande Rio | Comissão de Frente | 9,7 | 9,9 | -0,20 |
| 2012 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | 9,6 | 9,8 | -0,18 |
| 2009 | Acadêmicos do Grande Rio | Comissão de Frente | 9,7 | 9,9 | -0,18 |
| 2008 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | 9,7 | 9,9 | -0,18 |
| 2011 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | 9,8 | 10,0 | -0,16 |
| 2015 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | 9,8 | 10,0 | -0,15 |
| 2014 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | 9,8 | 10,0 | -0,15 |
| 2013 | São Clemente | Comissão de Frente | 9,5 | 9,7 | -0,15 |
| 2012 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | 9,7 | 9,9 | -0,15 |
| 2007 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | 9,8 | 10,0 | -0,15 |
| 2006 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | 9,8 | 10,0 | -0,15 |
| 2011 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,14 |
| 2019 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,13 |
| 2018 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | 9,7 | 9,8 | -0,13 |
| 2012 | União da Ilha do Governador | Comissão de Frente | 10,0 | 9,9 | +0,13 |
| 2009 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | 9,6 | 9,7 | -0,13 |
| 2006 | Império Serrano | Comissão de Frente | 9,7 | 9,8 | -0,13 |
| 2019 | São Clemente | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,10 |
| 2019 | União da Ilha do Governador | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,10 |
| 2018 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,10 |
| 2016 | São Clemente | Comissão de Frente | 10,0 | 9,9 | +0,10 |
| 2016 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,10 |
| 2016 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,10 |
| 2015 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | 9,7 | 9,8 | -0,10 |
| 2015 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | 9,9 | 9,8 | +0,10 |
| 2015 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,10 |
| 2014 | Império da Tijuca | Comissão de Frente | 9,5 | 9,6 | -0,10 |
| 2013 | União da Ilha do Governador | Comissão de Frente | 9,6 | 9,7 | -0,10 |
| 2013 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,10 |
| 2012 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | 9,7 | 9,8 | -0,10 |
| 2011 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | 9,7 | 9,8 | -0,10 |
| 2011 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | 9,7 | 9,8 | -0,10 |
| 2010 | Unidos do Porto da Pedra | Comissão de Frente | 9,8 | 9,7 | +0,10 |
| 2010 | Portela | Comissão de Frente | 9,7 | 9,8 | -0,10 |
| 2010 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,10 |
| 2009 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,10 |
| 2006 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,10 |
| 2006 | Unidos do Porto da Pedra | Comissão de Frente | 9,9 | 9,8 | +0,10 |
| 2006 | Portela | Comissão de Frente | 9,6 | 9,7 | -0,10 |
| 2020 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2020 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2010 | Unidos do Viradouro | Comissão de Frente | 9,8 | 9,7 | +0,08 |
| 2010 | Acadêmicos do Grande Rio | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2019 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | 9,7 | 9,8 | -0,08 |
| 2019 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,08 |
| 2019 | Portela | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,08 |
| 2018 | Paraíso do Tuiuti | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2018 | Acadêmicos do Grande Rio | Comissão de Frente | 10,0 | 9,9 | +0,08 |
| 2018 | Acadêmicos do Salgueiro | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2018 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2017 | Acadêmicos do Grande Rio | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2017 | Acadêmicos do Salgueiro | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2017 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2016 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2016 | Acadêmicos do Salgueiro | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2014 | Acadêmicos do Grande Rio | Comissão de Frente | 10,0 | 9,9 | +0,08 |
| 2014 | Acadêmicos do Salgueiro | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2014 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | 9,7 | 9,8 | -0,08 |
| 2014 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | 9,6 | 9,7 | -0,08 |
| 2013 | Inocentes de Belford Roxo | Comissão de Frente | 9,6 | 9,7 | -0,08 |
| 2013 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2012 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2009 | Unidos do Viradouro | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2008 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,08 |
| 2007 | Estácio de Sá | Comissão de Frente | 9,8 | 9,7 | +0,08 |
| 2007 | Império Serrano | Comissão de Frente | 9,8 | 9,7 | +0,08 |
| 2007 | Unidos do Viradouro | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2007 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | 9,9 | 9,8 | +0,08 |
| 2007 | Portela | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2007 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2006 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2006 | Unidos do Viradouro | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,08 |
| 2020 | Unidos do Viradouro | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,06 |
| 2020 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,06 |
| 2020 | Portela | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,06 |
| 2011 | São Clemente | Comissão de Frente | 9,8 | 9,7 | +0,06 |
| 2011 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,06 |
| 2011 | Acadêmicos do Salgueiro | Comissão de Frente | 10,0 | 9,9 | +0,06 |
| 2010 | Acadêmicos do Salgueiro | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,06 |
| 2010 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,06 |
| 2019 | Unidos do Viradouro | Comissão de Frente | 10,0 | 10,0 | +0,05 |
| 2018 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | 9,9 | 9,9 | +0,05 |
| 2018 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | 9,9 | 9,9 | +0,05 |
| 2017 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,05 |
| 2017 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | 9,8 | 9,9 | -0,05 |
| 2017 | União da Ilha do Governador | Comissão de Frente | 9,9 | 9,9 | +0,05 |
| 2016 | Estácio de Sá | Comissão de Frente | 9,8 | 9,8 | +0,05 |
| 2015 | União da Ilha do Governador | Comissão de Frente | 10,0 | 10,0 | +0,05 |
| 2014 | São Clemente | Comissão de Frente | 9,8 | 9,8 | +0,05 |
| 2014 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | 9,9 | 9,9 | +0,05 |
| 2014 | União da Ilha do Governador | Comissão de Frente | 9,9 | 9,9 | +0,05 |
| 2014 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | 9,9 | 10,0 | -0,05 |
| 2013 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | 10,0 | 10,0 | +0,05 |
| 2012 | Renascer de Jacarepaguá | Comissão de Frente | 9,7 | 9,7 | +0,05 |
Justificativas transcritas
155 apontamentos com perda de nota
| Ano | Escola | Quesito | Conf. | Justificativa (transcrição) |
|---|---|---|---|---|
| 2006 | Acadêmicos da Rocinha | Comissão de Frente | alta | 1) Falhas de sincronismo de movimentos na exibição da coreografia (-0,5 Pts) 2) Carência de criatividade e pouco impacto visual (-0,1 Pts) 3) Simplicidade excessiva na confecção da indumentária (-0,1 Pts) |
| 2006 | Acadêmicos do Salgueiro | Comissão de Frente | alta | 1) Pequenas falhas de sincronismo de movimentos na exibição da coreografia (-0,1 Pts) |
| 2006 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | média | 1) Carência de criatividade e pouco impacto visual, sem uma proposta inovadora no que diz respeito à sua apresentação sem grande impacto e emoção (-0,2 pontos) |
| 2006 | Caprichosos de Pilares | Comissão de Frente | alta | 1) Pequenas falhas de sincronismo de movimentos na exibição da coreografia (-0,1 pontos) 2) Carência de criatividade e pouco impacto visual (-0,1 pontos) 3) Simplicidade excessiva na confecção da indumentária (-0,1 pontos) |
| 2006 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | alta | 1) Simplicidade excessiva na confecção da indumentária dos bailarinos e no acabamento/decoração da alegoria principal (-0,1 pontos) |
| 2006 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | alta | 1) Pequenas falhas de sincronismo de movimentos na exibição da coreografia (-0,1 pontos) |
| 2006 | Império Serrano | Comissão de Frente | média | 1) Falhas de sincronismo de movimentos na exibição da coreografia (-0,1 pontos), foram pequenas. 2) Poucas variações de movimentos, que além de serem pouco inovadores, não apresentaram impacto visual e não transmitiram emoção (-0,2 pontos) |
| 2006 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | alta | 1) Carência de criatividade e pouco impacto visual no todo da apresentação (-0,2 pontos) |
| 2006 | Portela | Comissão de Frente | média | 1) Pequenas falhas de sincronismo de movimentos na exibição da coreografia (-0,1 ponto) 2) Carência de criatividade e pouco impacto visual (-0,2 Pts) 3) Perda de parte da indumentária de um dos componentes, representado por um braço inteiro, perda essa ocorrida a 10 metros antes do módulo 2, e com aproximadamente 80 minutos de desfile (-0,1 ponto) |
| 2006 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | alta | 1) A coreografia mostrou-se com pouco impacto visual, comprometendo o todo da apresentação (-0,2 pontos) |
| 2006 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | alta | 1) Pequenas falhas de sincronismo de movimentos na exibição da coreografia (-0,1 Pts) 2) Simplicidade excessiva na confecção da indumentária (-0,1 Pts) |
| 2006 | Unidos do Porto da Pedra | Comissão de Frente | alta | 1) Pequenas falhas de sincronismo de movimentos na exibição da coreografia (-0,1 ponto) |
| 2006 | Unidos do Viradouro | Comissão de Frente | média | 1) Pequenas falhas de sincronismo de movimentos na exibição da coreografia (-0,1 Pts) Obs: Houve um momento isolado em que um dos guarda-chuvas vermelho não abriu, destoando dos demais; logo depois retornou ao normal. |
| 2007 | Acadêmicos do Grande Rio | Comissão de Frente | média | Pequenas falhas de sincronismo de movimentos na exibição da coreografia, em especial nas formações das formigas com as laranjas infláveis (-0,1). |
| 2007 | Acadêmicos do Salgueiro | Comissão de Frente | média | Embora a concepção fosse boa, faltou algo mais em termos de ousadia e impacto visual, não transmitindo emoção suficiente no resultado final (-0,1). |
| 2007 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | média | Embora com muitos elementos (12 axbás[?], 1 rei, 1 rainha e 1 exú de conexão), faltou algo mais em termos de ousadia, proposta inovadora e impacto visual, não transmitindo emoção suficiente no resultado final (-0,1). |
| 2007 | Estácio de Sá | Comissão de Frente | média | Pequenas falhas de sincronismo de movimentos na exibição da coreografia, em especial atrasos e confusão quando da troca de roupa e saída de dentro da alegoria (-0,1). Queda do chapéu com plumas de um dos componentes, além da queda de um outro componente que estava em cima da alegoria, quase sendo atropelado pela mesma e prejudicando a apresentação como um todo (-0,1). |
| 2007 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | média | Pequenas falhas de sincronismo de movimentos na exibição da coreografia, em especial nos movimentos sinuosos de formação do cardume (-0,1). Embora a concepção fosse boa, faltou algo mais em termos de ousadia e criatividade, não transmitindo emoção suficiente no resultado final (-0,1). |
| 2007 | Império Serrano | Comissão de Frente | média | Carência de criatividade e ousadia, além de pouco impacto visual (-0,1). Poucas variações de movimentos no desenho da coreografia (-0,1). |
| 2007 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | média | Poucas variações de movimentos no desenho da coreografia (-0,1). Pequenas falhas no acabamento/decoração da alegoria principal da comissão, demonstrando pouco apuro e cuidado (-0,1). |
| 2007 | Portela | Comissão de Frente | média | Simplicidade excessiva no acabamento/decoração da alegoria principal (frontão), demonstrando pouco apuro e cuidado (-0,1). |
| 2007 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | média | Pequenas falhas de sincronismo de movimentos na exibição da coreografia (-0,1). Embora a ideia núcleo fosse criativa, não foi tão bem explorada e desenvolvida, comprometendo o todo da apresentação (-0,1). |
| 2007 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | média | Embora a concepção fosse boa, faltou algo mais no impacto visual, não transmitindo emoção suficiente no resultado final (-0,1). |
| 2007 | Unidos do Porto da Pedra | Comissão de Frente | média | Pequenas falhas de sincronismo de movimentos na exibição da coreografia (-0,1). |
| 2007 | Unidos do Viradouro | Comissão de Frente | média | Embora a concepção fosse boa, faltou algo mais no impacto visual, não transmitindo emoção suficiente no resultado final (-0,1). |
| 2008 | Acadêmicos do Grande Rio | Comissão de Frente | alta | EXCELENTE! |
| 2008 | Acadêmicos do Salgueiro | Comissão de Frente | média | - Simplicidade excessiva no acabamento/decoração da alegoria principal (banana boat), demonstrando pouco apuro e cuidado. OBS.: Idéia bastante criativa e desenvolvida de forma clara, alegre e inteligente, com excelente linguagem cênica. Muito boa a representação da "índia" desfilando pelo calçadão da Orla. |
| 2008 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | média | - Coreografia bem executada e figurino impecável, porém previsível e linear, sem fazer uso de recursos cênicos, não trazendo novidade coreográfica e não produzindo emoção suficiente. |
| 2008 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | média | - Coreografia com muita garra, disposição e fiel aos movimentos originais do frevo, porém esgota-se em si mesma por basear-se em soluções simples, sem elementos cênicos e sem inovações coreográficas, não gerou impacto e nem novidade. - Pequenas falhas de sincronismo na construção de alguns movimentos idênticos, como por exemplo na exibição dos passos e movimentos bruscos característicos do frevo. |
| 2008 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | média | - Faltou um momento de clímax durante a exibição da coreografia, o que reduziu o impacto visual. - Coreografia bem executada e com muito movimento corporal, porém ficou tudo muito previsível e linear, soluções simples. - Considerando-se a opção da coreografa pelo movimento corporal, acredito que uma indumentária mais leve (sem armação ou roda no vestido das "Marias") teria facilitado a performance dos componentes. |
| 2008 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | média | - Faltou interação e rapidez na transformação das 2 alegorias em carruagem no final da coreografia, gerando um vácuo de tempo e prejudicando a sintonia do conjunto coreográfico. - Pequenas falhas de sincronismo na evolução dos movimentos idênticos, como por exemplo na exibição dos quatro escravos. - Rasgou o vestido azul de uma das cortesãs (membro da corte), ao prender em uma das 2 alegorias, fato esse ocorrido no final da coreografia na saída do módulo. |
| 2008 | Portela | Comissão de Frente | média | - Pequenas falhas de alinhamento e sincronismo na construção das formações, assim como na representação dos movimentos do mar. OBS.: Muito bom o efeito visual do material dos figurinos quando em movimento (lamê macarado [?]). |
| 2008 | São Clemente | Comissão de Frente | média | - Coreografia com muitas informações e personagens. Ênfase excessiva na teatralização, o que dificultou uma leitura clara de suas funções e o entendimento do expectador. - Coreografia com alguns momentos soltos e livres, mas sem preocupação com os espaços e distâncias nessas ocasiões, prejudicando a estética e harmonia final. |
| 2008 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | média | - Por caracterizar o elemento depositor dos objetos colecionáveis (máscaras), assim como ser o elemento cênico principal, o "tripé" mereceria um maior porte e luxo no acabamento. OBS.: Muito boa a performance dos dançarinos e a indumentária dos mesmos em desenho coreográfico que exigiu grande movimento corporal e esforço físico. |
| 2008 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | alta | EXCELENTE! |
| 2008 | Unidos do Porto da Pedra | Comissão de Frente | média | - Pequenas falhas de sincronismo na construção de alguns movimentos idênticos, como a exinção [exibição?] dos personagens comuns (kimono branco) quando evoluíram em frente à alegoria principal. - Faltou interação maior na troca de roupa entre os seis personagens dentro da alegoria principal, prejudicando a sintonia no conjunto coreográfico. - O personagem central vivido por Fernando Bicudo (sábio) precisa ser melhor elaborado, pois a leitura de suas funções não ficou clara para o expectador. OBS.: Muito boa a representação da "seta". |
| 2008 | Unidos do Viradouro | Comissão de Frente | alta | EXCELENTE! |
| 2009 | Acadêmicos do Grande Rio | Comissão de Frente | baixa | - Queda abrupta do personagem principal logo XIV do XXano, tendo sido recolocado em outra produção coreográfica [?manto?], prejudicando toda a beleza e sintonia do conjunto. - A queda citada pode ter causado a perda de concentração e harmonização nos demais componentes, gerando falhas de sincronismo. |
| 2009 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | média | - O regulamento é claro ao dizer que a comissão e o 1º contingente humano a pé ou sobre rodas, mas desde que individualmente. Assim, o mesmo não foi obedecido, pois durante parte do deslocamento o "carro aparelho" o mesmo transportou 4 componentes ao mesmo tempo e com eles girando na rosa dos ventos, e não individualmente. Eles teriam que descer durante o deslocamento. OBS: Muito boa a concepção da roda girando a fim de mostrar a mistura das raças, parabéns pela criatividade, ousadia e riscos envolvidos (movimentos acrobáticos). |
| 2009 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | média | - A alegoria principal (locomotiva) não foi plenamente utilizada em termos funcionais dentro da construção coreográfica, ficando um pouco sem função (apenas armazenou adereços de mão). O uso de tais recursos (alegorias) não pode ser predominantemente apenas para preenchimento de espaço ou apenas para causar impacto visual. - O conjunto da apresentação construção coreográfica não transmitiu emoção suficiente. - Simplicidade excessiva no acabamento/decoração da alegoria principal. |
| 2009 | Império Serrano | Comissão de Frente | média | - Inovadora e moderna a proposta de dar a tua vida aos cavalos marinhos com o uso dos seguintes [?], porém o resultado final em termos visuais não foi significativo. - O conjunto da construção coreográfica não transmitiu emoção suficiente. |
| 2009 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | média | - Poucas variações de movimentos no desenho da coreografia. - Faltou um momento de clímax durante a exibição. - Tempo de exibição muito curto e rápido em frente ao módulo de julgamento. - O conjunto da construção coreográfica não transmitiu emoção suficiente, sem impacto visual, sem inovação. |
| 2009 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | média | - A alegoria principal (disco voador) não foi totalmente utilizada em termos funcionais dentro da construção coreográfica, ficando um pouco sem função. Lembro que deve-se atentar que o uso desses recursos não seja apenas para preenchimento de espaço ou apenas para causar impacto visual. OBS.: Coreografia muito bem ensaiada, bastante movimentação corporal e "limpa", exigindo bastante espaço físico. A indumentária também bem de acordo com essa proposta. Parabéns! |
| 2009 | Unidos do Porto da Pedra | Comissão de Frente | média | - Pequenas falhas de acabamento na alegoria (tripé): as rodinhas do tripé estavam muito visíveis com péssimo resultado visual, assim como os tubos de onde saíam os "guardas-chuva" estavam muito salientes, e ambos mereciam uma melhor solução artística. OBS: Muito boa a representação do cérebro pulsando e das sinapses dos neurônios na rede neural. |
| 2009 | Unidos do Viradouro | Comissão de Frente | média | - Muito boa a representação da luta entre os combustíveis, assim como o excelente figurino dos bailarinos e acabamento dos dinossauros, porém a vitória dos "verdes" não ficou tão realçada e não gerou um final tão impactante. |
| 2010 | Acadêmicos do Grande Rio | Comissão de Frente | média | - Coreografia com muito movimento corporal e de alto risco em função dos malabarismos dos pandeiristas e da dificuldade de encontrá-los disponíveis no mercado hoje em dia, porém baseada em tema já bastante explorado e sem trazer novidade coreográfica. Obs: Muito boa a iluminação e efeitos especiais da alegoria. |
| 2010 | Acadêmicos do Salgueiro | Comissão de Frente | alta | - Coreografia bem executada, rica em movimentos e com boa linguagem cênica, porém o resultado final não foi impactante, a ponto de alcançar a excelência. - Falta de sincronismo e dificuldade na colocação dos capuzes por parte de alguns componentes, quando os cavaleiros medievais estilizados voltavam a ser monges. |
| 2010 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | alta | - Fantasia e alegoria (catedral) muito bonitos devido aos efeitos especiais (luzes), porém só isso não basta, pois o desenho coreográfico e a apresentação como um todo não trouxeram novidade e impacto. - A alegoria teve pouca função dentro da construção coreográfica proposta, pois em boa parte da apresentação ficava apenas compondo cenário, preenchendo espaço e chamando mais atenção que a comissão. |
| 2010 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | alta | - Simplicidade excessiva na decoração e acabamento da alegoria (piano), demonstrando pouco apuro e cuidado. - Coreografia com muita movimentação corporal, porém sem trazer novidade coreográfica. |
| 2010 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | alta | - Coreografia bem executada, rica em movimentos e com boa linguagem cênica, porém o resultado final não foi impactante ao expectador. - As "rodinhas" de locomoção dos 7 tripés estavam visíveis, e mereciam uma melhor solução artística. - Os 7 tripés não foram totalmente utilizados em termos funcionais, pois em alguns momentos compunham apenas cenário. |
| 2010 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | alta | - Tempo de exibição muito curto em frente ao módulo de julgamento, com poucas variações de movimentos no desenho da coreografia. - Coreografia com elementos de movimentação erudita visando obter uma sinergia da dança clássica na manifestação artística do carnaval, porém o resultado final não foi totalmente impactante aos olhos do expectador. |
| 2010 | Portela | Comissão de Frente | média | - Tempo de exibição muito curto em frente ao módulo, com poucas variações no desenho coreográfico. - Falhas de alinhamento e sincronismo na construção das formações clássicas da coreografia (ocupação da pista): fila indiana na vertical, circular. - Faltou um final clássico de maior impacto. - Um dos componentes se atrapalhou e perdeu tempo na desconexão do fio ligado ao tripé (browser). |
| 2010 | União da Ilha do Governador | Comissão de Frente | alta | - Desenho coreográfico simples e sem acrescentar inovação. - Faltou mais ousadia diante de um tema tão rico de possibilidades e soluções. - O resultado final não foi impactante diante dos olhos do expectador. |
| 2010 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | alta | Parabéns! Uso do ilusionismo e humor de forma bastante eficaz, com leitura imediata da mensagem pelo expectador em razão de referências ao inconsciente coletivo e total interação do mesmo com o espetáculo. |
| 2010 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | média | - Faltou interação e rapidez maior na transformação dos violões em damas de cabaré, gerando um lapso de tempo muito grande e prejudicando o resultado final. - O resultado plástico obtido após a transformação dos violões em damas não ficou bonito (elas ficaram muito pequenas), prejudicando a materialização da dama e do tema "Dança a dois" no contexto da teatralização. Obs: Muito boa a maquiagem (visagismo) dos malandros caricaturados. |
| 2010 | Unidos do Porto da Pedra | Comissão de Frente | alta | - As "rodinhas" de locomoção da alegoria e os pés dos empurradores estavam visíveis e mereciam melhor solução artística. - Simplicidade excessiva na decoração da alegoria, demonstrando pouco apuro e cuidado. - Simplicidade na confecção da fantasia da alegoria, comparando-se com outras que se apresentaram. - O resultado final não foi impactante. |
| 2010 | Unidos do Viradouro | Comissão de Frente | média | - As "rodinhas" de locomoção dos painéis estavam visíveis e mereciam melhor solução artística. - Simplicidade excessiva na decoração dos painéis, causando uma má impressão quando da abertura dos mesmos para a formação do atelier, onde todas as cenas ocorriam. - Um dos painéis se soltou dos jemais [?] durante a teatralização, e precisou ser recolocado no lugar. |
| 2011 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | baixa | Em suas assinaturas de comissões anteriores, Ozeas de Jesus vem trafegando com desenvoltura no palco da Sapucaí, porém este ano apresenta-nos um trabalho que não seduz e colore o suficiente, que dentro do imaginário do carnaval se resume em falta de ousadia e criatividade. Hoje convivemos com um público mais exigente, que quer ver nas comissões toda a sedução e deslumbramento que esses dois itens nos trazem. Coreografia com muitas informações, o que dificultou uma leitura clara de suas funções e, consequentemente, perda da coesão coreográfica. |
| 2011 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | baixa | Percebe-se que a ênfase do trabalho apresentado se dá na representação integral do tema, imprimindo uma dose de literalidade à apresentação e restringindo o desenvolvimento. Por não ter a criatividade que poderia ser alcançada, caso outra proposta coreográfica fosse adotada. A comissão usa de elementos coreográficos já bastante explorados na Sapucaí, sem acrescentar novidade/criatividade, com repetições que tornaram redundante a ação resultando num trabalho que ficou apenas na superfície. O guarda-roupa (elcênico [?]) veio todo apagado (sem luz de realce), prejudicando o efeito cenográfico. |
| 2011 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | média | Neoral tenta criar um mundo em comum entre a dança e os aspectos lúdicos da medicina, trazendo a performance de um ambiente hospitalar para a pista da Sapucaí. A peça evolui e ganha ritmo, porém há necessidade de ser feito um pequeno ajuste nessa proposta de transposição para o palco do carnaval. |
| 2011 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | baixa | Observou-se um grande distanciamento entre a ideia que o coreógrafo quiz transmitir e o trabalho coreográfico adotado, criando uma dicotomia na qual a peça fluiu igualmente em termos do positivo (o da dança que será "falha") com o público usando o movimento. Observou-se que os figurantes não estavam preparados, fisicamente e totalmente absortos na linguagem do coreógrafo, pois ocorreram alguns choques entre eles, além de quedas/desmaios que ocaltaram [?] a retirada de três deles. |
| 2011 | São Clemente | Comissão de Frente | média | Caio Nunes abre a noite com um tema provocativo, porém com o desenvolar da peça a proposta não fica clara aos olhos do expectador, resultando num trabalho desestruturado, ambíguo e sem clareza na movimentação e na linguagem gestual. É preciso ser consciente de que o processo de criação em dança vai muito além de uma simples sequência de passos. Coreografia com muitas informações e personagens. O guarda-roupa utilizado teve pouca função dentro da proposta coreográfica proposta, servindo apenas o ser depositário dos acessórios utilizados (bolsa, guarda-sóis e bicicletas). |
| 2011 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | baixa | Ao contrário de anos anteriores em que criatividade e ousadia foram a tônica de suas assinaturas, Misáliuís apresenta um trabalho comum e sem impacto em quem assiste. Ao mesmo tempo em que o espetáculo não ganha ritmo e não consegue ter um fechamento clássico, um ponto de clímax. Uma maior e melhor exploração dos objetos em cena ou uma outra abordagem de desenvolvimento dariam um resultado visual mais coeso e robusto coreograficamente. Obs.: muito boa a performance de T. Pacang [?] como Medusa, caracterizando bem o talento e a transformação de donzela em monstro, mostrou que além de bonita é talentosa. |
| 2011 | Unidos do Porto da Pedra | Comissão de Frente | baixa | Alice Arja apresenta um trabalho com um campo profícuo para estudo, pois procura unir dança e teatro, porém ainda confuso em termos de linha narrativa, caracterizando uma certa dose de experimentação, coisa natural para esse tipo de processo investigativo. Como em dança tudo acontece no "corpo" e, sem falas para ajudar como no teatro, a mensagem passou incompleta, assim como o pouco impacto no expectador. Mas valeu pela investigação e pesquisa, mostrando que algumas questões conceituais na dança podem ser resolvidas. |
| 2012 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | baixa | Fábio de Melo apresenta um trabalho muito baseado na ambientação cenográfica (alegoria em pagca [?]) em detrimento da coreografia em si. Além disso, a narratividade começou bem, mas depois se perdeu, e o final ficou confuso. A espetáculo [não] ganhou ritmo e [não] apresentou momento de impacto. Dificuldade na operacionalização na saída do corpo da serpente dentro da alegoria, logo no início da apresentação, o que prejudicou a coesão coreográfica. |
| 2012 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | baixa | Jaime Aroxa assina seu trabalho c/ elementos e células coreográficas já vistos em criações anteriores na Sapucaí, trazendo-o p/ trilhas marcadas por memórias e recorrências. Infelizmente, isso nos leva a um congelamento de ideias, que embora favoreça o coreógrafo ao trilhar caminhos onde já domina e reduza seus riscos, [não] cabe mais no cenário exigente atual das comissões, e [não] encontra ressonância satisfatória no público ([não] impacto). O espetáculo [não] ganhou ritmo. O uso de clichês coreográficos se esgarça e enjoa a cena. |
| 2012 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | média | Coreografia bem executada, bem figurino, e c/ muita movimentação corporal, porém literal e linear, somente tendo um melhor momento quando os "meninos" giram no carrossel. A alegoria (carrossel) merecia um melhor acabamento plástico, assim como mais luzes de realce, em razão de sua importância na narrativiidade, o que daria um excelente efeito visual. |
| 2012 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | baixa | Renato Vieira apresenta-nos um trabalho c/ uma sobreposição de informações, que acaba embaçando os corpos que dançam e tirando o foco do objetivo de apresentar um espetáculo criativo e de comunicação imediata. Nisso a tradução se perde no gesto e no movimento, a [não] avança, descompassos se revela pouco orgânico e eficiente espetacular [?]. A alegoria ficou um pouco sem função no contexto da apresentação. Alegoria merecia um melhor acabamento plástico. |
| 2012 | Portela | Comissão de Frente | média | Márcio Moura apresenta-nos uma concepção interessante, mas pecou por [não] ter ido mais fundo na sua proposta coreográfica, que ele apenas insinua. O pequeno vocabulário de movimentos, o uso de clichês coreográficos e a heterogeneidade técnica dos dançarinos devido a maturidade e formações diversas, [não] permitiram que a sua proposta final alcançasse um todo orgânico. Ressalte-se o surgimento da personagem "Clara Nunes" como um excelente ponto de partida final. Falhas no acabamento da alegoria principal. |
| 2012 | Renascer de Jacarepaguá | Comissão de Frente | média | Alice Arja desenvolve a sua pesquisa coreográfica experimentando novas possibilidades de relação entre dança e pintura, no caso o mundo de R. Brito. Mas as cenas em estado latente, o uso das cores como recurso metalinguístico [não] funciona a contento, resultando numa pueril justaposição de elementos. A dança sucumbe a esse emaranhado e [não] se constrói, enquanto a pintura se torna mero adereço. [No] emplogo [emprego?] faltou um ponto de clímax e impacto, que [não] foi conseguido c/ a formação da palavra "Renascer" ao final da coreografia. |
| 2012 | São Clemente | Comissão de Frente | baixa | Cláudia Mota tenta nos contar sua concepção do enredo lançando mão da combinação entre dança, teatro e pantomima, mas esbarra na dificuldade da narrativa quando esta [não] consegue unir a codificação dos gestos com a perfeita execução do movimento, como o sucesso das expressões pantomímicas dependem da sutileza e da força comedida nos gestos, a narratividade p/o público ficou comprometida. Mas valeu pela tentativa e coragem da coreógrafa, ao assumir tamanho riscos em sua 1ª assinatura no grupo especial. A alegoria merecia um melhor acabamento plástico. |
| 2012 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | baixa | Marcelo Misailidis apresenta-nos um trabalho bastante criativo c/ uma boa narratividade, características que são as alicerces de uma boa com. de frente. Apenas peca ao [não] explorar por mais tempo a com. de frente do jurado, na cena em que os nativos entram na alegoria e ficam aparecendo e desaparecendo junto c/ os animais na mata (selva). De pronto foi feito ficou a sensação, em quem assiste, de que faltou algo. Se de quebrar viras, c/ um impacto perfeito e total perfeita c/ a saída do corpo da serpente [?] ... [não] foi alcançado, com um encadeamento nas duas partes da coreografia. |
| 2012 | Unidos do Porto da Pedra | Comissão de Frente | baixa | Em sua assinatura, Regina Sauer dispõe exposta uma coreografia pouco consistente em termos de coesão, c/ uma prolixidade que [não] conseguiu amalgamar em algo bonito de se ver. Já que a ideia central [não] se construiu, como consequência, as cenas se delineou-se uma proposta abstrata, e múltiplas referências e confuso. Faltou emoção e impacto no espetáculo. A alegoria apresentava panos baseados na traseira. |
| 2013 | Acadêmicos do Grande Rio | Comissão de Frente | média | - Jorge Teixeira apresenta-nos um trabalho frágil, no qual diversas situações cênicas se sucedem, resultando numa sequência óbvia e na sequência de justaposições, não se conseguindo um resultado impactante, e obviamente pelo excesso, fica tudo muito gratuito, postiço e sem coesão coreográfica. |
| 2013 | Acadêmicos do Salgueiro | Comissão de Frente | média | Hélio Bejani desenvolve sua concepção da "Busca e luta pela fama" com várias situações cênicas e personagens, mas ao contrário do que se esperava o espetáculo não ganhou ritmo e não contagiou o público suficientemente. Obviamente o sucesso dessa articulação é difícil, arriscada e possui seus limites, pois traz em seu bojo questões conceituais há muito discutidas na dança, pois a cena necessita do corpo p/ se comunicar mas valeu pela tentativa, mostrando que o coreógrafo está no caminho certo. |
| 2013 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | média | - Paradoxalmente, o uso de muitos elem. cênicos criou um excesso de referências no diálogo entre a comissão e o expectador, situando a ação de uma frontalidade que passou do ponto ideal, com uso de clichês e referências óbvias. OBS.: ressalte-se o excelente acabamento e realce plástico dos tripés. |
| 2013 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | média | - Durante a troca de roupa de uma das "índias", a sua vestimenta caiu no chão e a ficou por um tempo, ao invés de ter sido recolhida no balaio de um dos "bandeirantes". - O impacto geral e o resultado plástico do espetáculo teriam sido bem melhores se tivessem sido usados efeitos especiais (papel picado ou tiros de bolas, ou fumaça) durante o disparo das espingardas dos "bandeirantes". |
| 2013 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | baixa | - Alex Neoral, vem utilizando a estética da dança contemporânea, e que sabe muito bem explorar de suas múltiplas possibilidades criativas, como uma marca em suas pesquisas e assinaturas, o espetáculo ganha se desse volumoso bem e explorando bem, porém inexplicavelmente o final da apresentação não foi feito coerente ao próprio do julgamento, a formação do amuleto (indígena), quebrando o encadeamento das duas partes do trabalho e a coesão coreográfica. |
| 2013 | Inocentes de Belford Roxo | Comissão de Frente | alta | Patrick Carvalho nos apresenta uma tentativa de construção de uma peça coreográfica a partir de duas células independentes, mas a apresentação de ambas não trouxe êxito à concepção proposta, não dialogou eficazmente com o público, e não formou um todo orgânico. |
| 2013 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | média | Jaime Aroxa tenta desenvolver sua concepção do tema utilizando-se das linguagens do samba e do rock, mas a abordagem acaba ficando superficial e um tanto caricata em razão da obviedade e literalidade dos adotados. - O tripé utilizado como recurso cênico merecia um melhor acabamento e luzes de realce. - A leitura da função dos acrobatas dentro da concepção do tema não ficou clara. |
| 2013 | Portela | Comissão de Frente | média | - Márcio Moura apresenta um trabalho simples e frágil coreograficamente, resultando na mera sequência de passos na qual a concepção proposta não consegue um bom espetáculo. Além disso, a peça esbarra na pouca precisão nos gestos dos dançarinos, e falhas no alinhamento das formações, o que pode ser reflexo de maturidades e caiacidades [?] técnicas diversas do grupo. - O tripé utilizado como recurso cênico merecia um melhor acabamento e luzes de realce ainda mais por retratar um teatro. |
| 2013 | São Clemente | Comissão de Frente | média | Renato Vieira conseguiu uma boa narratividade dentro da concepção proposta, porém pecou ao apresentar um trabalho simples, linear e frágil coreograficamente. Com isso o espetáculo não obteve impacto junto ao expectador, fazendo c/ que a coesão coreográfica não se sustentasse e se perdesse. - O tripé utilizado como recurso cênico merecia um melhor acabamento e luzes de realce. OBS.: ressalte-se a boa performance teatral e o vigor do grupo de dançarinos, sustentando bem suas participações. |
| 2013 | União da Ilha do Governador | Comissão de Frente | média | Sérgio Lobato propõe um diálogo da dança com outros elementos da cultura brasileira, a fim de ilustrar a trajetória de Vinícius de Moraes, desafio difícil de ser alcançado com os recursos e tempo disponíveis na sapucaí. Infelizmente, essa simbiose não se efetiva no trânsito entre as linguagens e a composição do gestual se pasteuriza numa mera execução de movimentos. - A narratividade para o expectador ficou comprometida e não foi imediata. |
| 2013 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | média | Ao contrário dos anteriores em que o grande impacto junto ao público foi a tônica de suas assinaturas, Priscila e Rodrigo não conseguem imprimir o mesmo resultado o ritmo no espetáculo não consegue se traduzir em um bom espetáculo. Talvez uma outra abordagem coreográfica, como por exemplo apenas 1 thor e a matelo de maiores dimensões [?], ao invés de 8 conjuntos normais, produzisse um resultado de maior magnitude. |
| 2014 | Acadêmicos do Salgueiro | Comissão de Frente | alta | A tentativa do uso do ilusionismo como fórmula garantida de sucesso e comunicação com o público desta vez não funcionou a contento, ficando um pouco aquém do esperado. Embora muito bem operacionaliza, analisando-se comparativamente não foi o bastante para se alcançar a excelência. |
| 2014 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | baixa | M. Misailidis propõe sua elaborações coreográfica numa simbiose com o casal de MS/PB, mas as interfaces entre os corpos acabam não se encaixando, ocorrem atritos, e acaba tudo descambando para um ineficiente caráter investigativo, que ao ser apresentado ao público como tentativa de espetáculo, causa nele perguntas que ficam sem respostas, sentimentos de indiferença e apatia. O sistema de elevação dos peões não funcionou a contento e um deles não foi elevado durante a apresentação... (continua na folha seguinte) ...em frente ao módulo 4, quebrando a coesão coreográfica. O efeito de fumaça funcionou exageradamente, como uma cortina que encobriu e prejudicou a visão da apresentação de forma indiscriminada e grosseira (quer dizer, como se fosse um borrão numa tela). O tabuleiro de xadrez na parte de trás do tripé ficou sem função e gratuito. Como ponto positivo o excelente acabamento plástico das indumentárias e do tripé. |
| 2014 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | média | Carlinhos de Jesus nos apresenta uma desafiadora proposta coreográfica calcada numa rica representação cênica e na desconstrução cinética das movimentações. Tudo já muito bem, porém com a dança competindo com uma série de recursos visuais percebeu-se em um dado momento uma certa saturação da cena e quebra do ritmo, infelizmente o suficiente para embaçar o alcance da excelência. |
| 2014 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | média | Debora Colker dá literalidade e energia à sua proposta coreográfica lançando mão de um grupo de dançarinos oriundos da comunidade, marca que nos remete à boa lembrança dos chamados "cidadãos dançantes", coreografia por Ivaldo Bertazzo. Faltou apenas elaborar melhor o ponto de clímax do espetáculo quando os meninos estavam em cima do tripé, talvez complementado com o uso de efeitos especiais (papel picado, fumaça ou fogos de artifício frios). |
| 2014 | Império da Tijuca | Comissão de Frente | média | Junior Scapin nesta noite apresentou-nos uma coreo[grafia] com movimento corporal pobre com falta de desenhos compostos de forma [previsível?] e linear. Não gerou impacto significativo no público teiчando caminhos e soluções coreográficas em bastante exploradas e vistas na sapucaí. A partir em que o elemento cênico representativo o "reino de Exu" não ficou bem caracterizada. |
| 2014 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | média | Sérgio Lobato assina uma coreografia defendida com muito vigor pelo grupo de dançarinos, porém peca por apresentar um vocabulário de movimentos que resulta num desenho simples, linear e previsível. A formação da palavra "Mocidade" não gerou resultado impactante no público. |
| 2014 | Portela | Comissão de Frente | média | Ghislaine Cavalcanti traz uma releitura coreográfica já explorada em trabalhos anteriores na sapucaí, sem acrescentar novidades em termos de vocabulário de movimentos. A ação ficou redundante e apenas na superfície, não ganhando o espetáculo ritmo e energia suficientes para envolver o público. Pontos positivos: a boa narratividade na representação do baile, e a rápida transformação da avó do morro em águia. |
| 2014 | São Clemente | Comissão de Frente | baixa | Regina Sauer e Carlos Boracha apresentam-nos uma proposta de tentativa de diálogo entre o profícuo lado cultural das comunidades carentes e a dança, mas esbarram no erro comum dessas tentativas dialógicas entre culturas, pela o uso de [misturado?] de clichês e de referências óbvias na antítipização das mesmas, o que acaba empobrecendo o conjunto do espetáculo cênico. |
| 2014 | União da Ilha do Governador | Comissão de Frente | média | Considerando-se criatividade e narratividade como os principais alicerces de uma boa com. de frente, Jaime Aroxa nos apresenta um trabalho que vai muito bem nesses dois itens, entretanto deveria ter sido mais explorado o momento de impacto da coreografia no qual a "bailarina" e o "soldadinho" balançavam e interagiam com o público lançando objetos seja num tempo mais longo de lançamento, ou criando-se outras situações de clímax, ou com o uso de efeitos especiais. |
| 2014 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | média | Priscila e Rodrigo apresentam-nos uma coreografia com uma frontalidade que passa do ponto ideal, excesso esse que faz com que os diversos elementos cênicos usados gerem quebras de ritmo e descontinuidades venham à tona. O resultado se mostra frágil, a idéia central não se constrói bem, e o espetáculo não contagia o suficiente. |
| 2014 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | média | Alex Neoral apresenta uma simbiose cênica entre dança e cultura nordestina, investida que naturalmente se reveste no risco da incoerência entre linguagens diferentes, e é nessa relação híbrida entre o gesto e o movimento, que fica latente o ponto frágil do espetáculo. A peça evolui pouco, não ganha ritmo, não estabelece conexões com o público, resultando num tratado coreográfico simples. Os 5 tripés mereciam melhor acabamento plástico. Alguns desenhos formados nas xilos[?] não ficaram nítidos, dificultando sua visualização e entendimento. |
| 2015 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | média | Logo no início da apresentação a transformação / montagem do cenário com as lanças se dá com um lapso de tempo demasiado, que provoca quebra do ritmo e, consequentemente, da coesão coreográfica. O espetáculo não impactou e nem seduziu o público. |
| 2015 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | média | Carlinhos de Jesus apresenta um trabalho que não traz novos ares e nem avança nada coreograficamente, não se percebem novas tentativas nem possibilidades de criação, caindo-se numa mera recorrência de movimentos e cenários já existentes, o uso de clichês esgarça a cena. Durante a apresentação duas rosas do tripé que deveriam se abrir e desabrochar não o fizeram, quebrando a coesão coreográfica. |
| 2015 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | baixa | Fábio de Mello constrói uma coreografia simples tanto em termos de desenhos formados como nas movimentações, ficando nisso ao longo do tempo da apresentação sem complexidade. Espetáculo não impactou e nem seduziu o público. |
| 2015 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | média | Jorge e Saulo apresentam um espetáculo rico em cenas e efeitos especiais, porém a narrativa ficou comprometida ao faltar um fio condutor que ligasse o conjunto sequencial e explicitasse melhor a destruição do planeta para o expectador. |
| 2015 | Portela | Comissão de Frente | média | Ao lado da criatividade, a narratividade é fundamental no sucesso de uma CF, pois conecta o público de forma direta e imediata com a proposta do coreógrafo, porém, Ghislaine Cavalcanti opta por uma narratividade contaminada pela legenda, pelo explícito, pois se tudo for exposto de forma gratuita, fica o expectador sem a possibilidade da interlocução. |
| 2015 | São Clemente | Comissão de Frente | média | Arrieta e R. Lima nos apresentam uma coreografia com duas partes distintas (Dra Pássaros, Dra Bruxas), tendo ambas bastante movimentação corporal e formação de desenhos, porém, ao optarem pela solução coreográfica a nós apresentada esbarram na dificuldade clássica das CF de passar a concepção inicialmente idealizada, não conseguindo uma boa articulação com o público em termos de impacto e prejudicando o sentido de narratividade. |
| 2015 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | média | A narratividade para o público foi prejudicada na parte tocante às notas musicais que saltam, pois para o perfeito entendimento de que se tratam as notas musicais o figurino dos acrobatas teria que precisar esse design de forma mais frontal. O tripé merecia um melhor acabamento plástico na sua parte superior. |
| 2015 | Unidos do Viradouro | Comissão de Frente | média | Sérgio Lobato não conseguiu traduzir em bom espetáculo a concepção proposta no enredo, além de um vocabulário de movimentos e desenhos sem sedução, em que assiste fica a sensação de que faltou algo, de se querer mais, de que aquilo que apenas se insinua precisa ser melhor costurado e desenvolvido. Observou-se também, pequeno problema de adequação dos chapéus das indumentárias ao tipo de apresentação proposta, dificultando a performance dos dançarinos. |
| 2016 | Acadêmicos do Salgueiro | Comissão de Frente | baixa | Um dos três [Clemente Cenográfico] ficou com as luzes de LED apagadas em parte da apresentação, em parte da apresentação, devidamente acendendo no final, quebrando a coesão coreográfica. |
| 2016 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | baixa | Junior Scapim opta pela estética da intensa movimentação corporal, porém acompanhado de desenhos compostos por soluções simples e lineares, mas que devido à religiosidade implícita no tema, cria uma atmosfera em que o grupo se contagia dramaticamente, além de levar a caminhos coreográficos já bastante explorados e vistos na Sapucaí. A narratividade para o público não ocorreu a contento, e o mesmo não se contagiou com a apresentação. |
| 2016 | Estácio de Sá | Comissão de Frente | baixa | Márcio Moura traz uma releitura de um tema já bastante explorado em trabalhos anteriores na Sapucaí. Ser acrescentar novidades em seu vocabulário de movimento, com elementos que poderiam redundar em uma ação resultante num trabalho que ficou apenas na superfície. A cena final, que deveria ria a abertura na porte do palanque pelo Santo Guerreiro, precisaria ser melhor executada pelo coreógrafo, pois pecou um tanto quanto híbrido. |
| 2016 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | baixa | Considerando criatividade e narratividade como os principais alicerces de uma boa CF, Déborah Colker nos apresenta um trabalho que deixa a desejar nesses dois itens. Aos que assistem fica a difícil tarefa de perseguir as diversas sequências de passos na busca ansiosa por algum entendimento. Como resultado o espetáculo não se construiu e nem impactou. Como ponto positivo, ressalte-se a boa performance e vigor dos dançarinos. |
| 2016 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | baixa | Saulo Finelon e Jorge Teixeira desenvolvem a concepção com excelente criatividade e narratividade, porém o tempo um tanto longo no desenvolvimento da apresentação escamoteou a cena. Uma pena, pois quase alcançou a excelência. |
| 2016 | Portela | Comissão de Frente | baixa | A concepção adotada pela equipe de coreógrafos não deixa claro se a apresentação é composta por duas partes ou uma. Caso seja considerado somente a 4ª parte (Ulisses e o barco), tivemos uma coreografia simples em um tempo de exibição curto. Tal encadeamento deixou a desejar coreograficamente, pois houve um hiato de tempo que quebrou o ritmo, denotando uma má concepção do fazer coreográfico. |
| 2016 | União da Ilha do Governador | Comissão de Frente | baixa | Patrick Carvalho nos traz um conceito bem identificado à boa performance a um grupo pouco preparado tanto física como tecnicamente para uma narrativa de essência ligada à concepção do conjunto e na clareza dos desenhos. Esta investida no gesto teatral envolve aspectos de teatralidade artística de interpretação que tем que estar na memória dos corpos do elenco. |
| 2016 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | baixa | Nesta concepção, Alex Neoral aborda a integração do homem com a terra, porém não vai a fundo na proposta na apresentação, resumindo o pleno desenvolvimento do impacto que poderia ser alcançado, como se suprimisse algo em determinado sentido, mas que acaba por não se concretizar, criando a ideia se desmanchando antes mesmo de poder ser colocada, ficou incompleto. |
| 2016 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | baixa | Une numa ousada inovação um trabalho em que pela do fio condutor entre as cenas a fim de facilitar a narratividade p/o público pois ficou confuso. Os dois figurantes com movimentação animal, viram um problema na cor branca causando desconforto visual e incompatibilidade com a cor preta do animal. A alegoria ficou com pouca função dentro da construção coreográfica proposta. |
| 2017 | Acadêmicos do Grande Rio | Comissão de Frente | média | Priscila e Rodrigo se propõem visitar o universo da vida de I. Sangalo a partir de movimentações e recursos cênicos, mas as linguagens se cruzam sem conseguir formar um todo orgânico. Em razão de referên-cias e cenas um tanto [?] óbvias e frontais, a apresentação não ganha força e profundidade, não seduzindo o público como em anos anteriores. |
| 2017 | Acadêmicos do Salgueiro | Comissão de Frente | baixa | Hélio Bejani não conseguiu fazer uma boa apropriação das referên-cias da "Divina Comédia" de Dante e trazê-las nuna articulação eficaz com a dança junto à essa que traz em seu bolo questões conceituais há muito discutidas, pois a cena necessita do corpo para se comunicar, obviamente essa união é difícil e possui seus limites, e que se viu na prática foi danças e personagens que se alter-nando no palco da Sapucaí, mas sem dialogarem por entre si, como se percorressem ca-minhos paralelos. Não funcio-nou e [?] viou a contento. |
| 2017 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | média | Na dança a tentativa dialógica com a literatura já vem sendo tentada em diversos trabalhos, porém a eficácia dessa junção depende do "pensar coreográ-fico" adotado. Agora, Marcelo Misailidis adota uma abordagem simbólica do livro "Iracema" mas acaba inibindo a cria-tividade almejada, tornando-a mera ilustração do livro, pois induz num caminho que não se concretiza, como se a idéia se desvanecesse ao longo da peça, sem ser totalmente explorada. Ficou incompleto ! |
| 2017 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | média | Junior Scapin altera seu "fazer coreográfico" e nos brinda com uma concepção bas-tante criativa, trafegando com desenvoltura num cená-rio impregnado de devoção religiosa salpicado com ressonâncias cômicas. Como ressalva coloco que a narratividade para o público deve ser melhorada, pois alguns pontos da peça podem ter deixado dúvidas no en-tendimento do expectador, pois o mesmo não dispõe de sinópses ou de legendas, e a sua leitura tem que ser clara e imediata. |
| 2017 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | média | Cláudia Mota apresenta-nos um excelente vocabulário de movimentos baseado nas danças dos tribos Xinguanas, mas fica nisso e não consegue construir uma diretriz coreo-gráfica que empolgue o expectador, pois a resultado final padece de uma frieza e obviedade exage-rada, acabando se diluindo em si mesmo, e não per-mitindo que os bons recursos cênicos empregados ao final contagiassem o público. |
| 2017 | Paraíso do Tuiuti | Comissão de Frente | média | Jaime Arôxa apresenta um trabalho em que faltou um momento de maior impacto durante a exibição. O que foi tentado como tal, ao final da apresentação, não empolgou o público, situando a ação de modo redundante e ineficaz. Ao tentar a ação de despir o "português", a calça do mesmo ficou presa em seus pés, o que poluiu a cena. O tripé merecia um melhor acabamento plástico. |
| 2017 | Portela | Comissão de Frente | média | A partir de uma excelente concepção apresentada na sinópse da C. de Frente, infelizmente o tratamento coreográfico adotado não foi o mais adequado, pois o resultado final da apresentação provocou uma desconfortável dicotomia com o expectador, que esperava mais do que acabou presenciando. Não dialogou eficazmente e não formou um todo orgânico ! Híbrido ! |
| 2017 | São Clemente | Comissão de Frente | baixa | Sérgio Lemito deveria ter tido mais fundo na sua proposta coreográfica baseada na dança/teatro, e oferecido ao público aquele algo a mais [?] [?] superficial mente ficando um trabalho insípido e pouco criativo, com um vocabulário de movi-mentos sem inovação e o uso de clichês coreográficos não conseguindo chegar a um bom resultado final, ficou incompleto e não contagiou o expectador. |
| 2017 | União da Ilha do Governador | Comissão de Frente | baixa | C. de Jesus apresenta-nos um trabalho que envolveu pela boa criatividade em razão dos recursos empregados. Porém uma à uma das discussão recorrente em dança devido a assinatura do coreógrafo e as competências dos intérpretes serem coreogra-fadas, e que se viu foi mais uma jus-taposição interpretativa que apresentou pequenas falhas, sem conseguinte trazer adequação à corporeidade proposta, muitas vezes a [?] não conseguem voltar diferentes técnicas e ... (cont) |
| 2017 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | média | Alex Neoral tenta dar literalidade em sua proposta de encontro musical entre duas nações, infelizmente fica tudo muito experimental, o expectador não se contagia o suficiente com a proposta, que talvez tenha melhor adequação para outro tipo de espaço, no jogo fictício que se tenta reproduzir nesse encontro entre nações não há vencedores nem vencidos, apenas tentativas. |
| 2017 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | média | Patrick Carvalho nos apre-senta um trabalho que não deixa de ser um pouco desalen-tador, pois o objetivo passou ao largo e muitas coisas ficaram de fora, denotando que o caminho mais óbvio e direto para passar a mensagem se tivesse avançado mais no tema e adotado uma forma mais sedutora e frontal, oferecendo-nos o que gostaríamos de ver e enten-der, o resultado seria outro. |
| 2018 | Acadêmicos do Salgueiro | Comissão de Frente | baixa | Hélio Bejani lança mão na 1ª nu RJ de uma coreografia simples e eficaz, a fim de passar uma boa narratividade à sua, e consequência o espectador entender a ideia. Embora bem ensaiado e montado, entendo que no campo movídico de alguns 'closches' e visíveis, esculpiu a cena e não pode ser desconsiderada no conjunto da obra. |
| 2018 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | baixa | A qualidade da ideia proposta por musicações foi excelente a partir do esfalfamento entre o ato de prometer e o de 'De Frankstein', assim como o cenário do 'Doutor Gênio' mais para desenvolver a proposta, ocorrendo uma boa excelente ideia nos acabou ficando do efeito num completo em termos de coesão coreográfica, comprometendo a narratividade ao público. |
| 2018 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | baixa | Adriana e Seven abriram um na 1ª figurativa conjunta no ato especial, e conseguiram bem requalificar uma costura de sociedade, bem de acordo com a conceição. Propõs uma surpresa em si com a linha com a tração que o teatro saiu além disso pisou recheado com diversos efeitos especiais o que enriqueceu. Ainda mais a teia... resgato, teria surgido hiatos interessando um tempo entre as cenas, o que prejudicou o resultado final na concepção/coreografia. |
| 2018 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | baixa | Cláudia Mota assina sua 1ª dentro de uma proposta tradicional e clássica. Assim, cumpriu o objetivo de narratividade (em pequenos surplos), utilizando a simpatia, e uma fartura que quase escultura das fantasias transbordando aos ais. As tradicionais formações baléticas da dança clássica. A peça crua final saiu superior em movimentos, sendo a força da dança apenas se 'insinua'. |
| 2018 | Império Serrano | Comissão de Frente | baixa | Única escola a apresentar uma dança/circo/coreografia na qual a coreografia em si esteve à frente do enredo. A coreografia mas isso não os fez no engatinhado/conceitual conjunto da obra. Faltou melhorar e fechamento da cara, o que prejudicou o efeito que sai aquém do resultado esperado. O surgimento da bandeira da escola no topo do céu foi mal trabalhado. |
| 2018 | Paraíso do Tuiuti | Comissão de Frente | baixa | Patrícia Carvalho abraçou um desafio espetacular/teatral com excelente narratividade e teve uma dramática na performance dos trabalhadores e atores. A bueta (denuncia?) de um dos brancarias se frente ao módulo, infelizmente esculpiu a cena e não pode ser desconsiderada. |
| 2018 | Portela | Comissão de Frente | baixa | Sérgio Lobato assina um tratamento coreográfico caracterizado por um forte efeito plástico e visual, porém a narratividade ainda não foi explícita para o público, carecendo nesse caso uma melhor pesquisa de abordagem do tripé com efeito plástico a fim de melhor realçar as demais qualidades mostradas na apresentação. |
| 2018 | São Clemente | Comissão de Frente | baixa | O céu guardava estrita ligação especial apresentando relação entre os elementos cênicos através da reflexo. De um ateliê, com partes esculpidas que se trataram no sentido da hiper-corporeidade. Faltou um pouco em a dança o movimento, porém essa fartura não vinha em forma de cena, na concepção adotada. O texto mas não conseguiu conferir bem a 'teia' a 'qualidade da ideia' foi tida no teatro final que veio, mesmo com a fartura e maquinização da bailarina. |
| 2018 | União da Ilha do Governador | Comissão de Frente | baixa | Márcio Moura apresenta uma concepção coreográfica excelente trazendo um teatro em termos de 'qualidade da ideia' (criatividade), como também na narratividade da mesma para o público, porém a troca de roupa das 'cozinheiras' para 'jarras das baianas', ocorre em frente ao julgador e com um hiato (interregno de tempo) sob prejuízo à coerência em termos de coesão coreográfica. |
| 2018 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | baixa | Renato Vieira retomou ao G. especial, apresentando uma com inovação no teatro com boa criatividade e narratividade, conturando bem a sequência de cenas, passando que o tripé pre-cia um melhor alinhamento plástico, o que nos mais o arcanjo Miguel estavam desiguais ou tortais. Além disso alguns trunos trabalhos dos bailarinos representando o teatro grego, estavam visivelmente isolados. |
| 2018 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | baixa | Paulo Barros e Alex Neoral. A coreografia/dança chegada em leonardo da vinci e seus inventos, porém o passo adotado se baliza e se dança, devolvido a mistura fragilizando da coreografia com cenas excessivas que nos veio se resolvendo e tornam-se a representação... ficou todo mais híbrido e indeciso, com se a dança se dissolvesse na ciência e a ciência se contaminasse na dança. ...o tripé ficou com pouca força por musicações que excedem... a partir do esfalfamento ent... bloco unitário e chama atenção... (CONTINUA) |
| 2019 | Acadêmicos do Grande Rio | Comissão de Frente | média | Hélio Bejani apresenta um trabalho bastante criativo e com figurino muito apropriado, porém apenas a narratividade foi comprometida quando não se teve uma leitura clara da parte em que as tábuas estariam sendo expostas. |
| 2019 | Acadêmicos do Salgueiro | Comissão de Frente | média | Diante de um tema que da poucas opções ao coreógrafo, Sérgio Lobato consegue criar "Leite de Pedra" e desenvolver um trabalho criativo e com diversas cenas em sequência. Apenas peca no final a peça ao cair no terreno movediço dos clichês. |
| 2019 | Beija-Flor de Nilópolis | Comissão de Frente | baixa | Marcelo Misailidis apresenta um trabalho ao qual o maior problema é o ritmo da construção coreográfica e cenográfica, pois os intervalos de tempo que surgem entre as partes criam uma sensação de desconforto em quem assiste. O figurino foi pouco inspirado, gerando deixando uma sensação de se quebrar ainda mais, que acabou nas duas situações. As tarjas de algodões foram visíveis a todos, pois o tripé ficou aberto, causando desconforto visual. |
| 2019 | Imperatriz Leopoldinense | Comissão de Frente | baixa | Fábio Batista apresenta uma coreografia muito simples, tanto em termos dos desenhos formados, como nas movimentações, ficando apenas nisso ao longo do tempo, e sem ganhar complexidade. Narratividade comprometida, impossibilitando o entendimento pleno da proposta, ou seja, leitura teatral confusa. O uso da gíria como solução cênica e ponto de impacto ficou básico demais, pouco sutil, feio plasticamente. |
| 2019 | Império Serrano | Comissão de Frente | média | Cláudia Mota apresenta uma coreografia muito simples, tanto em termos dos desenhos formais, como nas movimentações, ficando apenas nisso ao longo do tempo, e sem ganhar complexidade. Qualidade da ideia: fraca. Tripé muito grande, servindo apenas como palco para a apresentação. |
| 2019 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | média | Embora tenhamos assistido a diversas situações cênicas em sequência, o resultado final em termos de narratividade foi prejudicado. A posição do tripé em relação à pista, deixou pouco espaço para a coreografia dos jangadeiros junto ao alambrado, quebrando o realce e a coesão. |
| 2019 | Paraíso do Tuiuti | Comissão de Frente | média | Filipe Moreira e Elisa Frim apresentam um trabalho ao qual tentam uma costura entre as diversas cenas, personagens e efeitos especiais que sucedem, porém fica faltando um fio condutor mais explícito que possa juntar as partes e dar sentido de narratividade ao conjunto. O resultado final se pasteuriza e fica confuso. |
| 2019 | Portela | Comissão de Frente | média | Carlinhos de Jesus desenvolve sua concepção (ideia) com bastante movimento corporal em dança afro, impregnando da religiosidade intrínseca do tema, sem trazer grandes teatralizações ou situações. No final, o uso de clichês se esgarça e enjoa a cena, e o impacto é limitado. |
| 2019 | São Clemente | Comissão de Frente | média | Júnior Scapin lança mão de recursos cênicos e teatralização, tentando um diálogo com o público através de uma crítica bem humorada ao Carnaval. Mas esse diálogo não acontece a contento, pois a concepção e falha por dispor de poucas situações apresentadas, ou seja, ficou simples demais e não trouxe resultados impactantes. Obs.: como ponto positivo a qualidade e projeto do tripé, e os aspectos cômicos da apresentação. |
| 2019 | União da Ilha do Governador | Comissão de Frente | baixa | Leandro Azevedo estréia com "Pé-Direito" de alto risco, aliado a uma coreografia com diversos desenhos, muito bem ensaiado, com ponto de impacto final impactante, mas apenas tecnologicamente. Faltou apenas construir mais alguma situação cênica (além do lançamento das redes), e melhorar a narratividade. |
| 2019 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | média | Jardel Lemos apresenta um trabalho que poderia ter sido melhor elaborado em termos de mais situações cênicas, pois acabou ficando insuficiente. O fechamento da peça com a cena do maná precisaria ser mais chamativa, pois ficou muito simples e previsível, incompatível como ponto de impacto final, e com as grandes dimensões do tripé para tão pouco efeito. |
| 2020 | Estação Primeira de Mangueira | Comissão de Frente | baixa | APRESENTAÇÃO TIPO "QUEBRA-CABEÇA" COM VÁRIAS PARTES CÊNICAS EM SEQUÊNCIA, MAS QUE BEM AO CONSEGUIREM CONSTRUIR UMA DIRETRIZ COREOGRÁFICA EFICIENTE, JÁ QUE COM A UTILIZAÇÃO DE DIVERSOS SIGNOS HISTÓRICOS/RELIGIOSOS VÁRIOS [?] CONTEMPORÂNEOS, MUITAS CENAS SE DILUÍRAM MAS ACABAM SE DILUINDO EM SI MESMAS, SEM UM "GRAND FINALE". ISTO IMPEDE QUE OS RECURSOS EMPREGADOS NA MONTAGEM GEREM UM RESULTADO FINAL ROBUSTO. |
| 2020 | Estácio de Sá | Comissão de Frente | média | ARIADNE LAX, ESTREANTE NO G.R. ESPECIAL, TENTA SE UTILIZAR DAS FERRAMENTAS DA DANÇA PARA FAZER UMA LEITURA DA EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE DESDE O PALEOLÍTICO/NEOLÍTICO ATÉ OS DIAS ATUAIS, PORÉM ESSA SÍMBIOSE NÃO OCORRE E SE EXAURE NOS CINCO QUADROS QUE DANÇAM, DA IDEIA À CONCEPÇÃO. ADOTADA SEGUE UMA ABORDAGEM MUITO ÓBVIA E "CLICHEZADA" DO TEMA, RESULTANDO NUMA REDUNDÂNCIA FRONTAL E SEM GRANDE RESULTADO, MESMO NA RÁPIDA CENA FINAL DA CHEGADA DO HOMEM À LUA. |
| 2020 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Comissão de Frente | média | AO LONGO DA APRESENTAÇÃO VÁRIAS CENAS SE SUCEDEM NA NARRATIVIDADE DO TEMA PREVISTO, PORÉM DO MEIO PARA O FINAL PERCEBE-SE A FALTA DE UM FIO CONDUTOR NA COSTURA DESSAS CENAS, A FIM DE DAR MELHOR LUMINOSIDADE À ESTÓRIA, ALÉM DO QUE O USO EXAGERADO DO IMAGENS DE LED SE ESGARÇA E SE BANALIZA, CAINDO-SE UM POUCO NO CAMPO DOS CLICHÊS DE UMA ESTRUTURA DE LEGENDA. |
| 2020 | Paraíso do Tuiuti | Comissão de Frente | média | A NARRATIVIDADE NA 1ªPARTE DA APRESENTAÇÃO NÃO FLUIU BEM DESENVOLVIDA, POIS ALGUNS PERSONAGENS NÃO FICARAM BEM CLAROS E DEFINIDOS PARA O PÚBLICO. A PARTE FINAL, REPRESENTANDO O SINCRETISMO MARANHENSE E O ENCONTRO DO SANTO COM O RIO, NÃO GANHOU O FLUXO E ENVOLVIMENTO EMOCIONAL ESPERADO, EMBAÇANDO O CLÍMAX DO ESPETÁCULO. |
| 2020 | Portela | Comissão de Frente | média | É APRESENTADA UMA COREOGRAFIA SIMPLES E LINEAR, É UMA SEQUÊNCIA CÊNICA COMPOSTA DE POUCAS PARTES E QUE NÃO TRAZEM NENHUM IMPACTO/EMOÇÃO, MOSTRANDO QUE A QUALIDADE DA IDEIA NÃO FOI A MAIS ADEQUADA EM TERMOS DE CONCEPÇÃO. O RESULTADO FINAL NÃO GANHA O RITMO E CLÍMAX ESPERADOS, MESMO COM A ENCENAÇÃO FOCAR NO RITUAL ANTROPOFÁGICO. O TRIPÉ REPRESENTANDO O ALTAR DE IMOLAÇÃO DO PRISIONEIRO, JÁ DA A SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO, MERECIA MELHOR ACABAMENTO PLÁSTICO E REALCE. |
| 2020 | São Clemente | Comissão de Frente | média | APRESENTAÇÃO BASEADA NA DANÇA-TEATRO, NO REAL PELO O CENÁRIO SEREM COMO PANO DE FUNDO PARA O DESENVOLVIMENTO DA CONCEPÇÃO PREVISTA NA SINOPSE, MAS AO CONTRÁRIO DO QUE SE ESPERAVA, A APRESENTAÇÃO NÃO SE TRADUZ NUMA BOA NARRATIVIDADE PARA O PÚBLICO. O TEMPO DE CENA SE ESGARÇA E FICA LONGO DEMAIS, E O RESULTADO FINAL NÃO GANHA RITMO, NÃO SE CONCRETIZA, E NÃO CONTAGIA/ENVOLVE O ESPECTADOR. |
| 2020 | União da Ilha do Governador | Comissão de Frente | baixa | OBSERVOU-SE UM GRANDE DISTANCIAMENTO ENTRE A IDEIA/CONCEITO QUE SE QUIS TRANSMITIR NA SINOPSE E O TRATAMENTO COREOGRÁFICO ADOTADO NA PRÁTICA, POIS SURGIRAM DESCONTINUIDADES DURANTE A APRESENTAÇÃO, TAIS COMO: - 1ªPARTE DA APRESENTAÇÃO (DANÇAS) FICOU MUITO LONGA E LINEAR, E UM POUCO CANSATIVA. - 2ªPARTE DA APRESENTAÇÃO (APLO[?]) MUITO CURTA PREJUDICANDO A NARRATIVIDADE. - 3ªPARTE DA APRESENTAÇÃO (A PERSONAGEM NO TOPO DO TRIPÉ) SURGE SEM GRANDE ÊNFASE E IMPACTO, E QUASE NÃO SE NOTA. |
| 2020 | Unidos da Tijuca | Comissão de Frente | baixa | AS DIVERSAS PARTES CÊNICAS E SEQUENCIAIS NUMA APRESENTAÇÃO DA C.F. TEM QUE TER UM ENCADEAMENTO PRECISO E EXATO DURANTE A PERFORMANCE, SEM INCORRER EM QUEBRAS DE RITMO OU HIATOS TEMPORAIS, POIS SENÃO PREJUDICA A PRÓPRIA COREOGRAFIA, ASSIM TAIS PROBLEMAS FICARAM VISÍVEIS E NOTÓRIOS APÓS O FINAL DA 4ªPARTE DA COREOGRAFIA DE CHÃO E ENQUANTO SUBIAM AO TRIPÉ. TAMBÉM NA 4ªPARTE DA COREOGRAFIA DE CHÃO AS LÂMPADAS DE LED NÃO ACENDERAM EM DOIS DANÇARINOS, ALÉM DO GIRO DA FORMAÇÃO TER SIDO FEITO DE FORMA NÃO ALINHADA (DESHARMONIOSA). |
| 2020 | Unidos de Vila Isabel | Comissão de Frente | baixa | APRESENTAÇÃO QUE SE DESTACA POSITIVAMENTE PELO VIGOR E TÉCNICA DOS DANÇARINOS, ASSIM COMO O EXCELENTE ACABAMENTO/REALCE DAS FANTASIAS E TRIPÉ. EM CONTRAPONTO, COM A QUANTIDADE DO TRIPÉ PARA AS POUCAS FUNÇÕES QUE REALIZOU, ALÉM DE TER FICADO À SENSAÇÃO DE SE QUERER VER ALGO MAIS EM TERMOS DE SENSAÇÕES/EMOÇÕES, FORAM EFEITOS QUE TIRARAM UM POUCO DA CARGA COREOGRÁFICA E BRILHO DO ESPETÁCULO. |
| 2020 | Unidos do Viradouro | Comissão de Frente | baixa | AS DIVERSAS PARTES CÊNICAS/TEATRAIS [?] SEQUENCIAIS NUMA APRESENTAÇÃO DA C.F. TEM UM ENCADEAMENTO PRECISO E EXATO DURANTE A PERFORMANCE, SEM INCORRER EM QUEBRAS DE RITMO OU HIATOS TEMPORAIS, POIS SENÃO PREJUDICA A PRÓPRIA COREOGRÁFICA, ASSIM TAIS PROBLEMAS FICARAM VISÍVEIS E NOTÓRIOS APÓS O FINAL DA COREOGRAFIA DE CHÃO DAS "GANHADEIRAS" E ENQUANTO SUBIAM AO TRIPÉ, FEITO DE FORMA NÃO LENTA E DESCOORDENADA. DURANTE A 1ªPARTE DA COREOGRAFIA DE CHÃO (ZAGUEIRAS) UMA DAS DANÇARINAS SE ESQUECEU [?] E ATRASOU NA TROCA DA SAÍDA DE "ZAGUEIRA" PARA "GANHADEIRA", PREJUDICANDO O EFEITO. |
›Justificativas manuscritas nos cadernos da LIESA — transcrição "na medida do possível". Consulte o PDF original em "Notas originais" para o texto definitivo.