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Jurado · Rio · Enredo

Johnny Soares

2010–2026 · Carnaval do Rio (LIESA)

Cédulas
173
notas atribuídas
Média de décimos descontados
0,12
por cédula
Severidade
+0,00
Na média

Perfil de severidade

Quanto a nota média deste jurado se afasta da média geral do seu quesito.

Na médiaEm média desconta 0,00 a menos que os colegas de Enredo.

Severidade compara médias históricas; não indica erro de julgamento, e sim estilo relativo ao painel.

Critérios mais penalizados

Décimos descontados por critério nas cédulas deste jurado (a LIESA decompõe as notas em critérios desde 2026).

Notas mais fora da curva

100 cédulas · ordenadas pelo maior desvio em relação à média do painel

AnoEscolaQuesitoNotaMédia do painelDesvio
2013Acadêmicos do Grande RioEnredo9,69,9-0,28
2010Unidos do Porto da PedraEnredo10,09,8+0,20
2016São ClementeEnredo9,79,9-0,18
2011São ClementeEnredo9,69,8-0,16
2011Unidos do Porto da PedraEnredo10,09,8+0,16
2015Unidos de Vila IsabelEnredo9,69,8-0,15
2012São ClementeEnredo9,79,9-0,15
2011Imperatriz LeopoldinenseEnredo9,79,8-0,14
2010Unidos do ViradouroEnredo9,59,6-0,14
2019Império SerranoEnredo9,69,7-0,13
2015União da Ilha do GovernadorEnredo10,09,9+0,13
2014Mocidade Independente de Padre MiguelEnredo9,69,7-0,13
2012Renascer de JacarepaguáEnredo9,59,6-0,13
2012Imperatriz LeopoldinenseEnredo9,79,8-0,13
2026Acadêmicos de NiteróiEnredo9,69,7-0,13
2010União da Ilha do GovernadorEnredo9,79,8-0,12
2022Acadêmicos do SalgueiroEnredo9,89,9-0,10
2022Unidos da TijucaEnredo10,09,9+0,10
2019Imperatriz LeopoldinenseEnredo9,79,8-0,10
2019São ClementeEnredo9,89,9-0,10
2019Paraíso do TuiutiEnredo9,89,9-0,10
2018Acadêmicos do Grande RioEnredo9,69,7-0,10
2012PortelaEnredo10,09,9+0,10
2012Unidos do Porto da PedraEnredo9,49,5-0,10
2011Acadêmicos do SalgueiroEnredo10,09,9+0,10
2010Imperatriz LeopoldinenseEnredo9,99,8+0,10
2010Unidos de Vila IsabelEnredo10,09,9+0,10
2024Paraíso do TuiutiEnredo9,89,9-0,10
2026Paraíso do TuiutiEnredo10,09,9+0,10
2023Acadêmicos do SalgueiroEnredo9,89,7+0,10
2023PortelaEnredo10,09,9+0,10
2011Unidos da TijucaEnredo9,89,9-0,08
2010Acadêmicos do SalgueiroEnredo10,09,9+0,08
2020União da Ilha do GovernadorEnredo9,79,8-0,08
2020São ClementeEnredo10,09,9+0,08
2020Beija-Flor de NilópolisEnredo9,910,0-0,08
2019Mocidade Independente de Padre MiguelEnredo9,910,0-0,08
2018São ClementeEnredo9,89,9-0,08
2018Estação Primeira de MangueiraEnredo9,910,0-0,08
2018União da Ilha do GovernadorEnredo9,89,9-0,08
2018Imperatriz LeopoldinenseEnredo10,09,9+0,08
2016União da Ilha do GovernadorEnredo9,79,8-0,08
2016Acadêmicos do Grande RioEnredo9,99,8+0,08
2015Unidos do ViradouroEnredo9,79,8-0,08
2015Beija-Flor de NilópolisEnredo9,910,0-0,08
2013Inocentes de Belford RoxoEnredo9,69,7-0,08
2024Unidos do Porto da PedraEnredo9,79,8-0,08
2026Imperatriz LeopoldinenseEnredo9,910,0-0,08
2026PortelaEnredo9,910,0-0,08
2026Acadêmicos do Grande RioEnredo9,89,9-0,08
2023Beija-Flor de NilópolisEnredo9,89,9-0,08
2022Imperatriz LeopoldinenseEnredo9,910,0-0,06
2022Unidos de Vila IsabelEnredo9,910,0-0,06
2011Unidos de Vila IsabelEnredo9,99,8+0,06
2011Mocidade Independente de Padre MiguelEnredo9,79,8-0,06
2020Acadêmicos do SalgueiroEnredo9,910,0-0,05
2019Unidos de Vila IsabelEnredo9,910,0-0,05
2018Unidos da TijucaEnredo10,010,0+0,05
2018Beija-Flor de NilópolisEnredo10,010,0+0,05
2016Unidos de Vila IsabelEnredo10,010,0+0,05
2016PortelaEnredo10,010,0+0,05
2015Mocidade Independente de Padre MiguelEnredo10,010,0+0,05
2015Acadêmicos do Grande RioEnredo10,010,0+0,05
2015São ClementeEnredo10,010,0+0,05
2015Unidos da TijucaEnredo9,910,0-0,05
2013União da Ilha do GovernadorEnredo10,010,0+0,05
2013Mocidade Independente de Padre MiguelEnredo9,79,7+0,05
2013São ClementeEnredo9,69,7-0,05
2013Beija-Flor de NilópolisEnredo9,910,0-0,05
2013Unidos de Vila IsabelEnredo10,010,0+0,05
2012Acadêmicos do Grande RioEnredo10,010,0+0,05
2024Beija-Flor de NilópolisEnredo9,89,9-0,05
2024Acadêmicos do SalgueiroEnredo9,910,0-0,05
2024Acadêmicos do Grande RioEnredo9,99,9+0,05
2023Unidos da TijucaEnredo9,89,9-0,05
2023Unidos de Vila IsabelEnredo10,010,0+0,05
2022Estação Primeira de MangueiraEnredo9,89,8-0,04
2022Paraíso do TuiutiEnredo9,79,7-0,04
2022Mocidade Independente de Padre MiguelEnredo9,99,9-0,04
2010Mocidade Independente de Padre MiguelEnredo9,89,8-0,04
2010PortelaEnredo9,79,7-0,04
2014Unidos de Vila IsabelEnredo9,79,7-0,03
2020Estácio de SáEnredo9,89,8+0,03
2020Unidos de Vila IsabelEnredo9,99,9-0,03
2020Unidos da TijucaEnredo10,010,0+0,03
2020Mocidade Independente de Padre MiguelEnredo10,010,0+0,03
2019Beija-Flor de NilópolisEnredo9,89,8-0,03
2019PortelaEnredo10,010,0+0,03
2018Império SerranoEnredo9,89,8-0,03
2018Unidos de Vila IsabelEnredo9,99,9-0,03
2018Acadêmicos do SalgueiroEnredo9,99,9-0,03
2016Unidos da TijucaEnredo9,99,9-0,03
2016Imperatriz LeopoldinenseEnredo9,99,9-0,03
2015Acadêmicos do SalgueiroEnredo9,99,9-0,03
2015Imperatriz LeopoldinenseEnredo10,010,0+0,03
2014Império da TijucaEnredo9,79,7-0,03
2014Acadêmicos do Grande RioEnredo9,99,9+0,03
2014São ClementeEnredo9,89,8+0,03
2014Beija-Flor de NilópolisEnredo9,89,8+0,03
2014PortelaEnredo9,99,9-0,03

Justificativas transcritas

116 apontamentos com perda de nota

AnoEscolaQuesitoConf.Justificativa (transcrição)
2010Beija-Flor de NilópolisEnredomédiaEnredo de grande densidade cultural, que homenageou a capital do país, explorando aspectos pouco conhecidos da população. Materialização de apuro estético riquíssimo, plasticamente luxuoso. Na realização foram utilizados ícones de grande apelo popular. Embora tenha havido soluções repetitivas em algumas alas (21/22/24/25), não prejudicou o entendimento do enredo, mas, criativamente, "empobreceu" o espetáculo. Também não ficou clara a possível conexão entre Akhetaton[?] e a cidade de Brasília nas alegorias apresentadas no 1º setor.
2010Estação Primeira de MangueiraEnredomédiaEnredo de grande densidade cultural, com argumento rico e mobilizador, bem encadeado e estruturado, fácil leitura nas alegorias, carecendo apenas de maiores esclarecimentos na concepção plástico-visual de algumas alas (06/23/25). Foi penalizada pela ausência de destaques de chão à frente da ala 04 e 05 (no setor 02). Em contrapartida, houve mascaras de destaques de chão - não notificados - à frente da ala 09 (no setor 07). Em ambos os casos, em desacordo com o roteiro com constante no abre-alas.
2010Imperatriz LeopoldinenseEnredomédiaEnredo ousado, de forte apelo emocional e de grande risco devido à sua abrangência. Na roteirização careceu de um fio condutor para a narrativa, tornando-a por vezes fragmentada e complexa para o entendimento dos seus argumentos. Apesar da riqueza plástica das alegorias e alas - criativas e com alto apuro estético - as representações iconográficas mostraram-se herméticas, o que prejudicou uma melhor compreensão (alas 05/11/12/13/14/20/32/42). Algumas alas careceram ainda de maior diferenciação, fazendo com que a semelhança de elementos plásticos se tornasse repetitiva e pouco representativa para a compreensão [ilegível].
2010Mocidade Independente de Padre MiguelEnredomédiaEnredo criativo, que utilizou muito bem o humor e a metáfora para expressar seus argumentos e subtemas (os diversos "para(os)") ora em linguagem objetiva, ora subjetiva. Pecou, contudo, no desenvolvimento da narrativa, prejudicada pela recorrência de elementos plástico-visuais em algumas alas, com o uso também excessivo de soluções semelhantes ("capas" nas fantasias, sobretudo nas alas 02/03/06/17). Apesar de ricas visualmente, algumas alas careceram de melhor materialização/solução para que fosse possível um completo e fácil entendimento (alas 34 e 35). Penaliza-se a escola, de acordo [ilegível].
2010PortelaEnredomédiaEnredo ousado pela complexidade do tema e dos signos a ele associados, com um argumento impreciso e de difícil tratamento carnavalesco, apresentado sob uma ótica fragmentada. O desenvolvimento mostrou-se confuso, prejudicando o entendimento da narrativa e seus subtemas. Sua materialização, apesar do luxo de algumas fantasias e imponência das alegorias, não conseguiu transmitir com clareza e objetividade a mensagem da proposta do enredo. Algumas alas careceram de maiores esclarecimentos e identificação do que se propunham, com elementos iconográficos por vezes [ilegível].
2010União da Ilha do GovernadorEnredomédiaEnredo literário, relevante para a cultura popular, porém desenvolvido de forma linear, por vezes monótono, carecendo de maior ousadia. A obra e o personagem possibilitavam "loucuras" criativas que não se materializaram na avenida. O tratamento ficou quase sempre limitado ao relato de Cervantes sobre Quixote, sem maior inventividade. A leitura plástico-visual apresentou-se confusa em algumas alas, dificultando o entendimento (alas 05/08/09/11/23). Destaca-se, sobretudo, a ala 33 ("Maluco Beleza") que não conseguiu expressar o proposto no abre-alas (alusão a Raul Seixas). As alas 14 e 15 - descritas em sequência no abre-alas - apresentaram-se unificadas na avenida.
2010Unidos do ViradouroEnredomédiaEnredo cuja temática de caráter homenagem não materializou na avenida a riqueza da história e dos símbolos de um país como o México, desenvolvido com pouca vitalidade e clareza, faltou-lhe criatividade e apuro estético. A realização ficou desproporcional e excessiva, denotando confusão - o que prejudicou o entendimento dos subtemas. As soluções iconográficas (alas 10/14/17/18/25/31) não beneficiaram a compreensão da narrativa, tornando os argumentos visualmente pobres e ainda mais confusos. O tema possibilitava uma leitura plástico-visual mais ousada e feliz numa avenida que um tema tão rico tenha tido um mal [ilegível].
2011Acadêmicos do SalgueiroEnredoaltaDEZ
2011Beija-Flor de NilópolisEnredoaltaDEZ
2011Estação Primeira de MangueiraEnredoaltaDEZ
2011Imperatriz LeopoldinenseEnredomédiaArgumento rico, de grande importância e densidade cultural ao apresentar a história da medicina e sua evolução através dos tempos, conduzida com alegria e criatividade. Mesmo ao tratar de um tema que transita por doenças, a narrativa foi comprometida por uma estruturação didática e linear, carecendo de um pouco mais de ousadia. No 4º setor, a ala 13 ("cidade dos tropeiros" e a "igreja católica") foi representada extremamente colorida, não contribuindo para o entendimento do supremo da mesma forma, da ala 17 não conseguiu materializar seu significado. A escola apresentou as alas 32 e 33 (4º setor) em ordem invertida, diferentemente do descrito no roteiro abre-alas, sendo penalizada em
2011Mocidade Independente de Padre MiguelEnredobaixaEnredo de caráter religioso, desenvolvido com excesso de informações, acarretando prejuízo da clareza e da compreensão da narrativa, sobretudo devido às vezes decorrente de soluções e signos visuais (alas 23, 24 e 27). Algumas alas ficam prejudicadas pela falta de elementos iconográficos de fácil reconhecimento (alas 03, 04, 06 e 07). Houve ausência de desdobramento, mente a necessidade de descrição da próxima ala. Penaliza-se, conforme regulamento da Liesa, as alas 14 e 35 viradas antes do desfile. Por o desdobramento de desfile [ilegível] no roteiro do livro abre-alas, sendo a escola penalizada conforme determina o regulamento da Liesa.
2011São ClementeEnredomédiaEnredo de exaltação à cidade do Rio de Janeiro, desenvolvido com alegria e entusiasmo, porém apresentado com pouca clareza nas soluções iconográficas de alegorias e alas. Não conseguindo materializar na avenida sua proposta (alas 9, 10 e 12). No 5º setor, não compareceu o destaque do chão (musa II - instalação musical?). Em contrapartida, no 6º e 7º setores foram apresentados destaques de chão não notificados no roteiro do livro abre-alas (setor C, à frente da ala 29; setor A, à frente da ala 30). Nos 3 casos, penaliza-se a escola de acordo com o regulamento da Liesa. Vale comentar ainda as alas do 7º setor que apresentaram-se formando uma fila indiana - como se fosse uma imensa [ilegível]
2011Unidos da TijucaEnredomédiaEnredo criativo e ousado, contudo confuso no encadeamento da narrativa. Apesar de apresentar algumas alegorias de grande apuro estético e impactantes (alegorias 1, 3 e 4 e elemento cenográfico "tubarão"), algumas soluções plástico-visuais pareceram recorrentes e revisitadas (alegoria 2 "avatar" e a ala 6 "guerra nas estrelas") não contribuindo para enriquecer o espetáculo. O tema "medo através do cinema" por vezes foi enfraquecido em favor de subtemas que não o complementam nem o favorecem com a devida adequação (alas 02, 03, 04, 05, 06, 10, 24). Sente-se a ausência - apesar de compreender a abrangência do tema - por isso, seu risco - de classificar os cinemas do "medo" como "psicose"
2011Unidos de Vila IsabelEnredomédiaEnredo sugestivo e curioso, que na roteirização demonstrou-se caudaloso, com excessos de subtemas e ganchos que dificultaram o entendimento de seus argumentos. Apesar de não pretender contar a história "cronológica" do capital, utilizou uma narrativa didática, com algumas alas representadas por soluções repetitivas, que tornou o todo, por vezes, monótono (alas 09, 10, 13, 14, 25, 26). No 5º setor, sente-se a ausência da figura de Maria Antonieta ao abordar a corte francesa. Também não ficou clara a relação da ala 19 ("apoiadores de Dilris"?) com o argumento defendido pela escola.
2011Unidos do Porto da PedraEnredoaltaDEZ
2012Beija-Flor de NilópolisEnredobaixaConcepção: Enredo de transcendência cultural que peca pelo excesso de ganchos e subtemas, prejudicando a exploração da ideia central que é a homenagem à cidade de São Luís do Maranhão. (Nota 4,9). Realização: Apesar de apresentar um desfile de grande impacto visual, como a alegoria 07 - que destaca o talento de grande potência visual chamada "trinta", a materialização de algumas alas (12, 33, 34 e 35) não foram elucidativas para a perfeita compreensão dos seus argumentos. Houve ainda a presença de um destaque na frente da ala 36, não identificado [continua]
2012Estação Primeira de MangueiraEnredomédiaConcepção: (Nota 5,0). Realização: Apresentando um enredo de extrema relevância para a história do samba, a escola defendeu seu tema com grande garra e criatividade nas alegorias. Contudo, o mesmo não aconteceu em algumas alas, que fizeram uso excessivo de descrições (desnecessárias) para expressar suas ideias. Ex: ala 32 (com placas "boêmios de Irajá"); ala 35 (com "cacique" nos chapéus); ala 38 (com "coisinha do pai" na fantasia) e ala 42 (com "vou festejar" nos arcos do esplendor). Nota 4,9.
2012Imperatriz LeopoldinenseEnredomédiaConcepção: Nota 5,0. Realização: Enredo de grande densidade e importância cultural em homenagem ao escritor Jorge Amado no ano de seu centenário. Apesar de um tema rico em imagens e ícones, a materialização na avenida foi prejudicada pela insistência na leitura de algumas alas (ex: alas 06 e 09, do 3º setor). A narrativa do enredo não teve o entendimento adequado devido à confusão de elementos iconográficos. As soluções plástico-visuais pareceram carecer de maior clareza, fazendo com que algumas alas lançassem mão da verbalização do seu significado (desnecessária nas fantasias) (Alas 10ª faculdade de direito) [continua]
2012Mocidade Independente de Padre MiguelEnredomédiaConcepção: Nota 5,0. Realização: Enredo relevante para a cultura nacional, que na avenida apresentou soluções plástico-visuais imprecisas, que prejudicaram sua compreensão (alas 15 e 16, no 4º setor); (ala 33, no 7º setor); (ala 40, no 8º setor). (Nota 4,9)
2012Renascer de JacarepaguáEnredomédiaConcepção: Enredo de grande mérito, que busca revelar a alma e contar a trajetória de um artista que, embora muito consumido, é pouco conhecido em seu próprio país. Embora cronológico, o desenvolvimento do narrativa não elucidou o impacto da pintura tenebrista de Caravaggio para o despertar da arte de Romero Britto, também não é explicitada a relação da pop-art de Andy Warhol com o artista pernambucano, como sugere a proposta do enredo no abre-alas. (Nota: 4,8). Realização: Embora extremamente colorida e alegre, faltou maior criatividade e ousadia nas alas e alegorias, com o uso recorrente dos mesmos signos. A materialização [continua]
2012São ClementeEnredomédiaConcepção: Enredo alegre e de grande apelo popular, que demonstra fragilidade no seu desenvolvimento pela ausência de um fio condutor que consiga unir os subtemas, apresentados nos setores, tornando a narrativa muito fragmentada. A inclusão do tripé "os acordes de um violinista" e da ala 16 "um violinista no telhado" parecem deslocados no 4º setor, cuja proposta era falar da censura. (4,9). Realização: Embora aborde os musicais e apresente algumas soluções plástico-visuais criativas e divertidas (alegoria 06, sobretudo), faltou maior ousadia e criatividade nas alas, que várias apresentaram fantasias similares (uso de cores) [continua]
2012União da Ilha do GovernadorEnredomédiaConcepção: Nota 5,0. Realização: A alegoria 07 não conseguiu transmitir a proposta de "uma cidade ainda mais maravilhosa", ficando incompreensível a presença de imensos círculos pretos (em formato de "bolo") no centro do carro. Ainda assim, a escola apresentou um espetáculo leve, criativo e divertido, unindo Londres e Rio com muita propriedade. (Nota 4,9)
2012Unidos do Porto da PedraEnredomédiaConcepção: Enredo inusitado, que pecou pela fragmentação e ausência de um fio condutor para seus argumentos, impedindo a sustentabilidade da narrativa, caudaloso na roteirização, o tema do enredo "logukate" aparece como subtema na maior parte do desfile, tornando confusos e frágeis os argumentos. (Nota 4,7). Realização: Uso de soluções iconográficas de difícil compreensão e materialização (comissão de frente "lactobacilos", alas 13, 25, 30, 31, 32 e alegoria 06). No 5º setor, a preferida de Gengis Khan veio após a ala 19, em desacordo com o aparato no 1º setor, apresentou-se um tapete de chão não identificado após [continua]
2013Acadêmicos do Grande RioEnredobaixaCONCEPÇÃO: Mais do que um tema, o enredo é um "manifesto" em defesa dos royalties advindos da exploração do petróleo pelo estado do RJ. Embora louvável, a crítica no roteiro pecou na falta de um fio condutor para o perfeito coesão entre os setores na escolha das alas do 14, 20 e 24 contribuem para a com[...]ção, já que parece mais coerente que o "turismo predário" seja parte do XVI "cultura e petróleo" do que no setor 4 [ilegível] como "camarão clamando" com peixe de réis" seja seguido de "restingada de rei" para um conjunto representando o platô na ala 14. A apresentação do roteiro foi realizando, a apresentação do roteiro de tematização do profeta do mar [ilegível] (cont.)
2013Acadêmicos do SalgueiroEnredobaixaCONCEPÇÃO: O enredo é apurado e visto como a "FAMA" - rico em significados, sobretudo na cultura ocidental. Foi desenvolvido com muito bom humor e sátira, no tom certo da crítica ao tema. No entanto, faltou uma linha condutora - tantas vezes usada com maestria pela agremiação - para "amarrar" os argumentos. Esta predia promoveu "ganchos" na narrativa com ruptura do setor 5 "PHOTOSHOP" para o setor 6 "PLEASURE ISLAND", ocorrendo ainda excesso de informações recorrentes e pouco (ou nada) associadas verdadeiramente ao tema "FAMA" como nas alas 25, 26 e 27, que fazem referências às saudações da Pleasure Island. NOTA: 4,9 (cont.)
2013Beija-Flor de NilópolisEnredobaixaCONCEPÇÃO: Com um enredo curioso e instigado, a escola apresentou alegorias e alas belíssimas e ricas, marcada pela agremiação. Entretanto, no tocante à narrativa que busca elucidar a origem do cavalo mangalarga marchador desde os primórdios, é necessário destacar o excesso de informações no setor 4, com subtemas recorrentes (ALA 18 "MAGIA CIGANA"; ALA 19 "PODER CIGANO"; ALA 20 "MATRIARCAS CIGANAS"; e ALA 21 "A DAMA DA CIGANA"; e ALA 22 "A FORÇA DOS CICLONES"), que - mais do que explicar a relação do pano cigano com o cavalo - prejudica o entendimento, tornando-o desenvolvimento cansativo, apesar da beleza plástica das fantasias. NOTA: 4,9 (cont.)
2013Inocentes de Belford RoxoEnredobaixaCONCEPÇÃO: O ensejo de importância cultural ao tratar aspectos dos 50 anos da imigração coreana que, embora não se proponha a escolha o tema, peca por não apresentar, em nenhum momento de sua roteirização, o "Rio chinês" - elemento que [j]més no meteforicamente, faz parte do enredo e do seu título. Sem um fio condutor claro, o enredo não sustenta com clareza suas ideias e argumentos. Um exemplo de argumentos semelhantes que aparecem em setores diferentes são as alas 03 "Letras" e 04 "No mandinga" que poderiam fazer parte, de modo mais coerente, do setor 4 "trações identitários". NOTA: 4,8. REALIZAÇÃO: A escola apresentou algumas boas soluções iconográfi[cas] (cont.)
2013Mocidade Independente de Padre MiguelEnredobaixaCONCEPÇÃO: É louvável a proposta do enredo da escola de promover a mistura "SAMBA E ROCK", livres de preconceitos, constituindo e desenvolvendo o nobre de maior ousadia. Já que atevesse, de forma linear, à cronologia dos fatos ocorridos nas edições do evento "ROCK IN RIO", há a incompreensão da ala 35 "Coluna GAGA", que faz referência ao ícone POP "LADY GAGA" já que a artista nunca participou de nenhuma edição do ROCK IN RIO, o que torna incoerente sua presença junto com outras alas relativas a artistas que ali participaram do festival (ALAS 1, 3, 6 e 7): "JOTA QUEST/CHARLIE BROWN JR.". NOTA: 4,8 (cont.)
2013PortelaEnredobaixaCONCEPÇÃO: 5,0. REALIZAÇÃO: Enredo de densidade cultural, apresentado com alegria e bom humor, ideais para o retrato e a homenagem ao subúrbio de Madureira. Houve, porém, pouca criatividade e apuro estético nas alas 15 e 33. Destaca-se também a indefinição e ausência do ícone "POMBA" citado no livro ABRE-ALAS para a ala 9 "FOLIA DO PIXINGUINHO". Houve ainda a inversão no desfile das componentes do dept. feminino que vieram entre as alas 33 e 34 (7º setor), reunidos a virem após a alegoria do PIXINGUINHO. Se a escola tivesse de acordo com o regulamento da LIESA. NOTA: 4,8
2013São ClementeEnredobaixaCONCEPÇÃO: Enredo criativo e divertido, desenvolvido com leveza e bom-humor sobre o "HORÁRIO NOBRE" e, como enfatiza a justificativa do enredo no livro ABRE-ALAS, sobre "novelas de todos os horários da televisão brasileira". Neste sentido, a pesquisa se mostrou limitada ao fazer referência apenas às novelas da Rede Globo, quando há outros momentos muito importantes desta TV brasileira que são as novelas e que sequer foram citadas. NOTA: 4,9. REALIZAÇÃO: É uma pena que a escola - que apresentou um desfile criativo e divertido (ALA 06 e 08) tenha some[...] (cont.)
2014Acadêmicos do Grande RioEnredomédiaConcepção: 4,9. O enredo em homenagem à cidade de Maricá, usando como recurso narrativo o olhar da cantora Maysa, fez um desenvolvimento de grande apuro estético. Contudo, no tocante ao roteiro, o fio condutor do enredo (o olhar de Maysa) se perdeu, logo nos setores 3 e 4, quando o excesso de referências a Darwin e suas descobertas na sua cidade abriram questões sobre a lembrança ou associação com a cantora, esticando-se o subtema, prejudicando o fluidez da história. Realização: 5,0.
2014Beija-Flor de NilópolisEnredobaixaConcepção: 4,8. Utilizando a história da comunicação, a escola homenageia o BNI, figura ímpar em nosso país. No entanto, a homenagem resulta num desenvolvimento muitas vezes confuso, agrupando "sanções" e subtemas que acabam por comprometer tanto o entendimento acerca da história da comunicação como da vida do homenageado. As alas 15 a 16 (vinho e requinte da gastronomia), embora apresentem aspectos da personalidade do BNI, em nada contribuem para o melhor entendimento de sua história midiática associada à comunicação e, ainda que o enredo não se pretenda cronológico, parece haver uma incoerência na roteirização do [continua na p.5] enredo. Realização: 5,0.
2014Estação Primeira de MangueiraEnredomédiaConcepção: 5,0. Realização: 4,9. Com um enredo alegre, que transformou a Sapucaí numa grande reunião de festejos, tendo o carnaval como a maior delas, a escola apresentou um destaque de chão não citado no livro abre-alas "à frente da ala 19". Houve também a presença do 3º casal de MS/PB "à frente da ala 33", em desacordo com o roteiro entregue. Por estes motivos penaliza-se a escola de acordo com o regulamento da LIESA.
2014Império da TijucaEnredomédiaConcepção: 4,4. Enredo afro, festivo e empolgante, de grande densidade cultural, que apresenta o "batuk" (som/ritmo) através dos terreiros, lugares e celebrações. Em seu desenvolvimento narrativo, peca pelo excesso de referências a festejos de caráter religioso (setores 3 e 4). Não havendo novas informações que enriqueçam a narrativa, o que resulta algumas vezes num agrupamento de "mais do mesmo", tornando-a redundante. Realização: 4,3. Embora tenha feito a Sapucaí tremer, a apresentação teve momentos irregulares, com soluções plástico-visuais imprecisas, pouco criativas e de difícil leitura (alas 02, 04, 06 e 23). Houve ausência [continua na p.5] do destaque de chão "misticismo africano" no setor 3, em contrapartida, notou-se a presença de destaques não citados no abre-alas, após a ala 12 (umbanda) e a ala 12 (dança de fogo). Outro destaque a não se apresentar foi "divina paz", que deveria ter vindo após a ala 16. Por tais motivos, penaliza-se a escola de acordo com o regulamento da LIESA.
2014Mocidade Independente de Padre MiguelEnredobaixaConcepção: 4,9. Enredo que homenageia Pernambuco e Fernando Pinto através da recriação de seus antológicos carnavais. Na roteirização, a ala 02 (universo barroco "deslocado" do seu contexto, já que sua proposta é uma releitura do enredo "Ziriguidum" de 1985) que é introduzido no 1º setor, o que provoca uma falta de coesão à narrativa. Realização: 4,7. Após a ala 12 (papangus de bezerros) apresentou-se uma ala não-identificada ou de difícil leitura, de mesmo modo, não foi possível identificar a ala 13 (caretas de triunfo). Houve ainda ausência do grupo alegórico "carnaval espacial" antes da ala 30 [continua na p.9] marcação espacial, acrescenta-se também a dificuldade de identificação da ala 32 (boi - fundo espaçoso sem qualquer alusão à figura do boi).
2014PortelaEnredomédiaConcepção: 5,0. Realização: 4,9. Com um enredo de grande relevância cultural, desenvolvido e apresentado com fluidez e coesão, agrupando suas alas e alegorias de fácil compreensão e beleza estética, a escola - infelizmente - apresentou o tripé "ídolos do rádio", após a ala 23, como descrito no abre-alas, sendo por isso penalizada cumprindo o determinado no regulamento da LIESA.
2014São ClementeEnredomédiaConcepção: 4,9. A escola celebra a favela com criatividade e irreverência - características da agremiação - mas peca no roteiro/associação de grande apuro mas alas numa ordem que prejudica a aderência e o entendimento, ex.: o samba (ala 15) aparece depois do samba de roda (ala 14), quando historicamente esta é sua vertente. Da mesma forma, o fosjonal (ala 18), que é citado como "avô do samba" surge "deslocado" entre as alas 17 e 19, funkeiros e "rap", respectivamente. Realização: 4,9. Percebe-se uma certa incoerência entre alas e alegorias, sobretudo no setor 06, cujas soluções [continua na p.5] plásticas e iconográficas sugerem muito mais riqueza e opulência do que miséria.
2014Unidos de Vila IsabelEnredobaixaConcepção: 4,9. Enredo de importância cultural, ao apresentar a pluralidade brasileira alicerçada em duas vertentes (natureza e cultura), representadas por seus defensores: chico mendes e câmara pascoal. O desenvolvimento da narrativa, que sugere esses dois polos (natureza/cultura) não se expressa no setor 03, onde o ecossistema masculino é explorado de forma expressiva, sem relação com as duas figuras (chico/câmara), que perpassa em todos os outros setores. Realização: 4,8. A escola apresentou um desfile de alegorias com apuro estético, mas algumas alas de difícil [continua na p.9] elucidação, como por exemplo a ala 2, cuja pintura pareceu incompleta, impossibilitando seu entendimento. Assim também ocorreu com as alas 4, 24 e 31, que não conseguiram materializar suas propostas na avenida. Houve ainda incorreções com a presença do 2º casal de MS/PB à frente da ala 23 (país do xingu) e do tripé bi grupo bois "e após a ala 29 (plantação de arroz) diferenciando-se do roteiro abre-alas, penalizando-se a escola em conformidade com o regulamento da LIESA.
2015Acadêmicos do Grande RioEnredoaltaDEZ
2015Acadêmicos do SalgueiroEnredobaixaConcepção: 4,9. Enredo deliciosamente divertido e de grande contribuição cultural, ao apresentar a gênese dos saberes e sabores de Minas. Apesar da senhora de ganhos e sabores, têm resolvidos a roteirização do enredo comprometeu sua perfeita compreensão ao estabelecer uma quebra narrativa do 2º para o 3º setor, criando um "hiato" entre a descoberta do ouro e diamantes em Minas (1643) e as influências advindas destas, isto é, a chegada dos escravos negros. Neste sentido, tornar-se confuso ao apresentar os "novos modos e costumes" (3º setor) antes da ambição do ouro (4º setor), já que a causa (exploração do ouro) [cont.] e diamantes em Minas) deveria preceder (a) sinfluências/resultados, tais como na culinária do estado. Realização: 5,0.
2015Beija-Flor de NilópolisEnredobaixaConcepção: 5,0. Realização: 4,9. Enredo de densidade cultural que apresenta uma face nova da África (Guiné Equatorial) pouco conhecida e tão próxima dos brasileiros, em sua apresentação, a escola impressionou pela riqueza e qualidade de suas fantasias e alegorias. Todavia, a beleza plástica não se traduziu em signos de fácil assimilação. O excesso de informações e algumas soluções iconográficas recorrentes enfraqueceram seu poder comunicacional e prejudicaram o entendimento claro da narrativa, sobretudo nas alas 19 e 21 (setor 4), alas 35 e 36 [?] [cont. em observações finais: (setor 6) e alas 37 e 39 (setor 7)].
2015Estação Primeira de MangueiraEnredomédiaConcepção: 5,0 e realização: 4,9. Enredo que parte da premissa de homenagear as mulheres de Mangueira para homenagear todas as mulheres brasileiras. A escola apresentou um verdadeiro poema na avenida, defendido com garra e amor, entretanto, com a ausência de algumas soluções iconográficas, o que dificultou o perfeito entendimento de seus significados (ala 4, sem lanças e ala 28, sem sombrinhas).
2015Imperatriz LeopoldinenseEnredoaltaDEZ
2015Mocidade Independente de Padre MiguelEnredoaltaDEZ
2015PortelaEnredoaltaDEZ
2015São ClementeEnredoaltaDEZ
2015União da Ilha do GovernadorEnredoaltaDEZ
2015Unidos da TijucaEnredobaixaConcepção: 4,9. Enredo divertido e leve para falar de um lugar quase sempre associado ao frio (a precisão) e ao rigor, como a Suíça. Embora tenha apresentado um enredo não-linear, faltou ao desenvolvimento um fio condutor, de fato, que integrasse os subtemas ao longo dos setores, já que a figura de Clóvis Bornay (o narrador) só aparece no início (comissão de frente) e no fim (alegoria carnaval do ponto). Em vários momentos, sente-se a falta do olhar de Clóvis Bornay no desfile, sobretudo no que diz respeito ao luxo das fantasias [cont. em observações finais].
2015Unidos de Vila IsabelEnredomédiaConcepção: 4,7. Enredo de importância cultural, por unir o erudito e o popular, em homenagem aos 80 anos do maestro Isaac Karabtchevsky. Apesar da proposta ousada, houve incoerências no desenvolvimento do enredo, que prejudicaram sua melhor compreensão, destaca-se a inserção da ala "Barbeiro de Sevilha" no 4º setor (sinfonia) quando o próprio apresenta a descreve como obra. Desse modo faria mais sentido posicioná-la no 6º setor (óperas). Da mesma forma, seria mais adequado a presença do "Cisne Branco" / "Cisne Negro" / "Guardiões do Cisne" no 5º setor, que explora o subtema ballet. Realização: 4,9. Necessário comentar ainda a aparição do teatro Kabuki no 6º setor, associado à ópera Madame Butterfly, quando, na verdade, o Kabuki, ainda que seja a maior expressão do teatro japonês, não é uma ópera, nem sequer conta com uma orquestra. Realização: 4,9. A escola surpreendeu com alegorias e fantasias belíssimas, mas não apresentou os escravos com estandartes ladeando o tripé "Esfinge", como descrito no livro abre-alas, sendo por isso penalizada em conformidade com o regulamento da LIESA.
2015Unidos do ViradouroEnredomédiaConcepção: 4,9. Enredo de cunho cultural, que inova ao ser construído a partir das músicas do poeta Luiz Carlos da Vila, em exaltação ao legado dos negros no Brasil. Seu desenvolvimento peca pela redundância em algumas alas, o que torna a narrativa cansativa (alas 8, 9, 24, 25). Em contrapartida, sente-se a ausência de uma ala que represente a amamentação no 4º setor (cura e amamentação). Realização: 4,8. Defendido com raça, o desfile contou com algumas alas que não conseguiram elucidar seus significados na avenida, como o grupo performático Girafas (1º setor), que pareceu [cont.] estar sem a cabeça da girafa. A difícil compreensão também se estende às alas 12 e 24.
2016Acadêmicos do Grande RioEnredobaixaCONCEPÇÃO: 4,9. Enredo de importância cultural ao [ressaltar?] a importância de santos através das águas da fonte do Jordão. Embora a base do desenvolvimento da [trama?] tenha sido a história da Caixa [d'água?], pecou pelo excessivo destaque, conferido ao subtema "futebol" ([setores?] 4 e 5, [uma?] cidade gloriosa em tudo [que?] [faz?] e [maestria?] [nosso?] [time?] [pelé?]), os [2?] setores valorizaram em demasia elementos associados ao universo futebolístico, o que tornou um [hiato?] na narrativa histórica, reduzindo o significado e a importância de santos dos contos de futebol [como?] [as?] [alas?] [17,18,19,20,21,22,23,24,25 e 26?]. REALIZAÇÃO: 5,0
2016Beija-Flor de NilópolisEnredobaixaCONCEPÇÃO: 4,9. Enredo de densidade cultural, que [nos?] [revela?] a [proeza?] do [Marquês?] [de?] [Sapucaí?], personagem do Brasil imperial, com [um?] [nome?] na [avenida?] do samba, grandioso em [bom?] [todos?] os sentidos, o espetáculo foi rico em detalhes e belíssimo no uso de elementos plástico-visuais, entretanto, apesar do amplo estético do desfile, a narrativa carece de uma explicação mais clara da [ária?] da [relação?] do homenageado com o [Sapucaí?] (o que de fato nunca existiu ou foi raras). Desenvolvida com subtemas, pouco se [levantes?] para a defesa e a compreensão da [ideia?] geral, nas alas 05, 21, 32 e 33 pareceram existir para tentar [dar?] [ao?] enredo [uma?] [legenda?] que [exigiria?] o setor [ilegível]
2016Estácio de SáEnredobaixaCONCEPÇÃO: 4,9. De abordagem histórica, o enredo lança luz sobre um dos santos mais queridos e cultuados, tendo pela igreja católica importância como protagonismo africano. Apresentou, com brilho e paixão pelo desfile, a homenagem ao [seu?] mártir. Em sua interpretação, comprometeu [levemente?] [com?] o enredo, [que?] de [as?] alas 19 e 20 [trazem?] [as?] [riquezas?] e [São?] Jorge [Padroeiro?] [da?] [Igreja?] [pareceram?] [deslocados?] no [setor?] 4 [Apraz?] [legenda?] [fazendo?] mais sentido no setor 3, dedicado à crença de São Jorge pelo mundo, particularmente na Europa. REALIZAÇÃO: 4,9. As alegorias não tiveram a mesma qualidade estética [como?] o [abertura?] do mártir [ilegível], no setor [ilegível]
2016Imperatriz LeopoldinenseEnredobaixaCONCEPÇÃO: 4,9. Enredo de [grande?] apelo popular ao [contundente?] a bela síntese da [paragem?] e [unidade?]. Embora os setores tenham bom [bem?] [desenvolvido?] dos pares à invasão da ala 2, [as?] [várias?] alas [precisam?] [ou?] [contam?] a [retroatividade?] a [ala?] 12 [não?] do [bem?] [final?], [as?] várias questões da terra e a [importância?] [histórica?] sobre a [proteção?] da [não?] olhada às [bons?] [vindos?] da [terra?] do [campo?], [quando?] como o humor que [resolve?] [na?] [ala?] [final?], outrossim, a [ala?] 2 [parece?] [deslocada?] dentro deste [setor?] 4 ([fez?] o [trabalho?] [no?] [setor?] 4 [fez?] e [equilibrado?]...
2016Mocidade Independente de Padre MiguelEnredobaixaCONCEPÇÃO: 5,0. REALIZAÇÃO: 4,9. Com um enredo de crítica social, a escola apresentou criatividade em suas soluções visuais, [contudo?], cometeu alguns deslizes, como na ala 2 ([setor?] 4) "Somos todos palhaços", que não conseguiu materializar sua proposta na avenida devido à ausência da marionete (descrita no livro abre-alas) e/ou de quem quer, elemento (ex.: nariz de palhaço/vermelho) que remetesse à ideia de um palhaço (o [pano?] manipulado, ou [tipse?] ainda na ala 8 ([setor?] 2) que desfilou sem a haste que representaria o sol do [enredo?] "Abá-Aru de Tarsila do Amaral", também [pareceram?] no livro abre-alas...
2016São ClementeEnredobaixaCONCEPÇÃO: 4,9. Divertido o enredo apresenta um [desfile?] de [travesso?], como [com?] os dias atuais, passando pela crítica social na [forma?] [da?] [comédia?] e ironia, ao [romantizar?] que a ala do conde [d'avno?], sente o [embate?] antes da [abertura?] do [um?] [final?] [pelve?], [conduzindo?] o [torque?] do enredo (ala 4, no [setor?] 1, [escala?] [esquadra?] não tem alas ou mostra precisão [com?] o nível [ilegível] [educada?]). REALIZAÇÃO: 4,8. [Representação?] alegre mas [irregular?] no [trabalho?] do [maior?] estético da arte [popular?], a [pop?] [arte?] [sintetizada?] o ônus [da?] [comédia?], um [tema?] requereria suporte [mais?] [refinado?] e humor[?] na [forma?] da arte, no [excesso?] e humor nas alegorias [ilegível]
2016União da Ilha do GovernadorEnredobaixaCONCEPÇÃO: 4,9. Enredo atual e bem-humorado, que peca [apenas?] no excesso de informações da [marca?] [do?] [jogo?], o perfil e estilo de vida carioca e sua relação natural/esportiva com o quanto [embora?] [questione?] a [protagonista?] do [bem?] [desenvolvida?] uma narrativa fragmentada e confusa, [comentar?] [que?] [particularmente?] [a?] inclusão do [ilegível] mestre marcial [ilegível] no setor 4 (o [original?] [parece?] [deslocado?] e incoerente ao [ilegível] que parece deslocado e incoerente ao lado de outras alas relacionadas a esportes [carioca?], a fantasia de bateria, de artes marciais, também causa estranheza nesse setor. REALIZAÇÃO: 4,8.
2016Unidos da TijucaEnredobaixaCONCEPÇÃO: 4,9. Enredo que faz bela homenagem à história da agricultura, destacando[-se?] a importância do trabalho do homem do [campo?]. Desenvolvida com [riqueza?], a narrativa causa certo estranhamento em dois setores, no setor 4, ainda que se pudesse compreender o sentido mais amplo e metafórico da expressão "siclo sagrado" - parece inadequada à existência de uma ala sobre "peixes" abrindo um setor que apresenta após [grandes?] [blocos?] alocados [milho?] e [soja?] para a [soja?], outro [ponto?] de estranheza é a presença de uma ala sobre a [água?] [não?] importante [para?] a vida e a agricultura...
2018Acadêmicos do Grande RioEnredobaixaConcepção: 4,8. Enredo de grande apelo popular, ao homenagear um dos maiores comunicadores brasileiros, através da sua leveza e propondo ao centro a história do circo e que possui grande criatividade numa biografia. O enredo busca apresentar de forma fácil e fluida o início da televisão (combina descrição dos personagens), o circo, a TV no Brasil até o surgimento do Sílvio Santos no SBT. Embora um belo desfile, percebe-se no quesito alas logo após o início, dificuldade na descrição entre TV e circo. Inclusive nas alegorias na própria fala do enredo, que apresenta o início (alas 23,24,25,26) [continua]
2018Acadêmicos do SalgueiroEnredobaixaConcepção: 4,9. Enredo de grande densidade e importância cultural, que ratifica a essência da mulher negra para a humanidade. Foi a sustentar uma proposta criativa, com elementos visuais nas peculiaridades visuais sua fragilidade. Embora aborde a mulher negra. Tendo um percurso, há toda força da condição da narrativa na "obrigatória da fidelidade", retratando por pequeno das alas logo após o início que da percepção, irradiando da arte forma, retratando a mulher em segmentos da grandeza (alas 04,05,06,07,08,09,11,12,13,14,16). Tal escolha parece interessante [continua]
2018Estação Primeira de MangueiraEnredobaixaConcepção: 4,9. A Escola apresenta um enredo de grande pertinência ao trazer o Heitor dos Prazeres (desenvolvimento técnico-pessoal do sambista), buscando aludir que a arte popular não tem fronteiras para os negros à margem. Toda a sua abordagem fato como o ideal proposto da fácil percepção numa síntese da figura/personagem retratada. A riqueza e relevância do enredo se mantém por toda a Escola, [continua]
2018Império SerranoEnredobaixaConcepção: 4,9. Enredo de dimensão cultural, que busca apresentar uma viagem ao Império Chinês, fortalecendo os laços entre o Oriente e o Ocidente. Na realização, observa-se uma trajetória narrativa entre as alas 25,26,27,28 em relações com a percussão (22,23,24). Ainda que pareça interessante, percebe-se uma analogia entre o Império Chinês e o Império Serrano, fazendo menção à modernura atual aparece de forma abrupta, quase "presa", quebrando o ritmo da narrativa. (-0,1). Realização: 4,9. Apesar de um belo desfile, o enredo careceu na fluidez de fácil entendimento [continua]
2018São ClementeEnredobaixaConcepção: 5,0. Realização: 4,8. A Escola apresentou uma justa e importante homenagem ao 100 anos da Escola de Belas Artes, demonstrando a grandeza da Academia e os que por ela estão adormecidos. Embora referindo em alguns das alas criativas e de grande apuro estético [alas 04,22,24] e alegorias (01 e 02), percebe-se na aproximação onde um desnível em termos de criatividade e impacto comunicacional no ala 5, principalmente em relação aos tripés "Encerão" e "Bem-cheiro vai sorrir". Comprovado ao meio da Escola, seu encerramento careceu de maior criatividade [continua]
2018União da Ilha do GovernadorEnredobaixaConcepção: 4,9. Enredo divertido e desenvolvido com leveza e bom humor - o caso histórico-folclórico da Bruxa. Mar (durante a interpretação, a ala 22 Tatuí-9) parece adornado, com clareza na proposta, em especial nas alas 13,14 (estão ligados, num caso ou outro), durante a relação direta com um grande lado da charanga, retrata a temática num inteiro com criatividade que dá vida à proposta. A inevitável questão da Bruxa (alas 04,06,09) impacta com humor. Saga e Banana. (-0,1). Realização: 4,9. A Escola apresentou em sua relação com a fluidez e o sentido realístico com seu enredo. Embora [continua]
2018Unidos de Vila IsabelEnredobaixaConcepção: 5,0. Realização: 4,9. Enredo curioso e muito interessante, ao apresentar a grande integração da humanidade que nos transporta a um futuro. Apesar de alguns momentos criativos e estéticos (com a proposta cenográfica condizente com a proposta) (alas 01,02 e 03 e alas 03 e 13). A qualidade e impacto criativos da abertura (comissão e alas-aias) não se mantém no encerramento do desfile, em especial na alegoria 06, em peças ousadia e criatividade para fechar um desfile que fala de futuro. Também [continua]
2019Acadêmicos do Grande RioEnredobaixaConcepção: Dividido[?] provocativo da abordagem [?] [ilegível] a [ilegível] que [ilegível] através do [ilegível] e da [?] [ilegível] [ilegível] [ilegível] do [ilegível] dos[?] seres humanos. Relacionado através de quadros, [ilegível] [ilegível] e [ilegível] [ilegível] para [?] [ilegível] os [?] [ilegível] 03, 04 e 05 [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] do [ilegível] 06 [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] um [ilegível] [ilegível] [ilegível] no que [?] [ilegível] [ilegível]-se a uma [ilegível] [ilegível] [?] [ilegível] o [ilegível] [?] [ilegível] [?]. "Não [?] [ilegível] que torta a [?] "Pesquisa quanto "agronomia" [ilegível] interpretação, e [ilegível] na realização, em toda [ilegível] em toda [ilegível]. [ilegível] o que [ilegível] e os [ilegível] [ilegível] outros, [ilegível] o [ilegível] tema [ilegível], [ilegível] [ilegível] o [ilegível] [ilegível] 4,9 (cont.)
2019Beija-Flor de NilópolisEnredobaixaConcepção: Dividida de grande relevância no [ilegível] da homenagem [ilegível] do tempo [ilegível] da Beija-Flor. Bem definido [ilegível] um [?] que [?] fazer [ilegível] uma viagem ao [?] do enredo de [?] [ilegível] de [?] [ilegível]. [ilegível] na [ilegível] da Beija-Flor [?] [ilegível] no [ilegível], conferindo informação do livro das ideias [?] [ilegível] e [ilegível] da [?] [ilegível] ao longo da [ilegível] que [ilegível] [ilegível] a uma [ilegível] do tema [?] [?] [ilegível]. [ilegível] [?] uma [ilegível] de [?] [ilegível] [ilegível]-se [ilegível] uma [ilegível] [ilegível] [?] [ilegível] o [?] [ilegível]-se a [?] [ilegível] [ilegível] [ilegível] do [?] [?] da [ilegível] 04 e 05 [ilegível] [ilegível] [ilegível] [?] e Brasilidade, [ilegível] na realidade, [ilegível] [ilegível]. 4,8 (cont.)
2019Imperatriz LeopoldinenseEnredobaixaConcepção: Dividida de alto teor crítico, [ilegível] [ilegível] [?] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível]. Em [ilegível] a [ilegível] a [ilegível] 4,9. Bela a [ilegível] e [ilegível] [ilegível] a [ilegível] que [ilegível] a [ilegível] em sala 4. Tempos [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível]. Bem [ilegível] na realização em uma [ilegível] de [ilegível] e [ilegível] [ilegível] em [?] [?] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] os [ilegível]. [ilegível] [?] [ilegível] e destaca o [ilegível] do [ilegível] e [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [?] na [?] [?] da [ilegível] 06 e [ilegível] [ilegível] [ilegível] que não [ilegível] [ilegível] uma [ilegível] [ilegível] [?] [ilegível] [ilegível] [ilegível] e [ilegível] de [ilegível] no [ilegível] [ilegível] [ilegível] 4,8 (cont.)
2019Império SerranoEnredobaixaConcepção: Dividida por [?] uma sala a "cuca", lavando apresentar definindo visão sob o [?] [ilegível] do enredo, complexo sob a fortaleza. Embora bem [?] estruturado, em subtemas a abordagem das obras [ilegível]. A demanda em ambos[?] os quesitos se relacionam. "Galomexico" não atualiza-se na realização [ilegível] [?] do quesito, justificando o [ilegível] tal redução[?] e parte do [ilegível]. Refletindo-se na [?] vez a obra os enseio uma pequena distorção conexão ou complemento. O subtema em sua valia, [ilegível] em [?] elogiada, refletindo no [?] tema, com pequenos e relevante uma versão. O [?] [ilegível] [ilegível] os Carlinhos[?] e [ilegível] na chamada "Era dos Tons", [ilegível]-se ao [ilegível] [ilegível] da [?] [ilegível] [ilegível] e [ilegível] o [ilegível] um [ilegível] [ilegível] do [?] da do[ilegível] [ilegível] do [ilegível] e [ilegível]. 4,8 (cont.)
2019Mocidade Independente de Padre MiguelEnredomédiaConcepção: 5,0. Realização: Dividida muito interessante e bem [ilegível] ao abordar em [?] [ilegível] complexo, amplo e [ilegível] como o Tempo. Não [?] tendo apresentado [ilegível] [ilegível] e [?] [ilegível], na [ilegível] [ilegível] um [?] [ilegível] no maior teor da [ilegível] e apuro estético nas alegorias 05 e 06, configurando-se em um desfile um tanto [ilegível] e [ilegível]. 4,9
2019Paraíso do TuiutiEnredobaixaConcepção: 5,0. Realização: Dividida extremamente [?] [ilegível] e [ilegível] [ilegível] com [ilegível], a [ilegível] pelo [ilegível] que [ilegível] a história [ilegível] [ilegível] da [ilegível] do [ilegível] José. O [?] [ilegível] [ilegível] a ideia [ilegível] da [ilegível], [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] um certo [ilegível] [ilegível] [?] [ilegível] na alegoria 03 e 05, [ilegível] [ilegível] com [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [?] os [ilegível] [ilegível] [ilegível]. Importante destacar também o excesso de [ilegível] na [ilegível] em [?] [ilegível] em [ilegível] alas [ilegível] [ilegível] em [ilegível] [?] [ilegível] que [ilegível] [ilegível] [ilegível] [?] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] que não [?] um [?] [ilegível] [ilegível] [ilegível] a [ilegível] [ilegível] [ilegível] da [ilegível] (cont.)
2019São ClementeEnredobaixaConcepção: Dividida bastante oportuna ao se [ilegível] o [ilegível] em [ilegível] [ilegível] [?] [ilegível] da era [ilegível], o [ilegível]. Embora aparente [?] [ilegível] tem [ilegível] em sua [ilegível] da [?] [ilegível] para [ilegível] [ilegível]-se na [ilegível] os [ilegível] [ilegível] [ilegível] [?] [ilegível] [ilegível] [ilegível] da mesma [ilegível]. 4,9. [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] e [ilegível] bem [ilegível] [ilegível] [ilegível] uma [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [?] da [ilegível] [ilegível] [ilegível] do [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] o [ilegível] [ilegível] [ilegível] de [?] do [?]. 4,9 (cont.)
2019União da Ilha do GovernadorEnredobaixaConcepção: Dividida relevante para a cultura [ilegível] se apresentar e [ilegível] através de uma [?] [ilegível] entre os autores [?] e o [ilegível] e fora do líderes[?]. Embora a [?] [ilegível] seja [ilegível] e [ilegível] [ilegível] [ilegível] do enredo se [ilegível] por razão da [ilegível] [?] [ilegível]. [ilegível]. O [ilegível] [ilegível] a uma [ilegível] que [ilegível] [ilegível] dos autores ao [ilegível] de toda a narrativa. É [?] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] dúvida ao autor um claro e objetivo da [?] [ilegível]. [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] do [ilegível] de [?] [ilegível]. No [ilegível] a [?] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] em [?] [ilegível]-se [ilegível] [ilegível] e [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] entre as [ilegível] e sua [ilegível] em [?] [ilegível] [ilegível] [ilegível] pelos autores na [ilegível] e a [ilegível] dos[?] [ilegível] [ilegível]. 4,9 (cont.)
2019Unidos de Vila IsabelEnredobaixaConcepção: Dividida de grande relevância [?] [ilegível] cultural ao apresentar a [ilegível] de [ilegível], em [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] na [ilegível]. Bem [ilegível] e definido em [?] [ilegível] [ilegível] e [ilegível], [ilegível] [ilegível] os [?] e tem o [ilegível] [?] da [ilegível]. [ilegível] [?] uma [?] [ilegível] [ilegível] [ilegível] e a [ilegível] [ilegível] [ilegível] em uma [ilegível] [ilegível] a [ilegível] da [ilegível] de Beneditinho (1888)[?] [ilegível] da [ilegível] [ilegível] [ilegível] (1981)[?] [ilegível] [ilegível] a [ilegível] do [ilegível] na sala 5 ["Glória[?] [ilegível] [?] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] 4 dos[?] [ilegível] [ilegível] [?]. [ilegível] [ilegível] [?] na [ilegível] [ilegível] [ilegível] [ilegível] e [ilegível] o [ilegível] [?]. 4,9. Realização: 5,0
2020Acadêmicos do Grande RioEnredoaltaDez
2020Acadêmicos do SalgueiroEnredobaixaConcepção: Enredo original e de grande importância cultural ao homenagear a vida e a obra do multiartista Benjamin de Oliveira e provar [ilegível] mais negro do país. O reflexo [ilegível] foi muito ousado e o foi a longo [ilegível] de uma vida circografia [ilegível] um universo fragmentado que evita, como o teatro, a música, ao retorno no setor 3 [ilegível] um [ilegível] da subtema ["palavras"] com a temática dos [ilegível] roteiros [?] cenários, danças e personagens de muito [ilegível], dos quais [ilegível] sua presença na estação a figura do artista Benjamin nesse contexto. (4,9) Realização: 5,0
2020Beija-Flor de NilópolisEnredobaixaConcepção: Enredo criativo, que reveste a importância das cores, talhas, caminhos, estradas, terra, vias de terra, conotação simbólica [ilegível] [ilegível] revela, já na própria denominação, e assim, de difícil entendimento em alguns momentos, faz uso da escrita narrativa em todos os lados em matizes [ilegível] como muito diversamente vasta [ilegível] o profundo de cores e imagens ao expor como metáfora as cores como algo real - presença a temporalidade época da [ilegível] estética e da qualidade plástico-visual das alas e alegorias. É a abordagem simbólica que demanda a extensão do enredo e a clareza revelando para uma temática tão ampla. (4,9) Realização: 5,0
2020Estação Primeira de MangueiraEnredoaltaDez
2020Estácio de SáEnredobaixaConcepção: Enredo carregado de abordagem poética, que dialoga sobre o tema Tatá e sua relação com a humanidade [ilegível]. O desenvolvimento [ilegível] dispondo direção [ilegível] com a temática principal [ilegível]. O único senão fica por conta na [?] sutil falha na estrutura em [ilegível] sobre a [ilegível] da narrativa, que se estende ainda na sinopse. (4,9) Realização: Ao alegórico e plástico expressivo, sua [ilegível] com uma leitura plástica fiel ao enredo. Centrado num clima [ilegível] da [?], que abriu o desfile, à alegoria [?] [ilegível] [?] num desfecho [ilegível] [ilegível] do roteiro proposto.
2020Mocidade Independente de Padre MiguelEnredoaltaDez
2020Paraíso do TuiutiEnredobaixaConcepção: Enredo de densidade cultural ao contar a história de luta com Sebastião em alusão ao Santo São Sebastião, apontando convergências entre os dois personagens. Embora o Título da Bandeira [ilegível] São Sebastião e [?] [ilegível] [ilegível] num culto descritivo na competência da sinopse e [ilegível] na sua exposição [ilegível] entre os 3,4 [?] como se este livro apresenta condizente para o [ilegível] do santo Sebastião, [ilegível] [ilegível] em uma [ilegível] que [ilegível] [?] [ilegível] o destaque o santo. Essa divisão fragmentada do enredo presume para a sinopse a narrativa e o seu encadeamento. (4,9) Realização: 5,0
2020PortelaEnredoaltaDez
2020São ClementeEnredoaltaDez
2020União da Ilha do GovernadorEnredobaixaConcepção: Enredo crítico sobre as mazelas e lutas que enfrentam os moradores das comunidades ["pobres"], desenvolvido com grande carga dramática em alas e alegorias. O universo multiplicado dos fundos foi bem explorado na narrativa, trazendo um título em alusão ao subtema ["favelização"] das classes [ilegível] [ilegível] [ilegível] a uma [?] [ilegível] [?] [ilegível] [respeitavelmente] tornou o desfile coeso na sua repetição com fantasias semelhantes que valorizaram para uma apresentação pouco rica. (4,9) Realização: A Escola apresenta alegoria e tema [?] comunicacional, conseguindo trazer diálogo diverso aspectos da vida dos moradores da favelas num crescendo de imagens [ilegível] [ilegível] na pobreza dos primeiros [ilegível] que se faz presente na demais alegorias, criando uma
2020Unidos da TijucaEnredoaltaDez
2020Unidos de Vila IsabelEnredobaixaConcepção: Enredo de relevância cultural, que apresenta a amplitude num ["nascimento"] da brasilidade a partir de uma viagem inaugural por aspectos diversos - histórias, sonhos e culturais - compõem a nação brasileira em seus diversos rituais de projeção de personagens e festas e [ilegível] nas páginas da sinopse além [ilegível] [ilegível] a transmedia [?] um forte sentido durante a narrativa, ainda que se complementa a integração da identidade da Brasília enquanto [ilegível] da [ilegível] e a [ilegível] complexa e diversa em imagens fragmentadas dos diferentes estados brasileiros e pouca homogeneidade [ilegível] do país. O conteúdo se torna abrangente [ilegível] e a linha estética para explicar o nascimento da Brasília não fica [ilegível] suficientemente claro na linha da
2020Unidos do ViradouroEnredoaltaDez
2022Acadêmicos do SalgueiroEnredobaixaConcepção: Retira-se 01 décimo pela falta de alas relacionadas à "dança" estarem dispersas no Setor 3, o que compromete a coerência na setorização, já que os Setores 4 que apresenta o título "Festa, Dança e Reisita". Sendo assim, faria mais sentido o encadeamento narrativo se as alas 15 ("Sapucaí" [ou?] mistura dança, luta e esporte), 16 ("Cordão da Bola Preta" - dança), 20 ("O cirineu casa de [ilegível] Baptista" - dança), assim como o Diálogo de chão "Dança Afro" estivessem no quarto setor, evitando por serem representações de dança. (4,9) Realização: Retira-se 01 décimo pela pouca criatividade da alegoria 5 e seus componentes, já que a apresentação trazia signos e elementos vivos que, ao buscar traduzir o problema de uma cena, peca pela ausência de soluções plástico-visuais mais provocadoras. (4,9)
2022Estação Primeira de MangueiraEnredobaixaConcepção: Retira-se 01 décimo pelo desequilíbrio na construção [narrativa?] em relação à importância da homenagem ao [ilegível] apresentado, à dia 2020 [ilegível] primeira [ilegível], abordando a infância de [ilegível], de maneira tão sutil que se [ilegível]. A [ilegível] que aproveita [ilegível] na sua [ilegível] e à [ilegível] de [ilegível], com um efeito [ilegível]. (4,9) Realização: 5,0
2022Imperatriz LeopoldinenseEnredobaixaConcepção: 5,0. Realização: Retira-se 01 décimo pela falta de maior ousadia e criatividade das soluções plástico-visuais, principalmente das alegorias, em sentido que homenagem prestada [ao homenageado?], se tornou alegórica, [retratada?], demostra um discurso criativo em relação ao restante do desfile. (4,9)
2022Mocidade Independente de Padre MiguelEnredobaixaConcepção: Retira-se 01 décimo pela incoerência na disposição das alas 21 e 22, respectivamente "Decadência" e "Festa de Cabaclos" [ambas?] relacionadas à [Umbanda?], que aparecem antes da ala 23 "João" anunciada pela [ilegível] do Candomblé. Retira-se 01 décimo já que a [Umbanda?] surge depois do Candomblé, na [ilegível] o entendimento da narrativa fica confuso ao apresentado antes. (4,9) Realização: 5,0
2022Paraíso do TuiutiEnredobaixaConcepção: Retira-se 01 décimo pela falta de coesão na setorização já que os personagens Zumbi e Dandara aparecem na abertura como a 1ª [Base?] da matéria e Pretovelho a [terem?] a reaparecer - alas depois - no Setor 01 na ala 4, em encadeamento narrativo feira mais sentido se a 1ª [Base?] MAPS estivesse no [ilegível] setor da ala 1 que apresenta o mesmo [tema?]. Retira-se 01 décimo também pela falta de coerência ao incluir a ala 20 (Irmandade Pluma) relativa um sub-tema dedicado à Ciência. O próprio livro [Iter blica trataria que a Xistory?] que [aborda?] um pingo à salvação não tem uma ciência. Retira-se 01 décimo ainda pelas incoerências ao apresentar a ala 30 (zoombi) ainda da ala 17 (Candomblé) o que peca confusão já que a Umbanda surge depois da Candomblé histórico. (4,7) Realização: 5,0
2022São ClementeEnredobaixaConcepção: Retira-se 01 décimo pela falta de coesão na setorização do enredo. Os setores carecem de um fio condutor que dê uma [ilegível] [com peças?] criativas, fragmentadas de um álbum de fotos, em mudanças abruptas de um sub-tema para o outro, com um enfoque tão muito mais no [ilegível] pessoal de Paulo Gustavo do que na sua carreira artística. (4,9) Realização: Retira-se 01 décimo pelo excesso do uso de legendas visuais [textuais?] (destecaivas?) nas alas 3, 5, 7, 11 e 18, o que denota pouca criatividade para [traduzir?] os sub-temas dirigidos. Retira-se 01 décimo também pela pouca matéria [ilegível] da ideia da Barca de Petrus no Tripé 01. O elemento lembrava mais um larguinho de pesca que o desejado. (4,9) Retira-se 01 décimo ainda pelo uso da sigla "PG" (relativa a Paulo Gustavo) e "PG" (relativa a seus filhos). Sem o devido esclarecimento no [ilegível].
2022Unidos de Vila IsabelEnredobaixaConcepção: 5,0. Realização: Retira-se 01 décimo devido à dificuldade de [entendimento?] do Tripé [Tripé?] e banda para passar no [Boulevard?] que apresenta [marujos?] de Leça [brancas?] [como?] antigo (100 anos), sem conseguir [matricular?] sua ideia original na Avenida. (4,9)
2024Acadêmicos do Grande RioEnredobaixaConcepção: Retira-se 1 décimo pela dificuldade de compreensão de um enredo que lança mão de um argumento complexo, com excesso de sublimar, em uma narrativa caudalosa que transita por reprenhações e associações ora metafóricas, ora lendárias, ora filosóficas. Embora se entenda a intenção visual de defender a tese de que a magia é uma metáfora do Brasil, o uso excessivo de ganchos, sobretudo no 6º, 7º e 8º setores, afetam o encadeamento e claro entendimento do todo. Apesar de um trabalho de pesquisa riquíssimo e exaustivo, a proposta final se mostra pouco clara e objetiva, principalmente após o primeiro setor que exploram o mito Tupinambá. (4,9) Obs: Parabéns à agremiação pela ousadia e criatividade no uso da iluminação na avenida (forma de pré-público da Sapucaí participe dessa magia). Realização: (5,0)
2024Acadêmicos do SalgueiroEnredomédiaConcepção: Retira-se 1 décimo pela inclusão da ala 16 "Massacre do Haximu" no setor 4, ao lado de 4 alas que retratam a arte Yanomami e cujo projeto de caráter cultural/educacional/social/turístico (a arte de Claudia Andujar, a arte de Bruno Yanomami, a arte de Joseca Yanomami e o Projeto Yaripo). Deste modo, a presença de uma ala que denuncia um genocídio hediondo cometido por garimpeiros (assunto que já fora amplamente exposto no 3º setor). (4,9) Realização: (5,0)
2024Beija-Flor de NilópolisEnredobaixaConcepção: Retira-se 1 décimo devido à falta de coerência no 3º setor. Quando encontra a certa afirma-se que a ala 11 "Crustá de Lalibela" e o figurino do 2º MS/PB "A" é refletida nos rituais" (ambas relacionadas à igreja). Já existe não parecer fazer muito sentido em um setor onde são relacionadas diversas etnias africanas (alas 12, 13, 14, 15 e 16). Embora Lalibela seja uma cidade da Etiópia, a indústria destas fantasias no retiro nada acrescentam ao desenvolvimento da história (ou delírios de Brás Cubas), configurando-se em um "ruído" dissonante à narrativa. (4,9) Realização: Retira-se 1 décimo pelo fato de o último setor não conseguir materializar a ideia do incremento das realezas de Palmares, da corte imperial brasileira, da [continua]
2024Estação Primeira de MangueiraEnredobaixaConcepção: (5,0) Realização: Retira-se 1 décimo devido à difícil leitura das alas 9 (3ª partida "Fastmando") e a sonha da canção e 15 ("Ilha da maré"). Na ala 9 não é possível identificar lúdico que represente o "romance escudante" da fantasia entre as ações pela quase intuitiva e por gestos corporais para tentar na fantasia. Já no caso da ala 15, que é inspirada nas baianas da Igreja do Bonfim, conforme descrição do livro Abre-Alas, as cores usadas na fantasia não conseguiram remeter à indumentária tradicionalmente utilizada por tais baianas de Salvador. Parabéns à Escola pela justa e linda homenagem à fenominal fantasia e sombria Alcione. (4,9)
2024Imperatriz LeopoldinenseEnredomédiaConcepção: Retira-se 1 décimo pela recorrência do universo astrológico e seus signos (astros, estrelas, planetas, zodíaco) nos dois últimos setores do enredo, prolongando de forma excessiva uma mesma temática, o que torna o desenvolvimento da narrativa redundante e, de certa forma, cansativa. (4,9) Realização: (5,0)
2024Mocidade Independente de Padre MiguelEnredobaixaConcepção: Retira-se 1 décimo pelo fato de o enredo ter sido desenvolvido de forma densa/pessoal, com os primeiros setores explorando mitos indígenas, e fatos reais (curiosos) relativos ao caju, enquanto os últimos setores tentam promover metáforas - algumas vezes díspares e forçadas - comprometendo a coesão e o entendimento. A narrativa, dessa forma, sustentada por ganchos (sem uma real conexão nos 4º e 5º setores) acaba perdendo a força e o seu sentido (cansativa). (4,9) Realização: Retira-se 1 décimo na temática da releitura/relação entre o caju [continua]
2024Paraíso do TuiutiEnredobaixaConcepção: Retira-se 1 décimo pela incoerência e incorrência na ala 7 ("Cisne Branco"). Embora se aceite a existência de um hino da Marinha conhecido como "Cisne Branco", não parece coerente - em um sentido que critica a escravidão, as desigualdades e violências sofridas por negros escravizados e seus descendentes - a utilização de um signo como o "Cisne Branco" que parece reforçar o racismo estrutural. O "Cisne Branco", enquanto símbolo relacionado à instituição militar Marinha Brasileira (que, na verdade, é associada às práticas violentas no séc. XX), não parece ser a melhor escolha para ser aludida à transformação do homenageado. Ainda que José Carlos fosse marinheiro, neste enredo ele não poderia ser relacionado [continua] como um "Cisne Branco", pois tal imagem mais confunde do que faz o entendimento à ideia do mestre negro. (4,9) Realização: Retira-se 1 décimo pelo uso excessivo de legendas, desnecessárias nas alas 14 "Petrom" (-faixa "Ordem e Liberdade"), 19 ("armada pela Liberdade" (faixa "Caetity" "Viva a Liberdade"), 20 "Extra" (inscrição "Extra/EXESS" sobre a boca do figurino), 24 "Inminctia Fantasma" (faixa "Bminctia") e 26 "Liberdade na Criação" (inscrição "Liberdade" no corpo do figurino). Tal recurso se configura redundante e prejudica a criatividade na tentativa de resolver plasticamente tais fantasias. (4,9) Observação: Não foi possível identificar a musa "Mar em Festa" à frente da alegoria 5 (monumento ao mestre Enila do mais).
2024Unidos da TijucaEnredobaixaConcepção: Retira-se 1 décimo pela falta de coesão e coerência dos argumentos apresentados no 1º setor "Fados Mitológicos". A lenda grega sobre Ulisses/Sereia (no começo do enredo) serve como um prólogo que não encontra seguimento nas alas deste setor, seja a narrativa dá um "salto" para se direcionar sobre a lenda dos feitiços e a exploração de ouro e madeira na praia de Ofir. Essa mudança abrupta do argumento e a cisão neste primeiro setor prejudicam o entendimento, deixando pontas soltas sobre a origem de Portugal, a aparição da Velha-Guarda representando "os descendentes de Orfeu" - entre o 1º casal de MS/PB "O ouro de Ofir" e a ala 01 "Corais de Ofir" que emergem das mares (relativa à lenda [continua]) do Orfeu "brasileiro" (em "Orfeu da Conceição"). (4,9) Realização: Retira-se 1 décimo pela falta de um fio condutor durante o desfile na avenida, que une os últimos setores do enredo. O narrador (fada da Conceição) prometido no livro Abre-Alas como contador da história sobre as lendas e fados de Portugal aparece apenas no 1º setor (na Comissão de Frente e na representação da Velha-Guarda). No restante da apresentação, esse personagem desaparece totalmente. Desta forma, os últimos setores carecem de um encadeamento, configurando-se em temáticas distintas. Ou seja, o fio condutor prometido para a narrativa, na prática, não se concretiza, prejudicando a coesão dos argumentos. Retira-se 1 décimo ainda pela não materialização na avenida da proposta expressa no livro Abre-Alas de revelar a monstruosidade dos navegantes colonizadores portugueses. O que seria a denúncia sobre tais personagens não fica claro ao longo das alas do 4º setor, sendo tal argumento abordado de forma sutil somente na alegoria 3. Dessa forma, o que poderia ser uma "mea-culpa" pelas atrocidades cometidas pelos navegantes colonizadores portugueses fica pouco evidente, sobressaindo o imagético fantasioso sobre terríveis seres marinhos. (4,8) Observação: Embora a leitura da fantasia 3 "Nóbis": A deusa dos rios e do barro" tenha sido clara na avenida, seu croqui e descritivo não foram apresentados/fornecidos na Ficha Técnica do livro Abre-Alas.
2024Unidos do Porto da PedraEnredomédiaConcepção: Retira-se 1 décimo devido à importância demasiada atribuída ao artista Antônio Nóbrega no 3º setor. Obviamente, o multiartista merece todas as homenagens e a ele se rende completo só dele. Contudo, o foco exagerado à sua persona e criações neste último setor (em alas e alegoria) fazem parecer que o argumento final (uma ode ao grande artista), ofuscando a presença do livreto Curador Perpétuo (tema do enredo). O que seria a inspiração para o espetáculo teatral homônimo criado por Nóbrega (o Curador Perpétuo) acaba, assim, ficando em segundo plano diante da presença superlativa do artista pernambucano, acarretando em prejuízo do entendimento do encadeamento da história. (4,9) Realização: Retira-se 1 décimo pela mesma [continua]
2026Acadêmicos de NiteróiEnredoaltaCONCEPÇÃO: 2,8 Retira-se 1 décimo pela falta de clareza no desenvolvimento do enredo, já que não é esclarecido o que fez Lula passar a ter uma consciência política ligada aos ideais da juventude comunista a ponto de eleger a estrela vermelha como símbolo do partido político que viria a fundar. Lula é descrito como um operário "idealista", mas não é explicado de que forma os preceitos comunistas chegam até o personagem, de que modo ele foi influenciado ou como teve contato com os conceitos que irão formar seu caráter e discurso político. Retira-se 1 décimo também devido à dificuldade de entendimento sobre como se deu a transformação de Lula de um simples operário a Presidente da República no Setor 3 "Da luta sindical à liderança mundial". Tal fato histórico (e de extrema relevância), se considerarmos as 3 eleições de Lula, parece ignorado, reduzido e condensado na alegoria 3, o que faz com que a narrativa dê um salto abrupto do terceiro para o quarto setor "Teu legado é espelho das minhas lições". REALIZAÇÃO: 4,9 Retira-se 1 décimo pelo fato de a ala 10 "Operário Idealista" não conseguir tangibilizar na avenida a ideia de "todo o conhecimento, da técnica ao esclarecimento em prol do coletivo. A iconografia da engrenagem - enquanto símbolo não sustenta o conceito de "ideal ou conhecimento". CRIATIVIDADE: 1,9 Retira-se 1 décimo pela construção de uma narrativa extremamente comum, linear, que transcorre por setores e alas sem ousadia ou surpresas.
2026Acadêmicos do Grande RioEnredoaltaCONCEPÇÃO: 3,0 A narrativa é coerente e bem delineada ao estruturar-se em 5 setores que acompanham a gênese, expansão e reverberação estética e cultural do movimento Mangue Beat. A progressão - do Mangue ao Antromangue - estabelece linha narrativa lógica e encadeada, que conecta território, identidade urbana e efervescência cultural. REALIZAÇÃO: 4,9 Retira-se 1 décimo devido à dificuldade de compreensão, por meio dos signos apresentados no Setor 5 que encerra o desfile, da ideia de futuro sintetizada pelo conceito de "Antromangue". A repetição de soluções iconográficas presentes no início do desfile (barro, raízes, "veias", caranguejos) acaba por não adicionar nenhuma informação e/ou cenário novo, parecendo reforçar visualmente o que já fora visto. Desse modo, torna-se difícil tangibilizar o tal futuro "vibrante, tecnológico e colorido" - haja vista que tais aspectos apareceram em demasia ao longo de quase todo o desfile. CRIATIVIDADE: 1,9 O excesso de repetição de conceitos e elementos iconográficos ao longo da narrativa (barro, raízes, "veias", caranguejos... em alas como 1, 2, 16, 19, 21, 23) acaba enfraquecendo o potencial criativo da história.
2026Acadêmicos do SalgueiroEnredoaltaCONCEPÇÃO: 3,0 Narrativa desenvolvida de forma coerente, coesa e carregada de valor simbólico e afetivo para o Carnaval. Estruturada a partir de setores que vão revelando a "biblioteca" de Rosa Magalhães, a história acaba por trazer à memória as grandes criações da homenageada, em tom lúdico, sensível e de fácil entendimento. REALIZAÇÃO: 5,0 Os signos e soluções plástico-visuais apresentados na Avenida, em alas e alegorias, ajudam a evocar memórias e a tangibilizar a imagem e a essência criativa da carnavalesca Rosa Magalhães ao longo de todo o desfile, facilitando o entendimento da narrativa. CRIATIVIDADE: 2,0 A escolha por construir um "universo roseano", a partir da exploração de sua "biblioteca", mostra-se extremamente feliz e inventiva para o desenvolvimento da narrativa. Desse modo, foge-se de uma descrição óbvia da homenageada, valorizando o que de melhor Rosa fez: transformar texto/conhecimento em imagens, memórias e afetos.
2026Beija-Flor de NilópolisEnredoaltaCONCEPÇÃO: 3,0 O enredo apresentou uma narrativa coerente, construída em 6 setores bem delimitados e progressivos, que estabeleceram com clareza a origem da celebração do "Bembé do Mercado". Além da coerência temática e da unidade dramatúrgica, os setores (e seus subtemas) demonstraram recortes pertinentes, valorizando a dimensão histórica, religiosa e cultural da manifestação. REALIZAÇÃO: 5,0 As soluções visuais (ricas em significados) favoreceram uma leitura fluida e de fácil compreensão, com encadeamento lógico entre os setores. Os signos ritualísticos e festivos, evidentes em alegorias e alas, demonstraram comunicabilidade, contribuindo para que a narrativa se materializasse com clareza na Avenida. CRIATIVIDADE: 2,0 A Escola demonstrou inventividade ao tratar o Bembé não apenas como registro histórico, mas como experiência sensorial e ritualística em movimento. A construção setorial revelou equilíbrio, destacando-se positivamente a capacidade de transformar uma manifestação religiosa em narrativa carnavalesca envolvente.
2026Estação Primeira de MangueiraEnredoaltaCONCEPÇÃO: 3,0 A narrativa apresenta encadeamento lógico e coesão entre os setores ("encantos") o que facilita o seu entendimento. REALIZAÇÃO: 4,9 Retira-se 1 décimo pela dificuldade de tangibilizar a figura do Mestre Sacaca (personagem central) ao longo de grande parte do desfile. Somente na última alegoria a corporeidade de Sacaca se torna concreta, com a sua presença (agora) visível, física (e não etérea) no desfile. A decisão, embora poética no texto do livro Abre-Alas, infelizmente na Avenida-não é totalmente perceptível. Alas como 2,3,4,5, entre outras, exigem um esforço de abstração metafórica para visualizar algo (a figura/presença do Mestre Sacaca) que não está ali materializado. CRIATIVIDADE: 2,0 A divisão dos setores em "encantos" associados ao Mestre Sacaca é um recurso criativo para contar aspectos culturais, sociais, religiosos e regionais do Amapá.
2026Imperatriz LeopoldinenseEnredoaltaCONCEPÇÃO: 2,9 Retira-se 1 décimo pela inconsistência de roteirização no posicionamento da ala 13 "Rosa de Hiroshima" no 4º Setor ("A voz de tantas canções"). O setor em questão reúne sucessos do homenageado sem recorte dramatúrgico específico, enquanto o 3º Setor ("O Poema que afronta o Sistema") estabelece eixo histórico centrado na produção de Ney Matogrosso durante a ditadura militar. O poema-canção "Rosa de Hiroshima", presente no álbum "Água do Céu-Pássaro (1975), citado neste setor, possui forte vínculo simbólico com o período da ditadura militar, sendo considerado um hino pacifista e antibélico, o que indicaria maior coerência narrativa se estivesse inserida no 3º setor. Seu deslocamento para o setor seguinte compromete a progressão temática do enredo. REALIZAÇÃO: 5,0 Utilização de signos e iconografias facilmente reconhecíveis, que facilitam o entendimento da narrativa através de alegorias e fantasias. CRIATIVIDADE: 2,0 Abordagem criativa e ousada ao apresentar a trajetória e essência do homenageado pelo seu caráter camaleônico, fugindo da biografia clássica e comum.
2026Mocidade Independente de Padre MiguelEnredoaltaCONCEPÇÃO: 2,8 Retira-se 1 décimo pelo enfoque excessivo do Setor 2 ao movimento tropicalista. Tal escolha gera incoerência em relação à lógica de construção dos demais setores, prejudicando a coesão narrativa. Enquanto os outros setores se debruçam sobre criação, ações, personas múltiplas e legado da artista Rita Lee, o Setor 2 confere foco demasiado ao movimento tropicalista com alas 2 "Parangolé" e 4 "Deus e o Diabo na Terra do Sol" que não possuem, necessariamente, qualquer relação direta com a homenageada. Retira-se 1 décimo também pela sustentação insuficiente do conceito central do enredo. A narrativa não estabelece, de forma clara, a relação entre a artista e a qualificação de "Padroeira" da liberdade. Alas e alegorias não conseguem consolidar eixo simbólico que justifique o conceito de "Padroeira". A ausência dessa amarração enfraquece a unidade conceitual do enredo, fazendo com que a titulação assuma caráter mais retórico que estrutural. REALIZAÇÃO: 5,0 O desfile apresentou um verdadeiro pot-pourri de signos, iconografias e soluções plástico-visuais de fácil entendimento, com comunicação clara e associação direta ao estilo bem-humorado, crítico e provocativo da artista Rita Lee, o que ajudou a contar sua trajetória e a explorar sua persona rica, de forma leve e divertida na avenida. CRIATIVIDADE: 2,0 A opção por fugir da narrativa biográfica clássica, criando quadros a partir da essência, obras e feitos da homenageada mostrou-se criativa e debochada, dialogando com o espírito Rita Lee de ser.
2026Paraíso do TuiutiEnredoaltaCONCEPÇÃO: 3,0 A narrativa é clara e coesa, já que cada setor corresponde a um marco geográfico-histórico do percurso do Ifá - África, diáspora, Cuba e Brasil - facilitando a leitura evolutiva do enredo. Tal narrativa, estruturada a partir da ideia de "destino" como eixo organizador, estabelece progressão lógica, histórica e espiritual coerente. REALIZAÇÃO: 5,0 Utilização de signos de grande impacto e clareza visual, conseguindo materializar seus significados na Avenida, o que contribuiu para a compreensão da história. CRIATIVIDADE: 2,0 Inventividade no recorte afro-cubano, que propôs uma travessia civilizatória guiada pelo conceito de "destino", em diálogo direto com Orunmila, expandindo o alcance simbólico do tema.
2026PortelaEnredoaltaCONCEPÇÃO: 2,9 Retira-se 1 décimo devido à dificuldade de entendimento de uma história densa e extensa, repleta de volteios, com excesso de informações e subtemas que acabam por alongar a narrativa e incorporar signos e personagens em um fluxo de inversão e sobreposições de papéis (narradores x personagens). A alternância de pontos de vista e a instabilidade do eixo dramatúrgico comprometem a clareza da narrativa, fragilizando a coesão interna. REALIZAÇÃO: 5,0 Apesar de uma estrutura narrativa confusa, as fantasias e alegorias conseguem materializar na avenida as propostas defendidas no livro Arco-Alas. CRIATIVIDADE: 2,0 A ideia de apresentar aspectos da cultura afro-gaúcha a partir de um mito de fundação é bastante ousada e diferente. Neste sentido, a abordagem é criativa, embora a concepção não tenha sido suficientemente clara.
2026Unidos da TijucaEnredoaltaCONCEPÇÃO: 3,0 O enredo foi desenvolvido de forma clara e sequencial ao retratar a trajetória da escritora Carolina Maria de Jesus desde a infância até a consolidação de seu legado. A ancoragem nos escritos da autora conferiu unidade temática e coerência à narrativa. REALIZAÇÃO: 5,0 A saga vivida pela escritora Carolina Maria de Jesus foi transportada para a Avenida, em fantasias e alegorias, através de signos e soluções visuais de fácil identificação, contribuindo para a compreensão da narrativa. CRIATIVIDADE: 1,9 Embora a narrativa tenha sido estruturada a partir dos capítulos de um livro, seu desenvolvimento careceu de maior inventividade, configurando-se em uma abordagem quase didática, o que tornou sua progressão, por vezes, monótona.
2026Unidos de Vila IsabelEnredoaltaCONCEPÇÃO: 3,0 O desenvolvimento do enredo demonstra clareza temática, coerência e potência simbólica, sobretudo ao tratar Heitor dos Prazeres não apenas como pintor, mas como agente cultural múltiplo - compositor, sambista, figurinista, cantor, articulador de escolas de samba. A linha narrativa demonstra unidade dramática ao articular de forma coesa África, terreiro, macumba, samba e favela como dimensões de um mesmo SONHO cultural coletivo. REALIZAÇÃO: 5,0 As soluções plástico-visuais evidenciaram um alto grau de comunicabilidade, com uma riqueza imagética que, associada à obra pictórica de Heitor dos Prazeres, possibilitou uma leitura fácil do enredo. A escolha de símbolos fortes (tambores, gira, pintura, malandragem, carnaval) potencializou a comunicação visual. CRIATIVIDADE: 2,0 Destaca-se positivamente a abordagem poética da narrativa que funde samba, espiritualidade e artes visuais sob a ideia de "Sonho". Dessa forma, o enredo foge da biografia convencional e imprime linguagem autoral e inventiva.
2026Unidos do ViradouroEnredoaltaCONCEPÇÃO: 3,0 Narrativa de leitura clara, afetiva e coerente ao retratar a trajetória do mestre Ciça, evidenciando sua relação visceral com o Carnaval em diferentes momentos de sua prestigiada carreira com passagens por diversas agremiações. A proposta mantém unidade temática e recorte bem delimitado, o que favorece a compreensão do enredo. REALIZAÇÃO: 5,0 Utilização de elementos plástico-visuais de grande impacto e alta comunicabilidade, que evocam memórias afetivas, a partir de figuras e signos reconhecíveis do universo do samba, o que facilitou não apenas a compreensão do enredo, como atingiu de forma direta o coração. CRIATIVIDADE: 2,0 Ousadia em posicionar a Bateria (coração da Escola) no encerramento do cortejo, sob a batuta do homenageado, transformando a narrativa em uma metalinguagem poética e emocionante na Avenida.

Justificativas manuscritas nos cadernos da LIESA — transcrição "na medida do possível". Consulte o PDF original em "Notas originais" para o texto definitivo.

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