| 2026 | Acadêmicos de Niterói | Mestre Sala e Porta Bandeira | média | A coreografia apresentada pelo casal explorou pouco o espaço cênico (-0,1); ainda, durante a execução da mesma, alguns movimentos não estavam exatamente coordenados com o samba, prejudicando um pouco a harmonia do casal (-0,1), tendo como referência o texto da página 65 do Manual do Julgador 2026. |
| 2026 | Acadêmicos do Grande Rio | Mestre Sala e Porta Bandeira | média | A coreografia trouxe movimentos característicos da dança de mestre-sala e porta-bandeira, que foram executados com maestria, fazendo bom uso do espaço cênico. O casal manteve a sincronia tanto com o samba, como entre si, durante toda performance, evidente, sobretudo, nas finalizações dos giros. |
| 2026 | Acadêmicos do Salgueiro | Mestre Sala e Porta Bandeira | média | O casal demonstrou profundo entrosamento e domínio técnico, notável ao longo de toda apresentação; evidente, ainda, a harmonia do par durante a execução da coreografia e sincronia com a musicalidade do samba. A coreografia levou em consideração o bom uso do espaço cênico e a indumentária privilegiou o bailado do casal esteticamente. |
| 2026 | Beija-Flor de Nilópolis | Mestre Sala e Porta Bandeira | média | A performance do casal evidenciou aquilo que cada um representou no desfile, sendo a indumentária parte significativa da interpretação de Sansão e Dalila. O casal é bastante entrosado, utilizando com equilíbrio o espaço cênico e elementos coreográficos em consonância com a musicalidade do samba. |
| 2026 | Estação Primeira de Mangueira | Mestre Sala e Porta Bandeira | média | A movimentação de entrada no espaço cênico deixou dúvidas quanto à precisão, parecendo que houve erro na execução da coreografia da parte de um dos dois, comprometendo o início da performance (-0,1), usando o Manual do Julgador 2026 (p.65) como referência. |
| 2026 | Imperatriz Leopoldinense | Mestre Sala e Porta Bandeira | média | Apesar do entrosamento do casal, algumas finalizações de giros foram desencontradas, com a porta-bandeira terminando um tempo depois, ou o mestre-sala terminando um tempo antes, comprometendo a sincronia da dança do casal (-0,1), de acordo com o Manual do Julgador 2026 (p.65). |
| 2026 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Mestre Sala e Porta Bandeira | média | Apesar do bom entrosamento do casal, a coreografia aproveitou pouco o espaço cênico, sendo retirado um décimo (-0,1) no subquesito coreografia, conforme o Manual do Julgador 2026 (p.65). |
| 2026 | Paraíso do Tuiuti | Mestre Sala e Porta Bandeira | média | Em alguns momentos ao longo da apresentação, a troca de olhares, tradicional ao bailado do mestre-sala e da porta-bandeira, foi desconexa, comprometendo o subquesito sincronismo e harmonia, acarretando a perda de um décimo (-0,1). |
| 2026 | Portela | Mestre Sala e Porta Bandeira | alta | O casal cumpriu com majestade, simplicidade e precisão a coreografia apresentada, mostrando domínio técnico, tanto na execução do seu bailado, quanto na utilização do espaço cênico. |
| 2026 | Unidos da Tijuca | Mestre Sala e Porta Bandeira | média | O casal não executou em sincronia a finalização dos giros no trecho do samba que diz "sou a liberdade", na última estrofe antes do segundo refrão, perdendo um décimo (-0,1) no subquesito sincronia e harmonia, conforme está no Manual do Julgador 2026 (p.65). |
| 2026 | Unidos de Vila Isabel | Mestre Sala e Porta Bandeira | média | O casal mostrou total entrosamento, apresentando-se com leveza e elegância, que a indumentária complementou, dando maior efeito de fluidez. A coreografia privilegiou o bom uso do espaço cênico, além de explorar muito bem os elementos típicos da dança do mestre-sala e da porta-bandeira. |
| 2026 | Unidos do Viradouro | Mestre Sala e Porta Bandeira | alta | O casal fez uma apresentação com muita elegância, mostrando sintonia orgânica entre si, utilizando o espaço cênico de forma harmônica, dançando com leveza e expressividade em um bailado coordenado com o samba. |