| 2026 | Acadêmicos de Niterói | Mestre Sala e Porta Bandeira | alta | (-0,1) Não constava acabamento da saia imitando raízes o que dificultava a leitura de luar do sertão na saia da porta-bandeira.
(-0,1) Coreografia realizada com movimentos sem amplitude e sem as devidas finalizações, fazendo com que a coreografia não tivesse vigor. |
| 2026 | Acadêmicos do Grande Rio | Mestre Sala e Porta Bandeira | média | O casal apresentou coreografia com fluidez ao optar por uma corporeidade um tanto serena e com a medida exata de força para representar o Orixá Nanã Buruquê equilibrando com o bailado tradicional de mestre-sala e porta-bandeira, utilizando em sua completude o espaço cênico.
Subquesito: coreografia principal. |
| 2026 | Acadêmicos do Salgueiro | Mestre Sala e Porta Bandeira | alta | O casal apresentou uma coreografia vibrante em consonância com os carnavais de Rosa Magalhães na década de 90 com perfeita utilização do espaço cênico e demonstrando o sincronismo e a harmonia do casal.
Subquesito principal: coreografia |
| 2026 | Beija-Flor de Nilópolis | Mestre Sala e Porta Bandeira | alta | O casal incluiu em sua apresentação o gestual característico dos Orixás representados (Iansã e Xangô) mas conseguiu manter a essência da dança tradicional de mestre-sala e porta-bandeira em uma coreografia com vitalidade e força, tornando assim o subquesito coreografia, o destaque desta apresentação. |
| 2026 | Estação Primeira de Mangueira | Mestre Sala e Porta Bandeira | alta | (-0,1) Coreografia apresentada com quantidade de passos marcados que sobrepõe a leveza do bailado de mestre-sala e porta-bandeira. |
| 2026 | Imperatriz Leopoldinense | Mestre Sala e Porta Bandeira | alta | Coreografia realizada com vigor e equilíbrio entre passos marcados e o bailado tradicional de mestre-sala e porta-bandeira. |
| 2026 | Mocidade Independente de Padre Miguel | Mestre Sala e Porta Bandeira | alta | (-0,1) Bandeira não ficou desfraldada durante toda a apresentação. De acordo com o subquesito sincronismo e harmonia a porta-bandeira deve conduzir o pavilhão da escola sempre desfraldado. |
| 2026 | Paraíso do Tuiuti | Mestre Sala e Porta Bandeira | média | A coreografia apresentada com elegância e leveza tinha em sua premissa comunicar atemporalidade em uma perspectiva afrodescendente com figurino predominantemente branco representando Orunmilá e Oxalufã, através dos giros inerentes a dança tradicional de mestre-sala e porta-bandeira ratifica a mensagem de movimento do Universo sobre o qual trata o enredo. O subquesito a que se refere neste caso é coreografia. |
| 2026 | Portela | Mestre Sala e Porta Bandeira | alta | (-0,1) Mestre-sala não carregava o cetro que consta no croqui no livro abre-alas o que dificulta a leitura da fantasia como sendo um rei.
(-0,1) Coreografia apresenta quantidade de passos marcados que sobrepõe o bailado tradicional de mestre-sala e porta-bandeira. |
| 2026 | Unidos da Tijuca | Mestre Sala e Porta Bandeira | alta | Com graça e elegância o casal apresentou coreografia com fluidez pontuado por gestos que imprimem força em conexão com o samba-enredo de maneira assertiva e equilibrada, destacando aqui o sincronismo e a harmonia como subquesito a ser mencionado. |
| 2026 | Unidos de Vila Isabel | Mestre Sala e Porta Bandeira | média | (-0,1) Não constava em indumentária apresentada pelo mestre-sala o machado de Xangô o que dificultou a leitura precisa de que ali estava sendo representado aquele Orixá. Subquesito: Indumentária
Observação: em croqui no livro abre-alas indumentária possuía o machado de Xangô. |
| 2026 | Unidos do Viradouro | Mestre Sala e Porta Bandeira | alta | O casal realizou uma apresentação com muito vigor e coesão dos movimentos mantendo uma linearidade na coreografia, além de utilizar todo o espaço cênico adequadamente o que torna o subquesito coreografia o ponto principal a ser destacado nesta apresentação. |