Acesso 1 · 2017
Estrela do Terceiro Milênio
Para bom entendedor um pingo é letra e o símbolo uma palavra!
Profissionais
Carnavalesco
Eduardo Félix
Compositor
Leandro Flecha
Compositor
Lucas Mascarenhas
Compositor
Maradona
Compositor
Rafa do Cavaco
Compositor
Ricardo Neto
Compositor
Turko
Coreógrafo de Comissão de Frente
Chris Rabello
Coreógrafo de Comissão de Frente
Silvia Cristina Conti
Diretor de Carnaval
Carlos Pires
Diretor de Carnaval
Mercadoria
Diretor de Harmonia
Wilson Costa
Intérprete
Vaguinho
Mestre de Bateria
Mestre Diego
Mestre-sala
Kawe Lacorte
Porta-bandeira
Nathália Bete
Presidente
Gilberto Rodrigues
Boletim por quesito
Notas de cada jurado e o subtotal do quesito.
Diferença para a campeã, por quesito
Décimos que a campeã (X-9 Paulistana) fez a mais que Estrela do Terceiro Milênio em cada quesito.
Bateria
+10,0
Enredo
+7,0
Fantasia
+6,0
Harmonia
+6,0
Evolução
+5,0
Mestre Sala e Porta Bandeira
+5,0
Samba Enredo
-3,0
Alegoria
+2,0
Comissão de Frente
+1,0
Verde = a campeã pontuou mais naquele quesito; vermelho = este desfile pontuou mais ali.
Descontos justificados
36 décimos descontados com motivo registrado.
Enredo
−0,1O desfile não apresentou problemas quanto aos pontos de avaliação de roteiro e elementos diferentes. Mas apresentou com relação aos seguintes pontos: CONCEPÇÃO - faltou clareza na identificação de dois itens do enredo relativos à 15ª ala (símbolos do alfabeto e números) e 19ª ala (arquétipo). No primeiro caso, não se compreende o uso das letras M e E de número, quando o material da escola menciona as letras A e Z em alfa e ômega como representativos do alfabeto. No segundo caso, poderia considerar a figura do Buda da Corte como arquetípica, porém ela não traduz a idéia de arquétipo para o público. EXPLORAÇÃO - As seguintes idéias mencionadas no enredo não foram exploradas: Artes, Pinturas, Esportes e Astrologia. EXECUÇÃO - O 2º carro não executou a idéia de símbolo de identidade com riqueza de elementos e não facilitou a compreensão do público ao se concentrar num único símbolo de identidade específico, relativo a uma única nação.Alexandre Silva Nunes
−0,1A apresentação seguiu o roteiro proposto. No entanto, o 6º setor apresenta problema de execução e explicação, posto que apresenta uma sequência de elementos que dificultam o entendimento do enredo, a saber: o setor passa a ala do "Arquetipo" representada pela figura do lobo da Corte, o que é de difícil compreensão como aquetipo ao importar na sequência proposta a antecedência da cena final de "seres fabulosos". O elemento este que não se desenvolve nem antes nem depois da alegoria. O setor é seguido por uma ala caracterizada com roupas gregas para poder simbolizar a história e da sequência, o que gera uma confusão semântica, além do fato de poder simbolizar muito pequenos na sua execução, sendo de difícil leitura e reconhecimento no des. file. No geral as alas e alegoria em seu conjunto não traduzem a idéia central do 6º setor do enredo "Simbolismo das forças espirituais", caracterizando um problema de explicação (-0,1) e com problema de execução (-0,1) ao trazer uma sequência de elementos que dificultam a compreensão do enredo. Os itens da concepção deste setor não estão materializados de modo congruente nesta parte do desfile.Camila Bauer
−0,1A escola se apresentou de acordo com sua proposta. Documentou seus problemas de adesivos ou inclusão de elementos clarificados pré-estabelecidos no posto de jurados. A concepção dos princípios elementos do Enredo proposto, "para um bom entender um pingo a letra a o símbolo mais que uma palavra", foi alcançada. Identificada a a idéia central indicada na 5ª ala, que foi igualmente explicada com clareza ao todo o desfile. No entanto, a ala 19, intitulada "Arquetipo", e o 3º carro (símbolos do magia ocultismo o astrologia) não foram executados com a riqueza de elementos que contribuiriam para a compreensão do espetáculo, pois os elementos astrológicos pouco apareceram na alegoria e o bate do carro relacionado ao arquetipo pouco contribui para compreensão da ala referida.Gustavo Cerqueira
−0,1Houve um problema de concepção: o 3º setor deveria representar, em sua totalidade, "Símbolos de Identidade"; no entanto a ala 11 apresenta o símbolo das Nações Unidas, que não é identidade de nenhum povo - as Nações Unidas poderiam representar a busca pela paz, mas seu símbolo não é de identidade = nenhum grupo humano se identifica com a ONU. Assim, não há clareza na representação. Houve um problema de Execução: a ala 19 - Arquétipo, deveria representar o impostor. A figura do lobo da corte não facilitou essa compreensão, já que a mesma também representa a verdade, a comicidade, a ironia e a subversão. Por esses problemas desconta-se 0,1.Larissa Neves
Alegoria
−0,1A escola entrou na avenida trazendo alegorias com variedade de cores e materiais e com pomposidade, pois os elementos cenográficos eram grandes e complexos. Ao passar pela Torre 2 dos jurados, apresentou algumas falhas de acabamento conforme o estipulado no manual do jurado. Entre os problemas apresentados cita-se: fios dos holofotes aparecendo e prejudicando o contexto da alegoria, bem como os tecidos colocados por cima dos holofotes para proteger de chuva e que estavam meio jogados. Alguns encontros de materiais (emendas) deixaram visualmente um pouco descuidada a aparência do carro. Essas ocorrências se deram nas alegorias 3 e 4.Bianca Pataca
−0,1No ponto de avaliação "inclusão de elementos sem documentação" a escola não apresentou falha. No ponto de avaliação "falta de acabamento ou detalhes ou pouca matéria" a escola não apresentou falha, contando complexidade na alegoria, diversos elementos. No ponto de avaliação "criatividade" o Enredo não apresentou falha, seguindo em duplo com escultura proposta nas alegorias. No ponto de avaliação "ornamentação" a escola apresentou 3 problemas: (1) No carro abre-alas as franjas que arremataram a boa fim de fila não cobriram toda a estrutura. (2) No 1º carro, a esculturação da metade direita no ponto de trás do carro estava quebrada, mal cuidada. (3) No 3º carro, as franjas que cobriram o esqueleto estavam danificadas, configura-se como falha leve, penalizando a escola em 0,1. No ponto de avaliação "folhas da escultura" o casal apresentou um galho. No 3º carro, faltava nas grades da lateral direita em frente à Torre 09, configura-se como falha leve, penalizando a escola em 0,1. Toda a avaliação foi baseada no Manual do Julgador, método móvel, quesito alegoria. A avaliação foi realizada quando as alegorias passaram pela Torre 09.Emiliano Alves de Freitas Nogueira
−0,1No carro "Identidade do povo" a pintura da 1ª escultura do monte Rushmore estava descascada deixando o material de base da escultura à mostra. Isso foi identificado no campo de visão da Torre 4. Apesar disso, esse carro apresentou grande beleza, pois o impacto visual produzido pelo contraste do uso dos materiais laminados com os tons vermelhos e azuis da bandeira americana gerou um bom resultado. No 3º carro alegórico a emenda da espuma do caldeirão da bruxa foi colocada na parte mais visível da escultura, prejudicando o acabamento. No 4º carro, as esculturas dos bustos das mulheres estavam com a pintura arranhada na altura dos cabelos. Por fim, houve uma falha de concepção, portanto de criatividade, na lateral deste 4º carro, pois as aberturas laterais não permitiram a plena visualização dos componentes (crianças e suas fantasias) na visão da Torre 4.José Sávio Oliveira Araújo
−0,1Carro 2 - falta de variações (-0,1). Uso excessivo do papel laminado prata, uso da bandeira dos E.U.A. como recurso que impede variedade de cores, formas, materiais e textura, dando efeito chapado e monótono na imagem da alegoria. Carro 5 - falha de execução (-0,1). Entre os 6 e 8 minutos a 2ª segunda bruxa, da direita para a esquerda, não se movimentava, parecendo com medo de cair da alegoria, enquanto as outras se movimentavam efusivamente. Carro 4 - a chapa quadrada da parte traseira do carro quebra o conjunto de formas orgânicas do resto do carro, gerando um problema de composição. O mais (poderia mantar) ao invés de disfarçar o problema, apenas o torna mais visível (criatividade: -0,1).Rubens Piccei S. Sá
Fantasia
−0,1-0,1 (um décimo) por problema de acabamento/integridade (três alas) na ala 16, às 0:52, 1 baiana com plissado desmanchando + 1 baiana com tecido de bocho incertido, sem contraste como as outras. -0,1 (um décimo) por problema de uniformidade na ala coreografada Buda, às 0:39, um componente está sem o "tapa-sexo" em uma da calça. -0,2 (dois décimos) por problema de execução em 6 alas: Ala coreografada Buda, às 0:38, faixas do peito tortas; Ala 6, às 0:45, diversas lendinhas caindo da ala; Ala 16, às 0:49 costas listradas com acabamento divergindo (alguns brancos um meio ao prata) + estes tortas; Ala 14, às 0:49 várias penas falsas douradas com punho de bordas; Ala 17, às 0:54 várias penas falsas douradas com punho de bordas; Ala 19, às 0:55, várias barras das calças arrastando.Gabriela Garcez
−0,1A escola de samba Terceiro Milênio apresentou o quesito Fantasia completo e, em sua maioria de alas, manteve relação com a concepção proposta. O material apresentado para os jurados era completo e bem justificado. Houveram, no entanto, duas falhas leves no critério de uniformidade: na Ala 5, mais de 5 integrantes possuíam comprimento da roupa bem distinto do material de referência e o restante da ala; e na Ala 16, das bananas 10 integrantes traziam saia em combinação diferente das demais e do material de referência.Graziela Morelli
−0,1Conforme manual, abaixo a descrição dos pontos avaliados. Ala 3 - acessório de cabeça aberto na lateral (Tiaras soltas). Ala Indígena - 2 integrantes com a cabeça reparada na costura, tornando-se visível o seu acabamento. Ala 7 - 1 acabamento do punho desencaixado (fita pendurada). Ala 8: 2 integrantes com roupas aparecendo junto à fantasia. 1 integrante com costeiro, elemento chave quebrado (caindo para uma das laterais). Ala 10 - 1 integrante com o costeiro (em) quebrado (inclinado para trás). Ala 17 - 3 integrantes sem o acessório móvel no costeiro. Bateria - 1 integrante com a cabeça caindo. Considera-se falha média em relação ao acabamento e integridade da bateria.Lívia Accioly Menezes da Silva
−0,1Dentro do meu campo de visão a escola manteve nas fantasias uniformidade. Na execução a Ala (ALA 16) com concha que se desprendeu. Na Ala 4 um costeiro de 1 integrante estava arriando. Na Ala 7, o acessório da cabeça, a coroa, de alguns integrantes estavam inclinados atrapalhando por hora a visão dos mesmos.Luciane Ropelatto
Evolução
−0,1Durante seu desfile o Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba Estrela do Terceiro Milênio cometeu três tipos de falhas leves, como denominadas no Manual do Julgador: 1) aos 18 minutos integrantes da 2ª ala "Hinduismo" e Janismo (India) invadiu a 1ª ala "Taoísmo (China)" e aos 26 minutos integrantes da 7ª ala "Símbolos de realeza" invadiu a 6ª ala "Embolha Nacional"; 2) houveram dois momentos de divisão interna dentro de alas - aos 23 minutos na 5ª ala "Catolicismo" e aos 31 minutos na 10ª ala "Símbolo de Invasão"; e, 3) duas alas - a 9ª ala "Símbolo de Resistência" e a 10ª ala "Símbolo de Invasão" - tanto entre elas quanto internamente produziram o efeito sanfona aos 30 minutos de cortejo. Desta forma, somando os três tipos de falhas (0,1 cada), a escola sofreu penalização de 0,3 no total.Bia Cagliani de Oliveira e Silva
−0,1Ocorreu no minuto 31 a variação significativa de andamento no desfile (o cortejo parou por mais de 15 segundos em frente a Torre 3 na ala 19), considerado falta conforme planilha de avaliação do manual do julgador.Ioara Beltrami
−0,1De acordo com o manual do julgador houve divisão da escola em duas partes entre a 5ª ala "capoeirismo" e o 2º carro alegórico "Símbolos de identidade de um povo" (por volta de 40 minutos) e na 19ª ala "Arquetipo" e o 4º carro alegórico "seres fabulosos" (por volta de 55 minutos).Patricia Spadaccia
−0,1Divisão da escola em duas partes entre a 2ª ala que começa devagar e a ala coreografada do hinduismo, aproximadamente aos 30 minutos de desfile. Divisão interna na ala 3 entre as filas 9 e 10, aos 33 minutos de desfile. Divisão da escola em duas partes entre a 5ª ala e o 2º carro alegórico, aos 36 minutos de desfile. Divisão interna na ala 6 entre as filas 8 e 9, aos 37 minutos de desfile. Divisão interna na ala 7 entre as filas 4 e 5 e logo após entre as filas 8 e 9 aos 39 minutos de desfile. Divisão da escola em 2 partes entre a ala 11 e o terceiro carro alegórico, aos 42 minutos de desfile. Divisão interna na ala 17 entre as filas 6 e 7 aos 49 minutos de desfile. Divisão da escola em duas partes entre a ala 19 e o 4º carro alegórico, aos 53 minutos de desfile. De acordo com o manual do julgado a escola cometeu uma falha média, devido a divisão interna da ala 19 da escola em duas partes por mais de 5 alas.Sabrina Olímpio
Comissão de Frente
−0,1Cumprimento TotalDe acordo com o Manual do Julgador, não foram verificadas falhas no quesito "Comissão de Frente".Christina Fornaciari
−0,1A Comissão de Frente cometeu falhas em dois pontos de avaliação técnica do quesito: A) Plástica artística: o tamanho diminuto do adereço manuala dificultou muito a leitura simbólica da narrativa proposta pela escola (o sonho como mensagem do inconsciente para o cão). Assim, configurou-se uma falha leve com penalização de 0,1. B) Acabamento: aos 06 minutos de desfile, começou a se desfazer o laço amarelo das costas de uma das integrantes. A falha leve penalizou a escola em 0,1. Nos demais pontos de avaliação do quesito (fundamentos, plástica, harmonia visual do conjunto), a escola cumpriu todas as exigências.Eduardo Okamoto
−0,1Cumprimento TotalA Comissão de Frente foi formada por dois grupos divididos entre homens e mulheres. O padrão de cores se repetia em ambos, mas aplicado em peças distintas da fantasia, formando por longas camisolas em bege e salmão. O conjunto se completava com toucas masculinas e femininas, conforme o gênero. A imagem remetendo ao sonho era predominantemente cenografada, com recursos teatrais como o ato de espreguiçar ou a visão convencionada como sonambulismo. A plástica visual e a harmonia correspondiam ao enredo. Logo a 5 minutos de desfile, os componentes voltaram para a escola e os jurados apresentaram o desfile. No minuto seguinte saíram do público de ambos os argumentos. Houve correta sintonia entre os integrantes e o acabamento dos figurinos manteve-se íntegro.Newton de Souza
−0,1Cumprimento TotalA Comissão de Frente cumpriu com os critérios estabelecidos para o julgamento do quesito, de acordo com os critérios do Manual do Julgador 2017.Thalita de Cassia Reis Teodoro
Mestre Sala e Porta Bandeira
−0,1Antes de se aproximar da Torre 3, mas já no campo de visão desta jurada, houve queda de plumagem da fantasia, gerando penalidade leve ao casal de Mestre Sala e Porta Bandeira, equivalente a 1 (um) décimo, no item integridade da fantasia, segundo Manual do Julgador. Logo após passagem pela caixa de som em frente à Torre 3 houve toque do pavilhão no Mestre Sala, gerando ao casal de Mestre Sala e Porta Bandeira penalidade leve, equivalente a 1 (um) décimo, no item sintonia, segundo o Manual do Julgador.Ana Carolina da Rocha Mundim
−0,1O casal apresentou e reverenciou seu pavilhão com simpatia e majestade. Houve, no meu campo de visão, certa falta de suavidade em alguns movimentos como, por exemplo, nos giros horários e anti-horários, que estavam um pouco pesados. Não é possível especificar a minutagem porque o cronômetro não fica visível. Sendo assim, segundo o Manual do Julgador, erro leve: -0,1.Flávia Pilla do Valle
−0,1O casal apresentou os movimentos obrigatórios como apontado no manual. Quando passou pela cabine de julgamento, no meu ver, os movimentos e falta de leveza do Mestre Sala na condução da Porta Bandeira (inesianos). Os erros foram apontados em falha de execução nos movimentos de falta de leveza do casal: -0,1 + -0,1.Jarbas Siqueira Ramos
−0,1Aos 17 minutos de desfile o casal não realiza a finalização sincronizada, condizendo com o item "falha na execução dos movimentos obrigatórios do casal" respectiva ao ponto de avaliação "entrosamento" apresentado na tabela de pontuação do manual do julgador.Jussara Braga Bastos
Bateria
−0,1A escola apresentou oscilação no andamento, que caiu em relação ao início do desfile. Perdendo assim dois décimos de sustentação.Eduardo Fraga Tullio
−0,1Ocorreu uma falha leve de sustentação, na bossa da segunda passagem do refrão do meio, no momento em que as alas 8 e 9 passaram na frente da torre 2, com penalização de 0,1. Após 21 minutos, ocorreu outra falha leve de sustentação na bossa da segunda passagem do refrão do meio, com penalização de 0,1.Fábio Fonseca de Oliveira
−0,1Segundo o Manual do Julgador da LIGASP, a escola cometeu um pequeno problema de entrosamento dentro do naipe de tamborins no minuto 48, considerada falha leve -0,1.Fernando Hashimoto
−0,1A Bateria da Escola Terceiro Milênio cometeu cinco erros sendo 4 falhas leves e 1 falha média, o que retirou 6 décimos da nota final. A primeira falha ocorreu por volta de 7 minutos quando houve oscilação do andamento com caimento gradual e aceleração logo após passar pelas caixas sem em frente à torre 3. A falha de sustentação foi leve (-0,1). A partir do 13º minuto houve ralentando progressivo que iniciou-se na 1ª parte e continuou oscilando o caimento até o final da 2ª parte com discrepância média nos andamentos (-0,2). De 24 a 25 minutos, quando da passagem da 1ª parte para o 1º refrão, houve caimento progressivo com falha leve (0,1). Em 30 minutos, quando da transição da 1ª para 2ª parte ("O sol aquece...") houve final brusco com breque mais rápido com retomada posterior mais lenta (falha leve -0,1). A última falha ocorreu em 41 minutos, no final da 2ª parte para o 2º refrão, quando houve caimento na sustentação (falha leve -0,1).Ronan Gil de Morais
Samba Enredo
−0,1O samba é fiel ao enredo. Entretanto, o aproveitamento da forma simbólica e signos no samba ficou bem aquém das fontes alegóricas. Os refrões são excelentes (concorrente sintético e memorável), mas o estopim foi muito genérico. Outro problema é a clareza da letra com os signos, principalmente na 2ª estrofe. "O sol que é o meu varal", luz repercute na invenção. É algo "surreal, fábula, mito". O público fica a perguntar-se de qual o simbolismo e conteúdos e está fortemente exposto. Explicita apenas entre o enredo do José "pincéis" e "trem". Algum vez problema de entendimento nos versos da 2ª estrofe: "trago amuleto da sorte. Brilha. Meu pincelão...".Fausto Borin
−0,1Cumprimento TotalO G.R.C.E.S. "Estrela do Terceiro Milênio" cumpriu com todos os pontos de avaliação elencados no Manual do Julgador no quesito Samba de Enredo, no que se refere à fidelidade, ao aproveitamento/adequação, à clareza, à riqueza poética e ao entendimento.Flávia Maria Cruvinel
−0,1Cumprimento TotalA escola contemplou com todos os pontos do Manual do Julgador, com excelência. A identificação da interpretação do samba de enredo foi realizada quando a escola cantou e passou pela Torre 9.Junio
−0,1Aproveitamento/adequação: os versos "É - A mãe" e "surreal" estão fora de contexto.Valério Fiel da Costa
Harmonia
−0,1De acordo com o Manual do Julgador, o canto emitido pelos componentes da escola de samba deve ser propagado por todo transcorrer do desfile. O canto emitido pela ala 3 foi insuficiente, criando um hiato entre alas. O entrosamento entre o canto e o ritmo da bateria é essencial para a harmonia do desfile. A ala 12 cantou a estrofe 2 de maneira imprecisa, gerando assim o desentrosamento com a bateria.Bruno Soares Santos
−0,1A escola teve duas penalidades leves referentes aos critérios "propagação" e "canto de samba/enredo integral" do quesito Harmonia. Na ala coreografada Buda, verificou-se uma diminuição na propagação do canto considerada penalizando 0,1 ponto. Nas alas de números: 08 - símbolo da Hospitalidade, 09 - símbolo de resiliência (cruz de malta); 12 - símbolos de transformação (alquimia) verificou-se que vários integrantes deslocaram sem cantar o samba de início apenas o refrão, penalizando neste critério 0,1 ponto. Dessa forma a escola foi penalizada com 0,2 pontos no geral.Daniela Gatti
−0,1As alas avaliadas cantaram com entrosamento e juntas à bateria de início, sobretudo em trechos do samba de enredo como o "Ri da paz", marcado bem várias vezes, água, terra, fogo e ar, que, foi quando aconteceu o entrosamento da bateria junto ao tempo da melodia do samba de enredo. Os reveladores trabalho de canto e o entrosamento foi pela harmonia.Dionys Ferreira Cavalcante
−0,1Ao passarem pela Torre Nº4 e a ala 03 "Judaísmo", aos 20 minutos e a ala 07 "Símbolos de Realeza", entre os minutos 26 e 27 aproximadamente propagavam apenas parcialmente o canto relativo ao critério "falta de propagação do canto". Por sua vez, parte das alas nº 5 "Catolicismo", aos 23 minutos, nº 9 "Símbolo da Resistência (cruz de malta)", aos 29 minutos e ala nº 12 "Símbolos de transformação (alquimia)" aos 34 minutos cantavam apenas o refrão de acordo com o Manual do Julgador (são) subtraídos 0,2 pontos relativos aos dois critérios descritos.Maurício Tadeu dos Santos Orosco