Academia do SambaOs nerds também sambam
Acesso 2 · 2026

Unidos de São Lucas

Meu tambor é ancestral, heranças e riquezas de um povo... um Brasil de festas pretas!

Colocação
Pontuação
268,9
Ordem de desfile
Escola
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Baixar a justificativa original (PDF)Boletim escaneado do julgamento · 9 MB

Profissionais

Carnavalesco
Anselmo Brito
Compositor
Bruno Leite
Compositor
Ricardinho Olaria
Coreógrafo de Comissão de Frente
Jonathan Santos
Diretor de Carnaval
Ewerton Coelho
Intérprete
Tuca Maia
Mestre de Bateria
Mestre Andrew Vinicius
Mestre-sala
Erick Sorriso
Porta-bandeira
Victória Devonne
Presidente
Adriano Freitas - "Nanão"

Boletim por quesito

Notas de cada jurado e o subtotal do quesito.

EnredoΣ 39,7
AlegoriaΣ 39,7
FantasiaΣ 40,0
EvoluçãoΣ 38,9
Comissão de FrenteΣ 39,9
Mestre Sala e Porta BandeiraΣ 39,9
BateriaΣ 39,8
Samba EnredoΣ 40,0
HarmoniaΣ 39,8

Diferença para a campeã, por quesito

Décimos que a campeã (Morro da Casa Verde) fez a mais que Unidos de São Lucas em cada quesito.

Evolução
+10,0
Enredo
+3,0
Harmonia
+2,0
Alegoria
-1,0
Comissão de Frente
+1,0
Mestre Sala e Porta Bandeira
+1,0
Bateria
-1,0
Fantasia
+0,0
Samba Enredo
+0,0

Verde = a campeã pontuou mais naquele quesito; vermelho = este desfile pontuou mais ali.

Descontos justificados

23 décimos descontados com motivo registrado.

Enredo
−0,1A escola cumpriu satisfatoriamente os pontos de avaliação de roteiro e realização narrativa. Contudo, no que diz respeito à leitura plástica, conforme os critérios estabelecidos pelo Manual do Julgador, o 1º casal de mestre sala e porta-bandeira apresentou uma discordância que resultou na despontuação de 0,1 (um décimo). Não há elementos descritos na defesa que possam corresponder aos signos e/ou constituição das fantasias. Embora se possa perceber que os guardiões endossam uma indumentária tribal africana, não há elementos assinalados na defesa. De modo análogo, o casal vem descrito na defesa por sua atitude (preservação dos recursos naturais), porém não pelos elementos da fantasia. Cronometragem (Módulo 1): 12:25.Gabriela Kvacek Betella
−0,1Leitura Plástica: A alegoria "A humanização de Ayan Agalu para trazer o desafio ao Reino" não apresentou elementos consistentes como a "presença de correntes" para representar e transmitir a ideia de aprisionamento do Reino. Assim se despontua (0,1), um décimo em leitura plástica.Luciana Miranda Marchini
−0,1Leitura Plástica - Despontuação de um décimo (0,1) por falha ocorrida aos 38 minutos no primeiro casal de mestre sala e porta bandeira: os elementos apresentados na defesa foram insuficientes para visualizar a presença dos líderes tribais nos guardiões do casal citado.Renato Bilotta da Silva
Alegoria
−0,1Concepção Artística: Em meu campo de visão, aos 27 minutos, a escultura frontal à direita do último carro apresentava alguns focos de tinta escorrida, o que caracteriza uma falha leve de execução. (-0,1). Realização: a escola, em meu campo de visão, cumpriu corretamente todos os subitens relacionados a este balizamento. Acabamento: a escola, em meu campo de visão, cumpriu corretamente todos os critérios referentes a este balizamento.Eduardo Pastri
−0,1Concepção Artística - Aos 44 minutos, no meu campo de visão, o Tripé "Igreja do Bonfim" apresentou erros no subitem execução, utilização de materiais, junção da cúpula com a torre esquerda solta (-0,1).Marcus Vinícius Pereira
−0,1Concepção Artística - Aos 44 minutos, no meu campo de visão, o Tripé "Igreja do Bonfim" apresentou ainda as janelas frontais desalinhadas (-0,1). Realização: não houve falhas neste balizamento. Acabamento: não houve falhas neste balizamento. Conforme planilha de pontuação (-) 0,2.Marcus Vinícius Pereira
Evolução
−0,1No respectivo tempo 31:58 houve um excedente de 5 grades entre Comissão de Frente e ala das Baianas. Nota 9,9.Dhon Santos
−0,1Aos 27 min. a alegoria (A humanização de Ayan...) abriu 8 grades. Segundo o manual do julgador, permite 4 grades, passando trata-se de um buraco entre alas e perde-se -0,1.Leonardo V.D. Gonçalves
−0,1Aos 38 min. a última alegoria (Olodum, Blocos e Cordões) abriu 7 grades, segundo o manual do julgador, permite 4 grades, passando trata-se de um buraco entre alas e perde-se -0,1.Leonardo V.D. Gonçalves
−0,1Aos 28 min. a ala 3 (Escravizados) abriu 2 grades, quebrando padrão da escola (sendo de 1 grade o proposto). Trata-se de um buraco entre ala. Perde-se -0,1.Leonardo V.D. Gonçalves
−0,1Aos 19:32 o destaque de chão abriu 11 grades da ala 2 (Tribos Africanas), considerando divisão de escola perdendo 0,2.Lisianne R. M. Neves
−0,1Aos 19:32 o destaque de chão abriu 11 grades da ala 2 (Tribos Africanas), considerando divisão de escola perdendo 0,2.Lisianne R. M. Neves
−0,1Aos 26:21 ala 7 (Maracatu) e ala 8 (Frevo) abriram 1,5 (grade) de distância, saindo fora do padrão da escola de 1 (grade) perdendo 0,1.Lisianne R. M. Neves
−0,1Aos 27:23 destaque de chão abriu 5 grades com relação à ala 10 (Boi Bumba) perdendo 0,1. Dentro do meu campo de visão, demais balizamentos foram cumpridos.Lisianne R. M. Neves
−0,1Aos 39 min. houve um buraco entre o casal oficial e a ala 2 (Jeibos) quebrando a proposta da escola de uma grade, abrindo-se 2 grades. Dado manual perde-se 0,1 décimo.Ryphael César Chagas de Jesus
−0,1Aos 47 min. houve um buraco entre ala 8 (Frevo) e ala 9 (Carimbó) de uma grade e meia, quebrando a progressão. Dado manual perde-se 0,1 décimo.Ryphael César Chagas de Jesus
−0,1Aos 46 min. houve um buraco dentro de ala, da ala 7 (Maracatu) que não se arrumou até o término do desfile. Dado manual perde-se 0,1 décimo.Ryphael César Chagas de Jesus
Comissão de Frente
−0,1Plástica Artística - Aos 21 (vinte e um minutos), a componente trajada do figurino 3 (árvore), localizada no lado esquerdo da pista na terceira (3ª) fileira se desalinha de seus outros colegas da mesma fileira. De acordo com o manual do julgador, a coreografia ou encenação executada pela comissão de frente deve se desenvolver de forma harmônica. Um problema de plástica artística enseja o ônus de (0,1).Fernanda Andrade
Mestre Sala e Porta Bandeira
−0,1Relação com o par: Durante o campo de visão, aos 29 minutos de desfile, houve falha de sincronismo ao finalizar o giro do casal, sendo despontuado 0,1 (um décimo) em sincronismo, totalizando 0,1 (um décimo) em relação com o par, conforme manual do Julgador 2026.Alexandre Xavier
Bateria
−0,1Sustentação: A bateria cometeu falha moderada entre a manutenção rítmica, realização da bossa do refrão principal até "Ayan nasceu da natureza" e retomada do ritmo. Sobretudo no trecho "Se liga no rufar do meu tambor" na repetição do refrão durante as convenções (-0,1). Ocorreu no final da passagem pelo campo auditivo.Leonardo de Paula
−0,1Execução: Ocorreu sonoridade imprecisa, desencontada, nos fraseados dos tamborins no trecho entre "Ayan nasceu da natureza" até "Silenciar jamais", aproximadamente aos 30:20 (-0,1).Leonardo de Paula
Harmonia
−0,1A ala Maracatu aos 35:00, no trecho "se liga no rufar do meu tambor", estava cantando num ritmo diferente do proposto pela bateria, caracterizando falha de Entrosamento, dando ensejo a perda de 0,1. Não houve falhas de Clareza nem de Constância, que são os outros itens de balizamento do Quesito Harmonia. Considerando a observação supracitada, o desconto aplicado total é 0,1. Dessa forma e de acordo com o Manual do Julgador, a nota final da escola é 9,9.Cinthia Campos Sell
−0,1A ala "Tribos Africanas", no momento aproximado 39'20" entoou o trecho "Axé mamãe! Força matriz da terra" em ritmo diferente da bateria, o que é uma falha de entrosamento, com desconto de 0,1 (um décimo). Seguindo o manual do julgador, o desfile foi analisado no quesito Harmonia, com os pontos de balizamento Clareza, Entrosamento e Constância. Como foi identificado um erro, a nota resultante é 9,9 (nove vírgula nove).João Batista Cruz