Grupo Especial · 2026
Portela
O Mistério do Príncipe do Bará - A Oração do Negrinho e a Ressurreição de Sua Coroa Sob o Céu Aberto do Rio Grande
Profissionais
Carnavalesco
André Rodrigues
Coreógrafo de Comissão de Frente
Claudia Mota
Coreógrafo de Comissão de Frente
Edifranc Alves
Mestre-sala
Emanuel Lima
Mestre-sala
Marlon Lamar
Mestre-sala
Vinicius Jesus
Porta-bandeira
Camyllinha Nascimento
Porta-bandeira
Rosilane Queiroz
Porta-bandeira
Squel Jorgea
Mestre de Bateria
Vitinho
Compositor
Braga
Compositor
Cacau Oliveira
Compositor
Dona Madalena
Compositor
Gabriel Simões
Compositor
Miguel Cunha
Compositor
Raphael Gravino
Compositor
Valtinho Botafogo
Intérprete
Zé Paulo Sierra
Diretor de Carnaval
Claudinho Portela
Diretor de Carnaval
Higor Machado
Diretor de Carnaval
Júnior Schall
Diretor de Harmonia
Julinho Fonseca
Boletim por quesito
Notas dos 4 jurados; a menor é descartada (riscada) e o subtotal soma as 3 válidas. Desde 2026 cada nota é decomposta em critérios com pontuação fixa — em destaque onde a escola perdeu.
Total: 267,9 de 270,0
Diferença para a campeã, por quesito
Décimos que a campeã (Unidos do Viradouro) fez a mais que Portela em cada quesito.
Alegoria
+6,0
Evolução
+4,0
Harmonia
+4,0
Fantasia
+3,0
Comissão de Frente
+2,0
Bateria
+1,0
Samba Enredo
+1,0
Enredo
+0,0
Mestre Sala e Porta Bandeira
+0,0
Verde = a campeã pontuou mais naquele quesito; vermelho = este desfile pontuou mais ali.
Descontos justificados
36 apontamentos transcritos dos cadernos da LIESA.
Alegoria
médiaConcepção: -0,1 (um décimo), foi subtraído, considerando que: as alegorias não dialogam de forma consistente com o enredo. Apesar de ser positiva a utilização de materiais variados na construção estética, a repetição de formas e o excesso de elementos arquitetônicos comprometem a criatividade plástica, tornando distante a poética trabalhada no enredo, que não fica clara a partir do conjunto alegórico. Realização: -0,1 (um décimo), perda de um décimo em realização por ter apresentado deficiências de acabamento nas alegorias (2, 3 e 4). A alegoria 3 e 4 também apresentaram partes quebradas, como por exemplo o pé da representação de Bará (carro 3). Realização: 4,9 / Concepção: 4,9 / Nota: 9,8 (nove, oito)Aislane dos Reis
médiaCONCEPÇÃO = 5,0 - Conjunto alegórico bem diverso, com alegorias e tripés que transmitiram a força da narrativa visual, ousando nas volumetrias pouco óbvias.
REALIZAÇÃO = 4,8 - Foram observados problemas de execução em: ALEG. 01 - acabamento nos espelhos colados e volutas acolchoadas, que estavam se soltando; TRIPÉ 01 - Rabo da grande sereia com furos; ALEG. 02 - Escultura de Custódio mal posicionada, deixando a face do personagem escondida. Havia arranhões na mão dessa escultura.Madson Oliveira
médiaApesar da ausência de clareza na explanação inicial do enredo e assuagar imediata, as alegorias valorizaram a simbologia da escola ao início, meio e começo novamente, trazendo consigo a filosofia de Tião Bispo - início, meio e começo, trazendo ciclicidade à própria ideia ocidental de tempo linear e, mostrando que, apesar da narrativa tradicional, a escola nos apresentar de maneira majoritariamente simbólica a presença e a construção de Barcá, sua importância na religiosidade afro-sulista. Tendo assim, 5,0 na concepção de seu desfile.
No que versa sobre realização, o carro abre-alas, a última parte do carro não estava acoplada, deixando a desejar a unicidade da alegoria. Com isso retira-se (0,1) na realização deste carro (...).
O 3º carro apresentou problemas de acabamento na parte lateral esquerda, aparentando descolamento, a parte superior da mesma estava grosseiramente mal-resolvida.
O 5º carro apresentou também na lateral esquerda, próximo a primeira águia, pedaços quebrados de isopor em seus trocados, deixando parte aparente. (-0,1). Tendo assim, um total em realização em 4,8.
Nota final: 9,8Thainá Trindade
altaConcepção: A repetição volumétrica impacta negativamente, especificadamente no que se refere a criatividade compatível e a diversidade formal necessária. (-0,1) Realização: Abre alas: luz apagada e acabamento deficiente na parte traseira (-0,05) Tripé 2: buraco no revestimento da calda da sereia causa impacto negativo (-0,05) Explicação da Concepção: Observa-se a mesma tipologia de volumetria no tripé 2, carros 4 e 5, o que causa monotonia visual, prejudicando a dinâmica necessária. Nota: 9,8Walber Ângelo de Freitas
Bateria
médiaManutenção da cadência: Na bossa do trecho "Aleluia meu senhor..." ocorreu uma leve oscilação momentânea na execução, justificando a pontuação 3,9. Conjugação dos instrumentos: Observou-se sonoridade equilibrada entre os naipes, execução clara das letras, paradinhas e convenções, justificando o valor máximo desse quesito 3,0. Criatividade e Versatilidade: O arranjo apresentou boa estruturação, criatividade e bom grau de complexidade. Foram explorados diferentes elementos ao longo da execução, como variações de dinâmica, alternância de texturas, desenho rítmico e recursos performáticos, ampliando a versatilidade e a criatividade, justificando a pontuação máxima 3,0.Geiza Carvalho
altaSubquesito Manutenção da Cadência: "Foi mantida a cadência em consonância com o samba enredo". Pontuação = (4,0) quatro pontos. Subquesito Conjugação dos Instrumentos: "Os diversos sons emitidos foram ouvidos com clareza, sendo mantido o equilíbrio instrumental". Pontuação = (3,0) três pontos. Subquesito Criatividade e Versatilidade: "Bossas criativas e bem executadas, com grau de dificuldade elevado". Pontuação = (3,0) três pontos. NOTA: (10,0) dezHélcio Eduardo da Silva
médiaA bateria obedeceu e atendeu aos três requisitos básicos do critério de julgamento e mais, apresentou-se não como uma bateria show mais, como uma bateria comprometida com a melodia, ritmo, arranjo, livre e tudo mais que uma peça musical exige para cumprir a sua função diegética de maneira temática com o enredo. (10).Nelson Nunes Pestana
altaMANUTENÇÃO DA CADÊNCIA: (3,9)
- Aceleração rítmica no último trecho da bossa nº 04 e durante o deslocamento no final da apresentação.
CONJUGAÇÃO DOS INSTRUMENTOS: (3,0)
- A apresentação ocorreu de acordo com o descritivo do manual do julgador, sem alteração.
CRIATIVIDADE E VERSATILIDADE: (3,0)
- Arranjo condizente ao enredo, com desenvolvimento de bossas elaboradas e bem distribuídas entre os naipes.
NOTA: (9,9)Rafael Barros Castro
Comissão de Frente
altaInteração do elemento cênico com a C. Frente, causando um surpreendente impacto visual, aparição do "Negrinho do Pastoreio" voando no ato 4. Nota 10 (dez).Cláudia Ribeiro
baixaDesconto de 0,1 em APRESENTAÇÃO.
- No ato 3, quando da aparição dos orixás advindos do alagoas, há falta de refinamento artístico (o surgimento é de maneira abrupta), causando um descompasso cênico.
NOTA: 9,9Paola Novaes
média-0,1 Criatividade. Coreografia do corpo de baile sobre o elemento cenográfico com alguns momentos confusos se misturando com cenas do telão/led, levando a um roteiro cenográfico confuso.Rafaela Ribeiro
baixaSubtração de 0,1 em Apresentação. Pouca compatibilidade entre os orixás Oxalá e Omolu (Sapata) e as movimentações apresentadas, visto que as versões apresentadas eram de ambos em suas bases mais velhas, as movimentações rápidas e dinâmicas de dois senhores que dançam curvados incompatibiliza. Colisão entre um dos orixás o Oxóssi (o da direita de quem assiste no lado par da avenida) com a orixá Obá quando essa realizava uma movimentação de deslocamento para a frente do tripé.Thaynã Vieira
Enredo
médiaConcepção: O desenvolvimento teórico, descrito no livro "Abre-alas", estabelece a ideia central com detalhes, tratando de diferentes aspectos do tema e apresenta robusta pesquisa. (3,0). Realização: A apresentação da narrativa durante o desfile deu-se de forma cíclica (começo-meio-começo) definida no livro "Abre-alas". Essa estratégia permitiu o desenvolvimento coerente do argumento. (5,0). Criatividade: O recorte adotado para o tema distinguiu-se por sua escolha. A abordagem evitou caminhos narrativos previsíveis. (2,0). Nota: 10,0Fernanda Santos
altaCONCEPÇÃO: 2,9 Retira-se 1 décimo devido à dificuldade de entendimento de uma história densa e extensa, repleta de volteios, com excesso de informações e subtemas que acabam por alongar a narrativa e incorporar signos e personagens em um fluxo de inversão e sobreposições de papéis (narradores x personagens). A alternância de pontos de vista e a instabilidade do eixo dramatúrgico comprometem a clareza da narrativa, fragilizando a coesão interna. REALIZAÇÃO: 5,0 Apesar de uma estrutura narrativa confusa, as fantasias e alegorias conseguem materializar na avenida as propostas defendidas no livro Arco-Alas. CRIATIVIDADE: 2,0 A ideia de apresentar aspectos da cultura afro-gaúcha a partir de um mito de fundação é bastante ousada e diferente. Neste sentido, a abordagem é criativa, embora a concepção não tenha sido suficientemente clara.Johnny Soares
médiaNota 10 (dez) diante da realização do desfile de acordo com a concepção formulada no abre-alas, seguindo coerentemente a narrativa proposta, ou seja, uma história em tempo espiralar. Ressalto que mesmo com dois narradores em movimento durante toda narrativa (veguinha e Bona), o personagem principal, Custódio Bezamone leu como núcleo ontológico sustentando a existência da narrativa, algo extremamente difícil de se realizar.Lucinea dos Santos
altaAtribuo nota máxima (dez) ao enredo cuja proposta e desenvolvimento se apresentaram em perfeita sintonia com a ideia central, permitindo uma leitura clara e consistente dos capítulos. Além disso, a escola imprimiu, na avenida, a importância da contação de histórias para a preservação da memória de um povo. Parabéns!Mônica Mansur
Evolução
médiaA escola apresentou um desfile com alas bem coreografadas, componentes com espontaneidade e alegria. Entretanto, as 2 últimas alas e o último carro alegórico passaram pelo módulo 1 aos 67' de desfile, o que fez com que acelerassem o desfile. Assim, a escola perde 0,1 ponto no subquesito fluência. Nota: 9,9Cristina Tranjam
médiaFluência: a agremiação chegou em frente à cabine aos '11 min. Seguiu fluindo sem problemas até os '59 min, quando a ala 18 (circulando entre rendas e quitutes) parou e só voltou a evoluir aos '64 min. Aos '70 houve aceleração abrindo claro frente ao elemento alegórico (os estandartes ancestrais). *Desconto 0,1 décimo pelos motivos mencionados acima. Não houve desconto para espontaneidade e nem para evolução dos componentes pois as alas apresentaram coreografias ou movimentos harmônicos, assim como vibração contínua. NOTA: 9,9Gerson Martins
altaNão faltou empolgação aos componentes, mas a Portela perdeu em fluência: as alas 6 e 7 ficaram paradas em frente ao Módulo 4 por cerca de 3 minutos. Na ala das passistas (11), a parada foi ainda maior: 5 minutos. O resultado foi uma aceleração, a partir da ala 19, até o fim do desfile (perde um décimo). A escola também formou um grande claro na pista, entre a mega ala representando o Xirê do Batuque (ala 18) e o 4º carro, na passagem pelo módulo, perdendo mais um décimo.Lucila de Beauripare
altaPortela teve a fluência do seu desfile comprometida, após os 23 min., iniciou-se várias paradas e retomadas causando um efeito sanfona em sua ala 4. Após isso, uma grande parada foi constatada dos 57 min. Aos 64 min. de desfile em frente a cabine desse julgador, parada essa que provocou uma correria após os 65 min. e se estendendo até a passagem da última alegoria pela cabine em questão, sendo despontuada em 3 décimos no subquesito Fluência.Mateus Dutra
Fantasia
médiaFoi possível identificar alguns problemas relacionados à realização das fantasias. São eles: Na Ala 04, a existência de elemento de mão quebrado; Na Ala 08, alguns desfilantes tinham dificuldade de manter os acessórios de cabeça no lugar, por isso seguravam as tiras que passavam sob seus queixos, caracterizando, por isso, uma consequência relacionada ao acabamento desses peças. Na Ala 09 algumas bandeiras estavam abrindo em relação às suas angulações originais, o que resultou em entrechoques entre os desfilantes.Cátia Vianna
altaCONCEPÇÃO (5,0): A riqueza de detalhes evidenciou a vasta iconografia do batuque.
REALIZAÇÃO (4,8): • Ala 5 - Baianas - não foi possível visualizar os búzios, comprometendo a proposta. (-0,05)
• Parte do costeiro da destaque de chão "Destino sob as Águas" caiu. (-0,05)
• Ala 9 apresentou costeiros desiguais, uns mais abertos, outros mais fechados, comprometendo a estética. (-0,05)
• Ala 13 algumas máscaras no topo da cabeça estavam tombando e amassadas. (-0,05)Mariana Maia
médiaREALIZAÇÃO => (-0,2)
* Ala 01 -> Ausência de acabamento na parte de trás do contorno, comprometeu o apuro estético da fantasia.
* Ala 05 -> Problema identificado na saia de fantasia: elemento "concha" trabalhado, duplicado ou faltante.
* Ala 07 -> Alguns contornos apresentaram o elemento "folha" descolado ou disforme.
* Ala 09 -> A saia de galhos de fantasia foi disforme conforme os componentes evoluíam em frente à cabine. Alguns inclusive com o ferro bem aparente, mediante a perda da palha.
* Ala 15 -> Algumas fantasias de ala apresentaram as franjas das saias disformes ou atrapalhando na avenida.
* Ala 19 -> A solução adotada para a realização do elemento "Megafone" não transpareceu de forma clara do que se tratava o referido objeto, e essa dificuldade foi potencializada ao colocá-lo junto com outro signo, de Exu. Além disso, "misturar" madeira e estampas das cores periódicas no corpo de fantasia, também prejudicou a sua realização, "poluindo" os conteúdos citados.Paulo Paradela
médianota 10 (dez)
A agremiação apresentou proposta estética coerente com o enredo e adequada à leitura temática do desfile. Não foram identificadas falhas que comprometessem a avaliação, portanto a atribuição da nota 10. Realização: destaque para a combinação inteligente de cores, tanto das figurinos, quanto no conjunto de uma ala para outra (transição) e efeito de iluminação, da ala 15 (xirê do batuque), como experiência de "ver a luz do orixá".Pryscila Dias
Harmonia
altaCanto da escola (-0,1) -> penalidade aplicada em razão da inconstância do canto dos componentes durante todo o samba, priorizando apenas o refrão. Alas com maior incidência: 6, 13 e 14.
Harmonia Vocal (-0,1) -> penalidade aplicada em razão da falta de entendimento na execução do samba no início do verso: "O PAMPA É TERRA negra em sua essência". Além disso, percebi um problema recorrente na afinação das palavras COROA e BARÁ, contidas no verso: "Quem rege a sua COROA, BARÁ?" Esses aspectos prejudicaram a apresentação vocal dos intérpretes em relação a afinação e ao entendimento do canto do samba.Cainã Alves
altaA escola foi descontada em um décimo (-0,1) no subquesito HARMONIA INSTRUMENTAL. Pois apresentou vários desencontros pontuais entre canto e bateria enquanto passava pelo módulo 1, interferindo na fluidez do canto.
TOTAL: -0,1Jardel Maia Rodrigues
médiaA despontuação dos dois décimos referente ao subquesito harmonia vocal deve-se a perda do ritmo (pulso) pelo vocalista nos trechos onde a linha melódica era cantada com variações rítmicas propostas no trecho. O fato ficou notório principalmente no trecho: "Alupo, meu senhor / Alupo..." Já a segunda despontuação para o mesmo subquesito deu-se por conta da desafinação recorrente nos arranjos vocais com nota sustentada.Júlia Félix
altaA escola teve um início de desfile forte e coeso, porém ocorreu uma perda progressiva na relação do canto dos componentes com o ritmo da bateria e os intérpretes. E quando esse ocorria se dava com pouco entrosamento. Havia de maneira geral uma visível falta de engajamento em muitas alas, o que prejudicou a totalidade do canto da escola ao longo do desfile. Despontuação mínima [-0,1]Rodrigo Lima
Mestre Sala e Porta Bandeira
altaA sintonia do bailado do casal com elegância e a coreografia dentro do enredo, propiciaram o êxito do trabalho.
Parabéns!!!Eduardo Torres
altaRefinamento estético da nobreza do casal, rainha e rei, devidamente trajados em corpos contemporâneos, bailando à serviço do enredo. Pincados, giros, saltos e o cortejar de forma alegre e harmônicas em seu bailado.
10,0 (dez)Fernando Zikan
alta(-0,1) Mestre-sala não carregava o cetro que consta no croqui no livro abre-alas o que dificulta a leitura da fantasia como sendo um rei.
(-0,1) Coreografia apresenta quantidade de passos marcados que sobrepõe o bailado tradicional de mestre-sala e porta-bandeira.Raquel Rosa
altaO casal cumpriu com majestade, simplicidade e precisão a coreografia apresentada, mostrando domínio técnico, tanto na execução do seu bailado, quanto na utilização do espaço cênico.Viviane Santos
Samba Enredo
baixaA primeira parte do samba é permeado por melodias com alto grau de similitude. O incidente que gerou esta falha pode muito bem ter sido a ausência de diversificação nas extremidades dos versos. A onipresença da terminação em "ou" exerceu enorme atração sobre a sequencialidade das notas, travando em muito as possibilidades de variação da melodia. Assim, dado que o princípio de riqueza poética melódica é mandatório, a imperícia exige responsabilização de (0,1)Alessandro Ventura
média-0,1 - Despontuo um décimo em funcionalidade pois o trecho de "É Barão" até "na madrugada" segue sem pontos de ápice ou maior destaque, e o samba acaba por não se potencializar nas repetições, tendo o efeito contrário. Isso também ocorre na primeira parte da transição para a tonalidade maior.Alfredo Del Penho
altaExiste adequação da letra ao enredo, sendo observado o subquesito "Desenvolvimento do enredo". O samba-enredo possui versos fortes, envolventes, como, por exemplo, "Não há demanda que o povo preto não possa enfrentar". Trata-se de samba com riqueza poética e melódica, destacando-se o bom gosto da letra e da melodia.Christiano Abelardo
médiaO samba atingiu a nota máxima pela profundidade narrativa ao abordar a cultura negra no sul, tema escasso na Sapucaí. O enredo foi bem desenvolvido ao criar um diálogo entre o Negrinho do Pastoreio e o Orixá Bará, transformando o samba em documento histórico contra o apagamento e a necromemória do Príncipe Custódio. Na riqueza poética destaca-se a harmonia que prestigia a poesia e o desfecho explosivo que funciona como uma estratégia de reparação e afirmação racial. Por fim é visível a entrega absoluta no canto onde a Escola canta com garra e energia.Vandelir Camilo
Transcrição best-effort marcada por confiança. PDF original em Notas originais.