Academia do SambaOs nerds também sambam
Grupo Especial · 2025

Unidos do Viradouro

Malunguinho: O Mensageiro de Três Mundos

Colocação
Pontuação
269,4
Para a campeã
−0,60
Escola
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Profissionais

Carnavalesco
Tarcísio Zanon
Coreógrafo de Comissão de Frente
Priscilla Mota
Coreógrafo de Comissão de Frente
Rodrigo Negri
Mestre-sala
João de Oliveira
Mestre-sala
Julinho Nascimento
Mestre-sala
Thiaguinho Mendonça
Porta-bandeira
Amanda Poblete
Porta-bandeira
Duda Martins
Porta-bandeira
Rute Alves
Mestre de Bateria
Ciça
Compositor
Chanel
Compositor
Chanel Rigolon
Compositor
Igor Federal
Compositor
Inácio Rios
Compositor
Marcio André Filho
Compositor
Paulo César Feital
Compositor
Vaguinho
Compositor
Vitor Lajas
Intérprete
Wander Pires
Diretor de Carnaval
Alex Fab
Diretor de Harmonia
Dudu Falcão
Diretor de Harmonia
Jefferson Coutinho
Diretor de Harmonia
Marcos Mendes

Boletim por quesito

Notas dos 4 jurados; a menor é descartada (riscada) e o subtotal soma as 3 válidas.

EnredoΣ 29,7
AlegoriaΣ 30,0
FantasiaΣ 30,0
EvoluçãoΣ 29,9
Comissão de FrenteΣ 30,0
Mestre Sala e Porta BandeiraΣ 30,0
BateriaΣ 29,9
Samba EnredoΣ 30,0
HarmoniaΣ 29,9
Total: 269,4 de 270,0

Diferença para a campeã, por quesito

Décimos que a campeã (Beija-Flor de Nilópolis) fez a mais que Unidos do Viradouro em cada quesito.

Enredo
+3,0
Evolução
+1,0
Bateria
+1,0
Harmonia
+1,0
Alegoria
+0,0
Fantasia
+0,0
Comissão de Frente
+0,0
Mestre Sala e Porta Bandeira
+0,0
Samba Enredo
+0,0

Verde = a campeã pontuou mais naquele quesito; vermelho = este desfile pontuou mais ali.

Descontos justificados

14 apontamentos transcritos dos cadernos da LIESA.

Alegoria
alta-0,1 -> No carro 3 - no braço esquerdo da escultura principal apresentou uma emenda aberta na altura do deltoide e no pulso uma fissura. -> No carro 6 - o braço esquerdo na altura do cotovelo com uma emenda muito visível e alguns daqueles elementos que rodavam nos destaques laterais não estavam funcionando.Soter Bentes
Bateria
alta- A convenção apresentada no módulo utilizando o alfaia ficou comprometida com um resultado sonoro baixo chegado na cabine do julgador onde acredito que o volume do carro de som tenha contribuído para isso.Ary Jayme Cohen
altaProblema de equilíbrio sonoro. Em 'porque nunca ando só', após chamada das 3ªs não ouvi o toque importante das Agogôs (Cowbells), comprometendo o resultado musical do arranjo.Philipe Galdino
Comissão de Frente
altaREALIZAÇÃO: Faltou apuro e acabamento ao elemento cenográfico de apoio o que prejudicou o impacto final quanto às formas, entrosamento, utilização, exploração e distribuição de materiais e cores (-0,1)Raphael David Filho
Enredo
altaConcepção: 4,9; Desconta-se 0,1 pela falta de clareza e coesão no recorte e na roteirização apresentados no desenvolvimento do enredo. Não fica claro, em algumas passagens, qual dos três mundos em que se manifesta o personagem central da narrativa está sendo representado. Esse problema fica mais evidente na última parte do cortejo. Nas fantasias da ala da Baianas (16), da personagem de chão que a antecede, e das alas 19 e 21, são retomados argumentos e signos que remontam aos dois mundos anteriores. Essa incoesão contribui sobremaneira para a dificuldade da plena compreensão, em desfile, do que se pretendia comunicar. Realização: 5,0.Arthur Nunes Gomes
altaConcepção: Retira-se 1 décimo devido à dificuldade de compreensão da existência humana da figura central do enredo: João Batista - o Malunguinho. A narrativa concentra-se excessivamente na dimensão mística do homenageado, sem esclarecer adequadamente a identidade do personagem histórico do séc. XIX. Dessa forma, a condição terrena de João Batista, considerado o último dos malungos do Quilombo de Catucá, não é bem elucidada, restrita apenas à abertura, enquanto aspectos espirituais (a tríade dos mundos) são priorizados, impedindo que o caráter real e terreno do segundo maior líder quilombola do Brasil seja, de fato, conhecido, comprometendo a compreensão da relevância histórica do personagem e diluindo o potencial educativo do tema. Realização: 5,0Johny Soares
altaDespontua-se a escola em 1 décimo em realização por certa dificuldade para entendimento de parte do argumento proposto, muito em virtude da opção denoteirização do desfile. Quando se opta por não utilizar os carros alegóricos como abertura e fechamento de setores do enredo, faz-se necessária a substituição por escolha que passe a ideia de que a história tem novo "capítulo" a partir dali. Ao se utilizar de performances teatralizadas, para que haja o entendimento buscado, é primordial assistir a toda a apresentação. Nas (...) apresentações dos grupos performáticos 1 e 2, a escola estava passando de forma acelerada e muito compacta pelo módulo 4, prejudicando o entendimento da apresentação e, fundamentalmente, de que ali se iniciava um novo setor. Gostaria de ressaltar o primoroso trabalho de pesquisa que baseou a bela concepção do enredo. Concepção: 5,0 — Realização: 4,9.Marcelo Figueira
altaJustificativa: foram retirados dois décimos (-0,1 em concepção e -0,1 em realização) em razão do comprometimento da CLAREZA e da COESÃO na narrativa concebida e realizada, uma vez que as passagens de um "setor" para outro não foram marcadas de forma convencional (através do uso de alegorias) e, sim, através de performances de grupos cênicos, o que — conforme consta na justificativa oferecida no Abre-Alas — foi deliberado com o objetivo de dialogar com a "fluidez" do elemento "fumaça" (fio condutor mítico da história de Malunguinho), sem provocar "interrupções abruptas" na narrativa. Tal estratégia, no entanto, trouxe prejuízos à CLAREZA e à COESÃO, já que as passagens — junto com a fumaça — se espraiaram. Vale ressaltar que o recurso de divisão de alas em A e B (alas 01, 02 e 12) foram de encontro à ideia de fazer passagens não marcadas, já que inevitavelmente delimitam (de forma marcada) os elementos cênicos que entre elas estão. Deste modo, fica ferida a COERÊNCIA entre o que se tem na justificativa e o que é, finalmente, apresentado.Mônica Mançur
Evolução
altaDescontei um décimo por conta dos clarões apresentados frente ao carro 4 aos 43min e frente ao carro 5 aos 51min. * Esses clarões ficaram muito nítidos, pois foram uns espaços bem maiores do que a escola veio mostrando frente as outras alegorias.Gerson Martins
altaUnidos do Viradouro foi penalizada em 1 (hum) décimo, quando o grupo performático "Falange de Malungos", permaneceu parado em frente ao Módulo 4, por 5 min. (dos 35' aos 39'), seguido de uma pequena correria pois em apenas 1 min. passaram destaques performáticos, ala, musa "Rastro de Braseiro" e alegoria abre-alas, prejudicando assim, a fluência do seu desfile.Matheus Dutra
Fantasia
médiaConcepção: 5,0. Realização: Ala 8 -> A uniformidade dos detalhes nas cabeças (chapéu) estavam faltando (-0,025). Os componentes não usavam as luvas pretas (-0,025). Ala 14 -> O final da fantasia estava verde, porém no abre-alas era rosa com detalhes amarelos. Tirando os encantamentos do trabalho espiritual, a fantasia não passava a ideia de taça (-0,025). Ala 20 -> Não ocorreu acabamentos e os cuidados na confecção. Os materiais que estavam no costeiro despencaram na frente da Cabine. A ideia dos componentes era de espalhar as brincadeiras pelo caminho, não aconteceu (-0,025)Sérgio Henrique Silva
Harmonia
altaAla com canto insuficiente: 18 (-0,05) Oscilação na intensidade do canto pelo conjunto de intérpretes, especialmente nos momentos de alternância entre intérprete principal e auxiliares. Ora igualmente fortes (ok), ora principal forte e auxiliares fracos (x), ora igualmente fracos (x). (-0,05)Bruno Marques
altaDESPONTUAÇÃO MÍNIMA [0,1] A escola teve um início de desfile forte e vibrante na igualdade do canto, porém não não conseguiu manter o andamento inicial do samba-enredo, o que prejudicou a coesão e o entrosamento entre o intérprete principal e os intérpretes de apoio. Por não ter sido um fato isolado, a totalidade do canto da escola ficou prejudicado.Rodrigo Lima
Samba Enredo
altaLETRA: (-0,1) Entrosamento imperfeito entre verso e desenho melódico. O verso "Acenda tudo que for de acender" é belo como letra, assim como a melodia é bela por si, sem a letra. Porém, quando reunidos, há tendência ao não discernimento de cada palavra, principalmente pela velocidade prevista no âmbito melódico para esta parte. Mas também porque a sequência de consoantes em "d" (aín-Da tu-Do C...-D-e acen-D-er) compromete a dicção, resultando muito mais na escuta, após a vogal "a" de "acenda" na abertura, somente das vogais das sílabas tônicas ("aen" em "acenda", "tu" em "tudo", "é" e "acender" = a-en-u-e-er), esvaziando o verso de maior força comunicativa para além da dimensão sonora e rítmica. Acrescente-se, ainda, que a opção pelas frequentes repetições de versos ao longo de toda a letra é um recurso capaz de dinamizar o canto, sim, com a ressalva de que, em excesso, pode levar à exaustão a própria música — fato percebido quando o termo retorna do mesmo simultaneamente em letra e melodia: passa a sugerir-se menos como um círculo virtuoso musical e mais como um círculo vicioso, no qual a previsibilidade gera aos poucos o efeito inverso do não dinamismo.Igor Fagundes
Transcrição best-effort marcada por confiança. PDF original em Notas originais.