Grupo Especial · 2024
Unidos da Tijuca
O Conto de Fados
Profissionais
Carnavalesco
Alexandre Louzada
Coreógrafo de Comissão de Frente
Patricia Salgado
Coreógrafo de Comissão de Frente
Sérgio Lobato
Mestre-sala
Matheus André
Mestre-sala
Rafael Gomes
Porta-bandeira
Lucinha Nobre
Porta-bandeira
Thainá Teixeira
Mestre de Bateria
Casagrande
Compositor
Chico Alves
Compositor
Claudio Russo
Compositor
D'Sousa
Compositor
D’Sousa
Compositor
Jorge Arthur
Compositor
Julio Alves
Compositor
Silas Augusto
Intérprete
Ito Melodia
Intérprete
Ito Melodia }}
Diretor de Carnaval
Marquinho Marino
Diretor de Harmonia
Fernando Costa
Boletim por quesito
Notas dos 4 jurados; a menor é descartada (riscada) e o subtotal soma as 3 válidas.
Total: 265,7 de 270,0
Diferença para a campeã, por quesito
Décimos que a campeã (Unidos do Viradouro) fez a mais que Unidos da Tijuca em cada quesito.
Enredo
+9,0
Alegoria
+7,0
Samba Enredo
+7,0
Fantasia
+6,0
Comissão de Frente
+6,0
Mestre Sala e Porta Bandeira
+4,0
Harmonia
+4,0
Evolução
+0,0
Bateria
+0,0
Verde = a campeã pontuou mais naquele quesito; vermelho = este desfile pontuou mais ali.
Descontos justificados
17 apontamentos transcritos dos cadernos da LIESA.
Alegoria
baixaAs perdas justificadas: conjunto alegórico concretizado [?] pouco criativo em relação à monotonia visual, principalmente na ALEGORIA 3 e 5. Foram observados problemas de acabamento e utilização de materiais empregados nas ALEGORIA 2 (enlace nas asas do músico-mor) e ainda ALEGORIA 3,4 e 5 (proposta de difícil entendimento, sendo Sambaqui [?] e Nossa Senhora do Sistema [?], respectivamente).Madson Oliveira
médiaCONCEPÇÃO (-0,1) Penalizada por uma concepção volumétrica bem a inovação desejada. O conjunto alegórico apresentou uma concepção formal pautada em pouco impacto visual, comprometendo a criatividade lograda em um desfile comparativo.
REALIZAÇÃO (-0,2) Penalizada por apresentar emenda aparente depreciativa na asa do cavalo alado, na alegoria 02. Observou-se falta de proporção das torres em relação à escultura do árabe, no tripé "Heranças Mouras". Já na alegoria 05, partes da escultura abriam, deixando as ferragens aparentes, o que empobreceram o visual.Walber Ângelo de Freitas
Comissão de Frente
baixaConcepção / Indumentária - elemento cenográfico precisaria de melhor acabamento estético nas laterais e no [?] principal, onde surgia o personagem "Ulisses", como também nas peças (-0,1)Rafaela Riveiro Ribeiro
baixaConcepção / Indumentária: 4,9
(-0,1) O acabamento do elemento cênico expôs peças e adereços que foram utilizados na apresentação, suprimindo o componente surpresa.
Apresentação / Realização: 4,9
(-0,1) A transformação da rainha em serpente não se efetivou. O momento da transfiguração em uma plástica visual, mostrava serpente devorando a personagem, o que abriu espaço para outras interpretações.Raffael Araújo
Enredo
baixaConcepção: 4,9; Desconta-se 0,1 pela falta de coesão na retratação do desfile no primeiro setor, ao posicionar a Velha Guarda, que pretendeu homenagear ao herói grego Orfeu corretamente retratado como Orfeu da Conceição, versão híbrida brasileira de mito greco. Tal disposição de alas comprometeu, em parte, a coesão e a coerência da narrativa. Desconta-se mais 0,1 pela dificuldade de entendimento da reflexão proposta no setor 4 (Pactos marítimos) de que os navegadores/dirigentes portugueses eram os próprios narrativas por eles imaginados, responsáveis pela maior parte e dizimação de populações inteiras. O recurso de abordar [ilegível]Arthur Nunes Gomes
baixaConcepção: Retira-se 1 décimo pela falta de coesão e coerência dos argumentos apresentados no 1º setor "Fados Mitológicos". A lenda grega sobre Ulisses/Sereia (no começo do enredo) serve como um prólogo que não encontra seguimento nas alas deste setor, seja a narrativa dá um "salto" para se direcionar sobre a lenda dos feitiços e a exploração de ouro e madeira na praia de Ofir. Essa mudança abrupta do argumento e a cisão neste primeiro setor prejudicam o entendimento, deixando pontas soltas sobre a origem de Portugal, a aparição da Velha-Guarda representando "os descendentes de Orfeu" - entre o 1º casal de MS/PB "O ouro de Ofir" e a ala 01 "Corais de Ofir" que emergem das mares (relativa à lenda [continua]) do Orfeu "brasileiro" (em "Orfeu da Conceição"). (4,9) Realização: Retira-se 1 décimo pela falta de um fio condutor durante o desfile na avenida, que une os últimos setores do enredo. O narrador (fada da Conceição) prometido no livro Abre-Alas como contador da história sobre as lendas e fados de Portugal aparece apenas no 1º setor (na Comissão de Frente e na representação da Velha-Guarda). No restante da apresentação, esse personagem desaparece totalmente. Desta forma, os últimos setores carecem de um encadeamento, configurando-se em temáticas distintas. Ou seja, o fio condutor prometido para a narrativa, na prática, não se concretiza, prejudicando a coesão dos argumentos. Retira-se 1 décimo ainda pela não materialização na avenida da proposta expressa no livro Abre-Alas de revelar a monstruosidade dos navegantes colonizadores portugueses. O que seria a denúncia sobre tais personagens não fica claro ao longo das alas do 4º setor, sendo tal argumento abordado de forma sutil somente na alegoria 3. Dessa forma, o que poderia ser uma "mea-culpa" pelas atrocidades cometidas pelos navegantes colonizadores portugueses fica pouco evidente, sobressaindo o imagético fantasioso sobre terríveis seres marinhos. (4,8) Observação: Embora a leitura da fantasia 3 "Nóbis": A deusa dos rios e do barro" tenha sido clara na avenida, seu croqui e descritivo não foram apresentados/fornecidos na Ficha Técnica do livro Abre-Alas.Johnny Soares
baixaConcepção: Penalizou-se a escola em 3 décimos pela imprecisão na narrativa do argumento ao alterar fatos mitológicos, lendários e históricos sem um elo que torne o discurso coeso. Com isso, o argumento dificultou possibilidades de realização clara. Como defender o argumento de que os monstros e setos rar relíquios dos navegantes e seriam aliados aos portugueses para a consumação de seus atos de exploração? Como realizar a ideia acima, por exemplo, com o objetivo de uma compreensão clara. Como compreender que a história é narrada por Orfeu da Conceição, se ele só aparece na Comissão (continua...) Contrariação da Unidos de Lyfica? [?] de frente como personagem secundária? E mais, como entender que essa persona sem ninguém chega às conclusões que alimentam a contação da história? Em suma, a fragmento incesso e muita abstração tornaram a compreensão prejudicada em grande parte do desfile. (-0.3)Marcelo Rodrigues Figueira
Fantasia
baixaConcepção -> Ala 8 não deu clareza na leitura. Ala 10 -> os dragões nas ombreiras e cabeças ficaram sem apuro estético. Realização -> Ala 4 faltou uniformidade no acabamento das cabeças. Algumas estão acima e outras abaixo. Ala 5 -> faltou apuro estético nas costuras e muitos caindo para trás. Ala 13 -> costuras sem apuro estético. Ala 14 -> O adereço de mão que tem reproduzido no tamanho, e o material compromete o apuro estético.Sérgio Henrique
baixaConcepção: 4,8 / Realização: 4,9. Em conceição, houve a perda de 2 décimos nas alas: ala (03) - a ala foi para avenida, mas não havia o conceito ao livro abordado, não sendo possível sua identificação. Ala (06) - se a proposta era associar a "Deus Suceesivo" no "Deus Bao", a fantasia deveria sincretizar elementos visuais de ambos. Ao retirado, os sinais iconográficos do "Deus Bao", o vigilante representado de "sol" estaria. Ala (09) - os símbolos que representavam o "sol" estavam pouco visiveis, dificultando os signos de "sua" estética. Aqui aparenta a "força feminina" do sua refulgora dela vigência maجزuxia" do sol. Ala (24) - não houve nenhum outro atributo relacionado a Santo Antônio, além do livro, o mesmo também é um simbolo de São José, ou seja, a fantasia deveria conter outros sinais visuais de São José, na fantasia deveria reforçar que se trata de devotos de Santo Antônio. Ala (27) - faltou a representação do "pão" no cesto, junto com as flores, descaracterizando a tradição de referida romaria e dificultando a leitura da fantasia. Em realização, houve perda de 1 décimo: ala (07) - capacete desproporcional na altura do rosto, em sátiro aparente, o mesmo saia no lugar. Ala (12) - falta de apuro estético, principalmente no uso das cores e materiais. Ala (16) - a riqueza da arquitetura mourisca não foi representada em sua plenitude na avenida, o impacto visual dos arcos, dos colunas, dos mosaicos, das abóbadas... se perdeu. Ala (21) - alguns auréolas da fantasia, estavam inclinadas para trás.Wagner Louza
Harmonia
baixaDespontuação (-0,2)
Houve dificuldade no entendimento do texto por dicção (pronúncia) imprecisa, como "Será baluarte", "e linha rendada".
Ocorrência de justificações relacionadas nos trechos "vera cruz"... "o tombo de alfazema que cantar"Júlia Félix
médiaDesvalorização mínima [-0,1]
A escola teve um início de desfile forte e vibrante, mas ao longo da sua apresentação o canto perdeu sua igualdade e coesão na relação entre o canto principal e as linhas complementares dos intérpretes da base. Na Volta de apoio, o que aparecia em vários momentos a incompreensão da Letra do Samba. Por não se tratar de um fato isolado a escola teve uma respontuação de [-0,1].Rodrigo Lima
Mestre Sala e Porta Bandeira
baixaEm alguns momentos apresentaram lentidão e falta de energia, principalmente nos giros. Devido a isto, falta também um pouco de integração, gerando o desequilíbrio de energia.Fernando Bersot
baixaLinda casal e figura lindíssima tem dentro de bom eixo; porém o bailado no casal pouco contido de precisão [?] mais; trabalho compassado contra porém pecou em sua força e intensidade; P empolgando e contagiando os [?] e exíguos do bailador; M/S pela bela expressão [?] e repertório; faltou um contido por [?], perdendo a intensidade de movimento; o casal se manteve contido faltou aquele algo mais; enriquecesse o atrapalha bem genérico de raiz do M/S e P/B e captar aquele ambiente mágico e aguardar [?] não aconteceu!!!Paulo Rodrigues
Samba Enredo
baixaOcorrências de prosódia e inteligibilidade vocal comprometendo o sentido em parte dos versos (-0,1). [transcrição de baixa confiança]Alessandro Ventura
baixa- 0,2 melodia - (0,1) o encadeamento dos fraseados da melodia não gera uma boa conduta no discurso melódico nos seus inícios: "um samba feito" até "inimigo dos índios". (0,1) A repetição da palavra rítmico-melódica torna o samba raso, mais alongada como em "um samba de verdade" / "Tô amor do faraó" até "brilhar o samba".Alfredo Del Penho
baixaMELODIA (-0,1) falta fluidez na melodia, que apresenta alguns melodismos curtos [ilegível] resgatado [?], ao quesito [?] do adormece a gente, e só por ver. Somam-se poucos contrastes melódicos, que resulta na monotonia que pouca contagiou em arpejados. (-0,1) Repetir mesma melodia dos versos: De "Pra remontar no carnaval" Para "Vai bascer" De "Hindar a saudar, já, desde" Para "Português daí glória" De "E v500 reportar no umrr" Para "Que brilha sob a prole do Vero Cruz" não apresentam uma sequência de continuidade do conjunto musical, causando uma sensação de exaustivo de melodias breves, no nível de um endurecimento. Também é possível perceber uma cadência melódica em alguns momentos que viabilizar o encaixe do verso repetido, sem unidade ou proposta melódica.Alice Serrano
baixaMelodia -0,1: excesso de motivos melódicos nos versos 2 e 4 ("vai escola" e "vai além de tudo") prejudicam unidade melódica. Letra -0,1: verso 2 possui pouca clareza entre assunto (Obispo o Lisboa) embora justificados no Abre-Alas e no desfile. Letra -0,1: nesta na 1ª parte, Melodia na madeira/conflito de [?]. Na estrofe "não obtém para Trás" no início se acotovela sobre sua resistência sem clareza. Após [?], ele prefere contar sobre a Grécia e Portugal. (...) Se tirei os outros este samba não prejudica assim/contar "De um futuro com calma origem [?] como exposto no Abre-Ala e na Alegoria 02.Cyro Delvizio
Transcrição best-effort marcada por confiança. PDF original em Notas originais.