Grupo Especial · 2014
Acadêmicos do Grande Rio
Verdes Olhos de Maysa Sobre o Mar, no Caminho: Maricá
Profissionais
Carnavalesco
Fábio Ricardo
Coreógrafo de Comissão de Frente
Jorge Teixeira
Coreógrafo de Comissão de Frente
Saulo Finelon
Mestre-sala
Andrey Ricardo
Mestre-sala
Luís Felipe
Porta-bandeira
Jéssica Barreto
Porta-bandeira
Verônica Lima
Mestre de Bateria
Ciça
Compositor
Derê
Compositor
Hugo
Compositor
Hugo da Grande Rio
Compositor
Rafael Ribeiro
Compositor
Robson Moratelli
Compositor
Toni Vietnã
Intérprete
Emerson Dias
Diretor de Carnaval
Ricardo Fernandes
Diretor de Harmonia
Thiago Monteiro
Boletim por quesito
Notas dos 4 jurados; a menor é descartada (riscada) e o subtotal soma as 3 válidas.
Total: 297,2 de 270,0
Diferença para a campeã, por quesito
Décimos que a campeã (Unidos da Tijuca) fez a mais que Acadêmicos do Grande Rio em cada quesito.
Bateria
+4,0
Samba Enredo
+4,0
Harmonia
+4,0
Conjunto
+4,0
Enredo
+3,0
Comissão de Frente
+2,0
Fantasia
-1,0
Evolução
+1,0
Mestre Sala e Porta Bandeira
+1,0
Alegoria
+0,0
Verde = a campeã pontuou mais naquele quesito; vermelho = este desfile pontuou mais ali.
Descontos justificados
26 apontamentos transcritos dos cadernos da LIESA.
Bateria
médiaNão foi bem sucedida na primeira entrada, na entrada dos tamborins, seguido pelos surdos, imprecisos, muitas pausas longas (pelo menos três) durante o samba, não apresentando muito em termos rítmicos e criativos, causando um 'vazio' no acompanhamento.Cláudio Luiz Matheus
baixaFaltou mais definição sonora da parte dos instrumentos de sustentação, [ilegível] na levada rítmica a timbragem e sonoridade das caixas, com tamborins e chocalhos soando com harmonia. -0,2
(Continua nas observações finais)Leandro Osíris de Castro e Souza
baixaHouve flutuação do andamento [?] durante a bossa feita na 2ª parte "O meu lugar...". Depois quando entrou o resto da bateria tudo se acalmou. * acúmulo de [ilegível] de 10 bpm's.Sérgio Naidin
médiaDesencontro rítmico entre a "base" (caixas, repiques e marcações) e a "seção aguda" (tamborins e chocalhos) no refrão do meio -0,1.Xande Figueiredo
Comissão de Frente
médiaA comissão da Grande Rio veio com uma alegoria grande demais. Talvez a mesma movimentação pudesse ser feita sem tamanho exagero. A coreografia estava criativa e bem ensaiada (principalmente a linguagem corporal utilizada nos sírios, que estava incrível). A atuação do anão me pareceu desnecessária, não acrescentando nada à comissão (-0,1).Fabiana Valor
baixaConcepção e Indumentária: a [ilegível] de construções e composições do grande elemento de hieroglífico de apoio pequeno e a presença do grupo, concepções que diluíram o impacto positivo da coligação de frente perante o público no momento da apresentação. (-0,1). Nota final: 9,9Raphael David
Conjunto
baixaA ala 1 permaneceu muito tempo parada causando um descompasso/desequilíbrio no ritmo. Alas sem apoio para uma melhor [progressão?] das alas [posteriores?].Edileuza Batista de Aleluia
ilegível[ilegível]João Wlamir
baixaO conjunto da Escola em sua grandiosidade nos [introduziu?] com a [síntese?] e o tom [imposto?]. Começou [ilegível] um [desfile?] tão [contínuo?] e simples [ilegível] a Escola passar [muito?].Ricardo Rizzo
baixaA escola apresentou uma boa consistência de frente, harmonizada, [ilegível] na frente e buraco nas paças nas paças [ilegível] no módulo. Segue alas posição um buraco enorme nos atrasos que estava no telhado da escola, na próxima paça quanto espaço do que a alas frente. Ala 3 [ilegível], deixando um vazio na alas. Ala 3 passou em [ilegível] em frente ao módulo, quebra paços. Buracos belíssimos na indumentária da alas, mas sem empolgação, alas este [ilegível] conjunto deixava muito a desejar. Alas 7, 8, 9. Buraco em frente [ilegível] com um conjunto integrante e apaixonado, esplendor. [continua]Sulamita Trzcina
Enredo
médiaApesar de uma realização IRREPREENSÍVEL do ENREDO em um desfile magnífico e de fácil leitura, a escola peca na concepção ao conjugar um enredo geográfico/biográfico, o que carece de um fio condutor claro para evitar um desfilar de temas e subtemas, sem muita conexão. O olhar de Maysa se perde como narradora da história de Maricá, ao passo que a visita de DARWIN se desenvolve por 2 setores e por 10 alas, se convertendo no centro do enredo. Continuação Grande Rio: E esse sim, no tema ou subtema do enredo. As alas 23/26/28, por compartilharem a mesma ideia Pesca/Peixe, deveriam vir agrupadas, bem como a ala 24 (Anos 70) que deveria vir próxima a alegoria 6, pelo "clima setentão" (c.f. ABRE ALAS). Tudo isso, facilitaria mais a compreensão do enredo, sem romper os eixos temáticos. (-0,2)André Luís da Silva Junior
médiaConcepção: 4,9. O enredo em homenagem à cidade de Maricá, usando como recurso narrativo o olhar da cantora Maysa, fez um desenvolvimento de grande apuro estético. Contudo, no tocante ao roteiro, o fio condutor do enredo (o olhar de Maysa) se perdeu, logo nos setores 3 e 4, quando o excesso de referências a Darwin e suas descobertas na sua cidade abriram questões sobre a lembrança ou associação com a cantora, esticando-se o subtema, prejudicando o fluidez da história. Realização: 5,0.Johnny Soares
baixaConcepção: 4.9 — Temática de abordagem limitada que, num início claro e contextualizado, os alas 3 a 4 apresentaram-se redundantes, tornando a leitura monótona, nesta. A inteligibilidade da cidade da França com a comparsa Mayer apresentou-se de forma superficial, contrariando a justificativa do enredo. Realização: 5.0 — Materialização rica e criativa.Mariza Soares Cardoso Maline
baixa= Concepção = 4,9
Trabalho de pesquisa bem fundamentado mas que peca no excedentário... [ilegível] ... ao se inspirar na alas nº 26 "Festival de Pesca" e nº 28 "Peixes exóticos" de autores que, assim como as alas nº 25 "Tristeza" e nº 29 "Saltimbancos" estes descritos no próprio livro Abre-Alas como "as melhores de visitantes que ... passaram por arias ... cidades e pelo mar da cidade." Todos do 6º setor (-0,1)
= Realização = 5,0Pérsio Gomyde Brasil
Evolução
baixaFalhou a casa, a escola perde um décimo na fluência [ilegível] no conjunto. Com -0,1 [?]. 9,9Carlos Pousa
baixaA escola apresentou um belo desfile, com componentes empolgados e vibrantes, de modo que o desfile pareceu uma nota máxima. O diferencial ocorreu na ala 01 (O sem do [?] - plano?) e os jangaleiros que faziam coreões com as faixas do plano, davam forma a um buraco no meio da ala, talvez pela própria concepção coreográfica. Mas como o desfile [retorna?] ao colorido ao final da passagem pelo módulo, não vi essa [?] muito alijada e o claro foi [?] iluminado.Paola Novaes
Fantasia
baixaCONCEPÇÃO
[em branco - riscado na diagonal]
REALIZAÇÃO
ALA 8 - PAREARAM MUITAS ROUPAS DE LOJA. LARANJA DAS CABEÇAS
ALA 18 - FANTASIA COM MATERIAL E DURABILIDADE MUITO DEMAIS
ALA 25 - O ESFORÇO HAGUINAÇO [?] FICA QUASE NÃO APARECIALúcia Simas
Harmonia
médiaOs puxadores desafinaram em alguns momentos do desfile. Na parada da bateria aos 35 min o canto não foi retomado adequadamente.Miriam Orofino Gomes
baixa1) O entendimento geral da letra foi prejudicado na quase totalidade do desfile. 2) O componente de cante "Pinta a urtiga" e [ilegível] Aleg. "Não dá fé". Alegoria "caliça de visão" - [ilegível] danharam a execução do samba enredo no atrelo enredo em detrimento da representação Teatral, sem motivo aparente em substituição ou justificativaMonique Aragão
médiaApesar de manter o entrosamento entre os intérpretes e os instrumentistas, os componentes não conseguiram sustentar a constância em sua totalidade até o final do desfile. Algumas alas enfatizavam o refrão em detrimento das outras partes do samba denotando falta de fluidez no canto. Segue as alas penalizadas e seus respectivos tempos de desfile: Ala 5 (44), 7 (24), 8 (24), 9 (25), 10 (23), 12 (20), 17 (39), 18 (49), 31 (46), 33 (53). Penalização: (-3)Sidnei Martins Dantas
Mestre Sala e Porta Bandeira
baixaA coreografia, apresentada pelo casal, deu mais ênfase aos movimentos expressivos do que ao bailado, [prejudicando?] esta. Luís Felipe e Verônica [precisam?] ter [bailado?] um pouco mais. (-0.1)Beatriz Badejo
baixaA dissimulação e beleza do figurino do casal impôs beleza plástica à cia [?]. Plástica usada pela bailarina econômica na dança que caracteriza o quesito. Distantes um do outro exibiram-se separadamente e de modo simples.Tito Canha
Samba Enredo
médiaLETRA: A letra é adequada ao enredo, vale ressaltar que apesar do enredo fazer rápida menção à figura do índio, o tema é abordado nos quatro últimos versos da primeira estrofe, o que parecem incoerente. No refrão do meio, a devoção "está mal colocada" [?]: o mesmo acontece com o primeiro verso da segunda estrofe ("o povo lugar, seu nome da terra brotou Marica" [?]) com resultado estético ruim. Os versos da segunda estrofe apresentam pouca coesão entre si. (-0,2) MELODIA: O refrão principal funcionou bem na avenida, mas, de maneira geral, faltou riqueza melódica ao samba, o que prejudicou o canto e a dança dos desfilantes. (-0,1)Alexandre Augusto Ribeiro Wanderley
baixaO samba possui bem na Avenida a letra descritiva adequada ao enredo, mas com uma proposta poética pouco criativa em alguns momentos, com rimas não originais, tal como a expressão "o couro vai comer" utilizada na região principal que apesar de atingir o objetivo de empolgar, esta dosa intertextualizada da proposta poética (-0,1). Melodia: Apatia de um elo melódico entre alguns versos: de "--- estrela do (continuação Grande Rio) de "-- estrela do céu" para "vem, vem ---" e de "-- um novo olhar" para "A claridade ---", de "-- dores raram" para "o sol que brincava ---" refletem uma inversão de melodia que deixa a desejar e que acaba por necessitar na letra que em alguns momentos também se apresenta seca, dando a impressão que partes do samba-enredo foram compostos separadamente, faltando uma unidade melódica (-0,1)Alice Serrano
baixaLetra: Gramática. Ficou explícito a [?] marcação da letra. A letra parecia falar de qualquer cidade [?]. Ficou simplificada [?] para [ilegível] de ritmo [?] no entorno do título, evolução. Chão correto. Ficou [ilegível] criatividade. Tipo (-1). A 2ª estrofe ao mancha a [ilegível] cadência da 1ª [ilegível] [ilegível] samba [ilegível] [ilegível] [ilegível] o [ilegível] [ilegível] a noite e visão (tipo -1). O último [ilegível] tornar [continua adiante]. [Continuação Grande Rio:] [ilegível] pelo Sugar Comum. Tudo [ilegível] parecia um clichê na evolução [canto] [ilegível]. Nome comum [?] [ilegível]. O senso ao [?] do passou? Grande Rio em passou? O canto a si torna [ilegível] [ilegível] alterado e um [ilegível] alterado [ilegível] de um [ilegível]. Melodia: A melodia é previsível. Os dois sambas mais se diferenciam muito nos desenhos melódicos (tipo -1).Maria Amélia Martins
baixaLETRA: A construção da letra na 1ª estrofe é confusa: começa falando de Maricá (versos 1 e 2), fala de Maísa (versos 3 e 4) e volta a falar de Maricá (versos 5 e 6). Sem a leitura prévia do abre-alas, ao qual o público não tem acesso, fica difícil o entendimento. Os versos 3 e 4, mesmo soltos na letra, há versos deslocados na letra que nada acrescentam à sua beleza poética. Ex: verso 4 da 2ª ("A claridade ... visão"), verso 8 da 2ª ("a riqueza do meu chão"), verso 9 da 2ª ("uma doce canção"). Mais uma vez, a letra não consegue passar claramente a mensagem por causa da leitura prévia do abre-alas, ao qual o público não tem acesso. A letra, como um todo, carece de tratamento poético e estético. LETRA: -0,3. MELODIA: Os refrões são melodicamente superiores ao restante do samba. As 2 estrofes não sustentam a força dos refrões por terem melodia muito simples sem grandes contornos. Cria-se um desequilíbrio entre refrões fortes e melodia linear. MELODIA: -0,1Marta Macedo
Transcrição best-effort marcada por confiança. PDF original em Notas originais.