Academia do SambaOs nerds também sambam
Grupo Especial · 2014

Império da Tijuca

Batuk

Colocação
11º
Pontuação
291,6
Para a campeã
−7,80
Escola
Ver perfil →

Profissionais

Carnavalesco
Junior Pernambucano
Coreógrafo de Comissão de Frente
Junior Scapin
Mestre-sala
Peixinho
Porta-bandeira
Jaçanã
Mestre de Bateria
Capoeira
Compositor
Alexandre Alegria
Compositor
Karine Santos
Compositor
Marcão Meu Rei
Compositor
Márcio André
Compositor
Rono Maia
Compositor
Vaguinho
Intérprete
Pixulé
Diretor de Carnaval
Luiz Carlos Amâncio
Diretor de Harmonia
Luiz Carlos Amâncio

Boletim por quesito

Notas dos 4 jurados; a menor é descartada (riscada) e o subtotal soma as 3 válidas.

EnredoΣ 29,2
AlegoriaΣ 28,9
FantasiaΣ 29,0
EvoluçãoΣ 29,3
Comissão de FrenteΣ 28,9
Mestre Sala e Porta BandeiraΣ 29,4
BateriaΣ 29,3
Samba EnredoΣ 29,5
HarmoniaΣ 29,0
ConjuntoΣ 29,1
Total: 291,6 de 270,0

Diferença para a campeã, por quesito

Décimos que a campeã (Unidos da Tijuca) fez a mais que Império da Tijuca em cada quesito.

Alegoria
+11,0
Comissão de Frente
+11,0
Harmonia
+10,0
Fantasia
+9,0
Conjunto
+9,0
Enredo
+8,0
Evolução
+7,0
Bateria
+7,0
Mestre Sala e Porta Bandeira
+6,0
Samba Enredo
+0,0

Verde = a campeã pontuou mais naquele quesito; vermelho = este desfile pontuou mais ali.

Descontos justificados

39 apontamentos transcritos dos cadernos da LIESA.

Alegoria
médiaO conjunto alegórico apresentou unidade visual. Observou-se elementos repetidos em diversas alegorias (Al 01, 02, 03, 04, 05). Má distribuição volumétrica. Essa repetição de elementos desnecessários provoca uma monotonia no espetáculo e prejudica a apresentação da agremiação, num todo. Na Al 6 - escultura passista danificada (lateral setor [par?]). Materiais eram muito mais simples do que oBruno Chateaubriand
baixaCom o excesso [?] rico de informações, discurso [?] o autor apresenta, a escola não conseguiu expressar com clareza o histórico pretendido. Realização: alegorias pouco expressivas, sem impacto e de acabamento apenas satisfatório. Projeto unindo [?] no pouco espaçado (carros 3,4,5) com talha, em especial, no nº3, não contribuíram para valorizar a bela memória de cores do melhor carro da escola, cuja luz privilegiava as laterais em detrimento de sua parte frontal e traseira, deixando-as quase soberbas [?]Emil Ferreira
baixa(-1) O desenvolvimento do enredo poderia ter explorado com mais criatividade a temática, porém ficou monótono devido a repetição de formas, cores, linhas e volumetria, embora definindo bem a narrativa. Os carros foram marcados pelas proporções pequenas em relação ao espaço da avenida e um excesso de componentes que prejudicava a boa visualização. No carro 2 a alegoria do item [B] está pequena e apoia desaparecer no conjunto, embora seja figura importante. O mesmo ocorre no item 4 numa cores que ficou desproporcional, resta haver uma melhor distribuição [ilegível]. [ilegível] de [ilegível] para maior segurança [ilegível]Helenise Guimarães
baixaA quantidade da concepção foi enfraquecida pelas alegorias estéticas de mesma altura e com a mesma proposta volumétrica (alegorias 02, 03, 04 e 08). (-0,2) Na realização, observou-se em todo o conjunto alegórico, o uso de revestimentos de pouco encanto visual. Aliada à sua aromatização. A alegoria 04, a escultura da rainha do narcacatu [?], data e estrela com pouco uso de um bom jogo de cores. Percebeu-se platôs vazios no Abre Alas e na alegoria 07, mostrando a ausência de componentes ou destaques. (-0,2)Walber Ângelo de Freitas
Bateria
médiaNo trecho do samba que a mão vai 'tremer', convenção muito rápida e de difícil execução nos surdos, causando o chamado 'flam', em que não conseguem 'tocar juntos'. Foi a única apresentada em frente ao módulo, caracterizando portanto, falta de criatividade. Faltou peso, sobressaindo apenas o peso de som [?] agudo.Cláudio Luiz Matheus
baixaEm prol ao seu módulo a bateria não apresentou nenhum arranjo rítmico. -0,2 Faltou definição nas levadas de caixas, tamborins e chocalhos. Apresentou uma prosódia conjugação dos efeitos pelos instrumentos. -0,2 (Continua nas observações finais)Leandro Osíris de Castro e Souza
baixaSenti falta de peso dos surdos, podendo ser devido a pouca quantidade de afinação entre os 03 [?] preativos.Sérgio Naidin
médiaEm vários andamentos rítmicos de tamborins houve impressão rítmica "Flam" além do razoável -0,1. Encalhos tocaram mais rapidamente que o restante da bateria na "base" do samba -0,1. Desencontro rítmico entre 1ª, 2ª e 3ª e o restante da bateria "marcação" e o canto no refrão do meio -0,1. Ver obs. finaisXande Figueiredo
Comissão de Frente
médiaEm um enredo cujo tema é "Batuk" e onde a comissão opta por representar a comunicação de todos africanos c/ deuses a partir de emissão de som c/ partes do corpo, este movimento foi pouquíssimo explorado coreograficamente (-0,1) Além disso, a comissão comete um erro grave em que os homens africanos dançaram na frente do exú, q/ era o elemento central da coreografia (-0,1). Este mesmo erro se repetiu, quando os mesmos bailarinos dançaram na frente dos 4 elementos da natureza, q/ eram o foco da coreografia no momento (-0,1) com relação ao elemento cênico, ele q acrescentou a comissão q estava bem acabado q serviu como trono do exú, [como construído] no abre-alas (-0,1).Fabiana Valor
baixaConcepção/Indumentária: A comissão de frente não respeitou positivamente o público no movimento da apresentação (-0,1). O conceito cenográfico [?] não soube convencer com os membros da comissão pois a indumentária quando passa de contexto cênico ficaram comprometidas (-0,1). Indumentária/Realização: Quando os elementos cenográficos se abriam, poderia se ter explorado claramente que a parte interna do cenário se encontravam raspados, sem apuro no acabamento [ilegível] (-0,1). Os adereços cênicos mereciam melhor acabamento [ilegível] (-0,1).Marcus Nery Magalhães do Vabo
médiaJunior Scapin nesta noite apresentou-nos uma coreo[grafia] com movimento corporal pobre com falta de desenhos compostos de forma [previsível?] e linear. Não gerou impacto significativo no público teiчando caminhos e soluções coreográficas em bastante exploradas e vistas na sapucaí. A partir em que o elemento cênico representativo o "reino de Exu" não ficou bem caracterizada.Paulo César Vidal Morato
baixaConcepção e Indumentária: indumentária não nos toca atenção a baixa col mais desprestigiou os componentes deixando-os pálidos, quebrando o equilíbrio plástico quanto ao [?] [ilegível] a beleza proposta da uniformidade. (-0,1). Faltou planejamento e apoio no desenvolvimento dos elementos cenográficos de apoio (-0,1). Nota final: 9,8Raphael David
Conjunto
baixaDiversas alas não repetiram seus limites. As alas 7 e 8 permitiram lacunas, tipo claros desnecessários. Visualizei componentes sem [ilegível] de cantar o samba.Edileuza Batista de Aleluia
baixaApesar da bela abertura com abre-a-precisão, no decorrer, o desfile foi ficando do alegórico e sem empolgar (não alcançou êxito). - Faltou de impacto e de unidade nas alegorias e figurinos, prejudicando a leitura do espetáculo. - Cores e combinações, mesclas de elementos não permitiram uma estética mais acabada (no conjunto). - Alas muito comprimidas (nas linhas laterais) causaram um desconforto visual (no fluxo, inclusive).João Wlamir
baixaComeçou [ilegível] e essa [escola?] não teve fôlego para [levar?] seu desfile com tanto brilho. O alto [ilegível] de sua [bateria?] [ilegível] e [colheu?] [ilegível] a amarela com tanto brilho a [grandeza?] do conjunto da Escola.Ricardo Rizzo
baixaEscola tradição, de uma forma muito didática sem perder a integração e interação com o público durante o ponto de vista físico no jul[ilegível]. Já há um número 1, chamado pelo [?] Babosa [?] clareiros nos apresenta [ilegível] interna e [ilegível] e mescla com o público faltou a colaboração esperada, pois 2, 3, apresenta poucos buracos em frente ao módulo, assim como a alegoria 4, faltou amarrar que o ator. Nos profissionais [ilegível] formou vários buracos, na carga embarga e apresentou pouco [ilegível]. Segue a ala 7 mês apresentou [ilegível] ala 8 formou buracos. Alas 10, 11 um com [continua]Sulamita Trzcina
Enredo
médiaO enredo do Império da Tijuca apresenta as funções sociais, culturais e religiosas do "BATUK", todavia, na sua realização na medida em que alas como (2/3, 4/6), no segundo setor, apresentam uma difícil leitura, carecendo de elementos que as caracterizem com mais clareza. Vide, por exemplo, a ala "KABETULA" que c.f. o livro ABRE ALAS deveria apresentar "grandes enfeites na cabeça e roupas de retalhos" o que, efetivamente, não se concretizou. Continuação Império da Tijuca: A alegoria 1, c.f. descrição do Abre Alas, poderia fazer referências mais claras ao bater de mãos e pés. A alegoria 2 (Kizombadas) apresentou uma leitura difícil, ao passo que a alegoria 3 (Batuque Artístico), embora mencionasse o elemento "fumaça" no "Abre Alas" não o apresentou para compor o cenário da fé. A partir do 4º setor, as alas e alegorias da escola tornam-se mais auto-explanatórias, pecando por vezes, no entendimento de alas, aparentemente triviais, como a 25/26 (Timbalada e Afroreggae). Houve reposicionamento do elemento cênico Folia de Reis e a ausência de destaque representando misticismo. (-0,3)André Luís da Silva Junior
médiaConcepção: 4,4. Enredo afro, festivo e empolgante, de grande densidade cultural, que apresenta o "batuk" (som/ritmo) através dos terreiros, lugares e celebrações. Em seu desenvolvimento narrativo, peca pelo excesso de referências a festejos de caráter religioso (setores 3 e 4). Não havendo novas informações que enriqueçam a narrativa, o que resulta algumas vezes num agrupamento de "mais do mesmo", tornando-a redundante. Realização: 4,3. Embora tenha feito a Sapucaí tremer, a apresentação teve momentos irregulares, com soluções plástico-visuais imprecisas, pouco criativas e de difícil leitura (alas 02, 04, 06 e 23). Houve ausência [continua na p.5] do destaque de chão "misticismo africano" no setor 3, em contrapartida, notou-se a presença de destaques não citados no abre-alas, após a ala 12 (umbanda) e a ala 12 (dança de fogo). Outro destaque a não se apresentar foi "divina paz", que deveria ter vindo após a ala 16. Por tais motivos, penaliza-se a escola de acordo com o regulamento da LIESA.Johnny Soares
baixaConcepção: 4.9 — Temática interessante, porém a roteirização da [linha] já dada pela escola buscou-se em uma sequência expositiva, carecendo de uma abordagem mais criativa. Realização: 4.8 — A materialização do argumento apresentou-se carente de ausência ou pouco elucidativa nas alas 2 (D'Jambi), 4 (Sereji), 6 (Isabela), 22 (Ilê Anjé), na ala 25 (Timbalada), sem alusão ao enredo. Ausência dos dotações? Histórias Africanas [...]. (continuação) o(s) setor(es) 2 Dorina-Iây, 4 setor [...] apresentaram destaques não justificados no setor 3 — a fonte da alegoria "O Batuque Místico" e no setor 6 a fonte do elemento cênico "Panairan".Mariza Soares Cardoso Maline
baixa= Concepção = 5,0 = Realização = 4,8 Argumento rico e mobilizador apresentando uma trabalho de pesquisa de grande peso cultural. A fantasia da ala nº 6 "Mulata" do 2º setor, não corresponde a descrição da mesma na página 30 do livro Abre-Alas (sutilezas e grandes infletas na cabeça) e sim a uma indumentária bastante luxuosa (uma brilhante fantasia de ala em prata) (-0,1). O destaque do chão "Misticismo Africano" que viria antecedendo a ala nº 5 "Iròpàcià" do 21º setor, não compareceu em comparação... * Continua [ilegível]Pérsio Gomyde Brasil
Evolução
baixaA apresentação apresentou um desfile envolvente neste quesito. Dominaram as imobiladas no início (alas 2, 3 e outras) que apresentaram pequeno [?] (7, 8... 12 etc.) Alguma[s] mal [evoluíram?] 15, 18 e 22) duas 18, 19, 20 e 21 passaram, marcando a [?] vindo a ala 17 das baianas, também não evolui[u] o quanto poderia [e] se esperava [ao mar?] o percurso. A informação na fantasia - tambores [escuro?] A passagem da bateria deu certo vigor [e ânimo?], mas sua [?] [?] manda[da] pela escola que terminou apressada.Paola Novaes
baixaFaltaram em vários momentos espaçamento [?] uniforme nas alas. Em seu 2º setor, os alas desfilaram "embolada" entre suas filas, prejudicando a conjunção de seus componentes. Isto ocorreu a partir dos 3 minutos de seu desfile em frente ao módulo 2 e mais precisos [?] momentos ao longo da passagem. Em sua 2ª alegoria [ilegível]. Aos 26 minutos voltou a ocorrer nas alas Releitura e Mágica aos 27 minutos em frente ao módulo 2 do Sambódromo [ilegível].Salete Lisboa
baixaA escola passou confusa com alas embaladas e algumas retrocederam, do' no setor 3 - houve fartura e correrias - no setor 5 e 6 buracos e embolação, com [comprometeu?] a evolução da Escola, faltou coesão no desfile.Sonia Gallo
Fantasia
baixaAlas de nº 6 e 9 - alas de leitura confusa, alas 10 e 14 - muita informação nas fantasias até dificultando a identificação de que elas representam.Ana Clívia Cohen Pereira
baixaCONCEPÇÃO ALA 20 - A FANTASIA FOI DE LEITURA MUITO DIFÍCIL ALA 12 - POUCO IMPACTO E EFEITO VISUAL ALA 30 - PODERIA TER EXPLORADO MELHOR O TEMA. PARA ELA HÁ ALA P/B FOI POUCO CRIATIVA REALIZAÇÃO ALA 6 - ALÉM DE APRESENTAR UMA CERTA [?] DE SOLUÇÃO DAS [ilegível] E ESTRUTURAS APARENTE, MUITAS ES FALTAVAM ACABAMENTO ALA 21 - O MATERIAL ESCOLHIDO FEZ COM QUE AS CORES APARECESSEM DESBOTADASLúcia Simas
baixaCONCEPÇÃO: 4,7. ALA 01, 02, 03, 04, 05 e 06 → Excesso de elementos poluindo o sentido, [ilegível], falta de [ilegível] e com [ilegível] da [ilegível] proposta. ALA 07, 10, 13, 24, 25 e 26 → A concepção da fantasia não [transmitiu] [ilegível] da fantasia [ilegível] original. A [ilegível] [ilegível] das cores entre as alas não [ilegível] um efeito [ilegível]. (CONT) IMPÉRIO DA TIJUCA harmônico, comprometendo a proposta original. De um modo geral, no que se refere à fantasia, o erro foi de concepção, leitura e entendimento. REALIZAÇÃO: 4,9. ALA 02, 26, 29, 30 e 31 → Fantasia muito pesada, por vários componentes passaram em frente ao módulo [ilegível], dificultando a evolução.Patrícia Nunes
baixaConceito: * Abr 09 a 22 e ausência de números representativos. * Abr 09 a 22 e ausência de elementos relevante que [ilegível] e dificultasse o seu entendimento. * Abr 19 a Fantasia sem fragmento de forma clara sua proposta original. * Abr 19 a Fantasia não trouxe a sua [ilegível] e ao contrário [ilegível] dos mesmos. (continua) [Realização, continuação na pág. seguinte:] * Abr 25 a A fantasia trouxe uma série de elementos que aleijaram seu visual e não [ilegível] de forma clara sua proposta original. Na [ilegível] pinta os elementos que representam os instrumentos usados na timbalada.Paulo Paradela
Harmonia
médiaA escola não manteve a igualdade rítmica e melódica durante toda a sua apresentação. Devido a esse detalhe a vibração e o andamento ficaram prejudicados. Destaco ainda pouca sintonia entre instrumentos e melodia, ou seja, não houve distinção precisa dos elementos musicais acima citados (ritmo - melodia) que prejudicaram as apresentações. Nº 04, 05, 06, 07, 16, 19, 20, 21, 22 e 24. Total de alas: 10Célia Souto
médiaHouve falta de entrosamento entre canto e ritmo no decorrer do desfile. O ritmo perdeu a regularidade aos 20 minutos. A marcação rítmica acentuada prejudicou a harmonia e leveza do desfile. Aos 40 min houve falta de sintonia entre bateria e o carro de som. Alas penalizadas por ausência do canto: 12 (36 min), 22 (45 min), 24 (50 min).Miriam Orofino Gomes
baixa1) A falta do samba entrar na Tamara incompreensível nos Trechos: "Eminra a ponta na gira" e "na batida do péh conquista a natureza" fez sua melodia [?] pouco sentido no andamento acelerado. 2) O andamento ora ligeiro e [ilegível] ora a final do desfile, [?] prejudicou a velocidade que deveria ter cantada. 3) Os componentes de seu carro [?] na execução das passagens "é festa e quanta na batida", "é a paroa", "qles meu é uma nação"Monique Aragão
médiaA escola manteve o entrosamento entre os intérpretes e os instrumentistas. Entretanto não apresentou uma perfeita fluência no canto de seus componentes que não conseguiram manter a constância do canto com intensidade, vigor e empolgação em todas as partes do mesmo. Segue as alas penalizadas e seus respectivos tempos de desfile: Ala 2 (32), 3 (44), 5 (32), 7 (24), 8 (24), 10 (23), 12 (22), 16 (37), 20 (45), 21 (43), 22 (45), 23 (46), 28 (40), 29 (45). Penalização: (-4)Sidnei Martins Dantas
Mestre Sala e Porta Bandeira
baixaUsar mais elementos cenográficos dentro das características da dança, do bailado que segue este quesito, mágico e de grande importância, manifestando o que é fundamental. O tipo, os gestos contínuos e o diálogo durante a performance. Belas Fantasias! Mais bem elaboradas e de bom gosto.Áurea Hämmerli
baixaO casal exibiu um [bailado?] simples, com [movimentos?] limitados de movimentos e pouca sintonia. Faltou [criatividade?] na [apresentação?] do casal, [bailado?] e [expressividade?]; a coreografia não [empolgou?]. (-0.2)Beatriz Badejo
médiaO casal exibiu-se com graça e elegância, mas na hora da apresentação da dança do bailado do pas-de-deux, o casal evoluiu apenas repetindo os mesmos giros e rodopios, deixando de apresentar a sequência completa dos passos que caracterizam a dança do bailado do pas-de-deux.Ilclemar Nunes
baixaAbsoluta beleza de alegria e leveza, mas sincera em quase sua totalidade. Não foi apaixonado no jogo ajustado a um conjunto de passos e movimentos que o quesito exige.Tito Canha
Samba Enredo
médiaLETRA: A letra é adequada ao enredo. O excelente refrão principal (com dois dos mais impactantes da safra de sambas de 2014) foi cantado a plenos pulmões pelos foliantes. O mesmo não aconteceu nas partes da segunda estrofe em que os versos não estavam perfeitamente entrosados com os desenhos melódicos (excesso de sílabas para pouca melodia): "O fervo que desce a ladeira / o batuque levou a poeira". O mesmo ocorreu com o verso "conquistou a nobreza". Dentre as alas que pouco cantaram estes trechos destaco as de números 4, 9, 12, 21, 23, 25 e 31. (-0,2)Alexandre Augusto Ribeiro Wanderley
médiaNa 2ª estrofe, os versos compreendidos no trecho "É o "ferro" que doce --- do jogo ao salão" se encontram "truncados" nas frases musicais, por isso mal compreendidos ao longo do desfile, pois meio "embolados", sendo que o próprio integrante da escola não cantava esse trecho. (-0,1)Alice Serrano
baixaLetra: O excesso de palavras terminadas em 'ão' no [?] dos versos do 1º setor comprometeram a riqueza vocabular da letra (começo / vibração / chão / celebração / comunicação). Faltou criatividade para evitar esse eco. Tipo (-1). Melodia: Muitas vezes [?] com mudanças rítmicas [?] na cadência [?] [ilegível] o canto. O samba contém [?] muito [?] [ilegível] alguns poderiam dar mais [ilegível] direito. Tipo (-1).Maria Amélia Martins
baixaMELODIA: A 2ª estrofe é melodicamente mais densa que a 1ª. Mais difícil de cantar. A junção melódica da maioria dos versos da 2ª é complicada e a harmonia do samba e sua beleza como um todo. Houve problemas de métrica e a dificuldade do canto foi acentuada e notada especialmente nos versos 4 e 12 da 3ª estrofe ("é prêto[?]" que ... da corte do samba"). MELODIA: -0,2Marta Macedo
Transcrição best-effort marcada por confiança. PDF original em Notas originais.