Grupo Especial · 2014
Beija-Flor de Nilópolis
O Astro Iluminado da Comunicação Brasileira
Profissionais
Carnavalesco
Adriane Lins
Carnavalesco
André Cezari
Carnavalesco
Bianca Behrends
Carnavalesco
Fran Sérgio
Carnavalesco
Laíla
Carnavalesco
Ubiratan Silva
Carnavalesco
Victor Santos
Coreógrafo de Comissão de Frente
Marcelo Misailidis
Mestre-sala
Claudinho
Mestre-sala
David Sabiá
Porta-bandeira
Fernanda Love
Porta-bandeira
Selminha Sorriso
Mestre de Bateria
Plínio
Mestre de Bateria
Rodney
Compositor
Adilson Brandão
Compositor
Carlinhos
Compositor
Carlinhos Careca
Compositor
Diogo Rosa
Compositor
J. Beija-Flor
Compositor
Jr. Beija-Flor
Compositor
Junior Trindade
Compositor
Samir Trindade
Compositor
Sidney de Pilares
Compositor
Zé Carlos
Intérprete
Neguinho da Beija-Flor
Diretor de Carnaval
Laíla
Diretor de Harmonia
Laíla
Boletim por quesito
Notas dos 4 jurados; a menor é descartada (riscada) e o subtotal soma as 3 válidas.
Total: 296,4 de 270,0
Diferença para a campeã, por quesito
Décimos que a campeã (Unidos da Tijuca) fez a mais que Beija-Flor de Nilópolis em cada quesito.
Enredo
+6,0
Alegoria
+5,0
Samba Enredo
+5,0
Fantasia
+4,0
Comissão de Frente
+4,0
Conjunto
+3,0
Evolução
+1,0
Mestre Sala e Porta Bandeira
+1,0
Harmonia
+1,0
Bateria
+0,0
Verde = a campeã pontuou mais naquele quesito; vermelho = este desfile pontuou mais ali.
Descontos justificados
29 apontamentos transcritos dos cadernos da LIESA.
Alegoria
médiaNa alegoria 06 - A era do rádio - foi observada uma falta de cuidado com as roupas das figuras de composição. Essa falta de uniformidade acabou por comprometer o efeito visual idealizado pela alegoria. Na alegoria 04 - o esplendor do destaque principal ficou danificado após passar pela Antena de Televisão. Al 05 - Falha luminotécnica foi observada. Al 07 - Passou um nível mais baixo do que as demais.Bruno Chateaubriand
baixaConcepção: outra escola rica em informação que envolveu dificuldade de compreensão até apresentar o real homenageado [?] do 0 boni. Do surgimento do personagem em questão e elenca [?] revista de referências familiares ao formato adotado [?], aí sim, uma comunicação objetiva com a avenida. Na realização alguns incidentes comprometeram a apresentação da escola. - A pane elétrica que apagou a 1ª seção do 4º carro para benefício do efeito [?] luminoso que tentava, a pretexto do gerador, sanar o problema. - A pouca escultura da parte traseira, lado direito do carro 7, que prejudicou os movimentos das mãos e da cabeça. - A participação de coreógrafos no meio artístico sobre o carro 7, bem inadequada [?] num modelo descaracterizado com o cenário, inclusive trajando camisas de camarões [?] de uma concejana [?]Emil Ferreira
baixaO tema poderia ter sido um pouco mais explorado, apoia traduzir agir no universo da comunidade televisiva nacional. A linearidade construtiva até o sexto componente revisão se monótono, o tema ainda dois últimos. Observamos problemas de iluminação no carro 01 cujo o 2º setor com luzes falhando. O carro 04 teve a logística familiar em pequena proporção, é todo dourado não deu destaque a arquitetura, evando-se por outros elementos, quando [ilegível]Helenise Guimarães
baixaApesar da beleza plástica evidente, observou-se uma dificuldade de interpretação do enredo através das alegorias e a necessidade da consulta ao caderno Abre Alas. É importante que a alegoria possa causar uma fácil leitura, uma boa percepção do tema proposto. (Pouca realização). Observou-se que um dos carros acoplados ao Abre Alas, apresentou falha no projeto luminotécnico, que desvalorizou o resultado final. Na alegoria 04, a Sagrada Família, percebeu-se o desprendimento do revestimento, em sua parte lateral. (-0,2)Walber Ângelo de Freitas
Comissão de Frente
baixaA estratégia da fusão dos quesitos comissão de frente / mestre sala e porta bandeira foi bastante usada e como toda grande inovação q ocorra sem acompanhar os "riscos". Esta fusão valorizou a apresentação do casal (mestre s/ p. bandeira), mas fez prejuízo demais a comissão de frente, que ficou parecendo como "penduricalho" pra dois "par[?]" "guarudões", e não uma comissão de frente (o primeiro contingente como momento aprp. apresentação na escola"). Aliás, o 4º contingente, humano que diminuiu a função de saudar o pov[?]. Pra ele apresentar a escola foi a maior cagada pela escola [continuação nas observações finais]. → continuação da escola Beija-Flor: outra falha significativa foi a comissão apresentar uma alegoria (o tabuleiro de xadrez gigante) que os bailarinos não interagiram com ela. Em um enredo que trata de comunicação, esta falta de "conversa" entre a alegoria e os integrantes é grave. Enfim, na minha opinião o resultado desta grande ousadia e inovação comprometeu bastante a apresentação da comissão da escola.Fabiana Valor
baixaM. Misailidis propõe sua elaborações coreográfica numa simbiose com o casal de MS/PB, mas as interfaces entre os corpos acabam não se encaixando, ocorrem atritos, e acaba tudo descambando para um ineficiente caráter investigativo, que ao ser apresentado ao público como tentativa de espetáculo, causa nele perguntas que ficam sem respostas, sentimentos de indiferença e apatia. O sistema de elevação dos peões não funcionou a contento e um deles não foi elevado durante a apresentação... (continua na folha seguinte) ...em frente ao módulo 4, quebrando a coesão coreográfica. O efeito de fumaça funcionou exageradamente, como uma cortina que encobriu e prejudicou a visão da apresentação de forma indiscriminada e grosseira (quer dizer, como se fosse um borrão numa tela). O tabuleiro de xadrez na parte de trás do tripé ficou sem função e gratuito. Como ponto positivo o excelente acabamento plástico das indumentárias e do tripé.Paulo César Vidal Morato
baixaConcepção: a concepção de apresentação e proposta em conjunto não relativiza a participação efetiva, ativando a coligação de frente em [?] plano em cena de imagem de [ilegível] e beleza proposta, prejudicando a concepção da coligação de frente de forma positivamente apoiada e público em sua apresentação (-0,1). Nota final: 9,9Raphael David
Conjunto
baixaUm dos componentes da comissão de frente não realizou a proposta coreográfica proposta junto ao início do desfile. Devido ao tamanho da alegoria 04 [ficou?] danificada ao não conseguir atravessar a torre de comunicação.Edileuza Batista de Aleluia
baixa- O desenvolvimento do espetáculo em relação a sua ideia foi confuso e embaralhado, afetando e prejudicando a percepção e a consequência [?] o seu conjunto.João Wlamir
baixa[Passou?] informação visual com [ilegível] todo o conjunto em seu [entrosamento?] tal qual a proposta tal [ilegível] e [fazendo?] [família?] de [Oxalá?].Ricardo Rizzo
baixaAlegoria 1 e [ilegível] ala 6 não [ilegível] vão se manter a [ilegível] paço por a [ilegível] pequeno buracos na ala mais [ilegível] alegoria 3, junto na ala [ilegível] em frente alegoria [ilegível] junto que conseguiu na ala da próxima sua ala mas mensagem [ilegível] branco no ala 3, alegoria 4Sulamita Trzcina
Enredo
baixaConcepção: Um enredo sobre a comunicação ou comunicado? O título aposta na "ideia". O cartaz "é a ideia que se imagina é de novos um crescendo na difusão da comunicação que se culmina na vida/obra do comunicado. Todavia, o enredo se desenvolve de forma fragmentada, com excesso de informações e tombamentos. Há alas 3 para o 4 (universo da miséria) e as alas que perdem para desenvolvimento da comunicação [ilegível]. Continuação Beija-Flor: são seguidas pelas alas 15/16 sobre os painéis gastronômicos/etílicos de Boni, depois pelas alas 17 a 20 sobre a paixão deste por cinema. A ala 21 fala sobre a origem espanhola do homenageado. Existe uma enorme dificuldade de "convicção" entre essas alas. Quando a escola parece enredar para vida e obra de Boni (ala 23/28)torna-se um "inviável" entre ela disposto "duplo enredo"(-0,2) Realização: O reposicionamento da ala 12 (telefone), no complicado sobre 3, ao quando agrupa a "Dolce Vita", rompe a ordem cronológica das alas 14/15 (3º setor) Mídia - Acto privata Romana. Isso não concorre por dificultar a compreensão do enredo X (-0,1)André Luís da Silva Junior
baixaConcepção: 4,8. Utilizando a história da comunicação, a escola homenageia o BNI, figura ímpar em nosso país. No entanto, a homenagem resulta num desenvolvimento muitas vezes confuso, agrupando "sanções" e subtemas que acabam por comprometer tanto o entendimento acerca da história da comunicação como da vida do homenageado. As alas 15 a 16 (vinho e requinte da gastronomia), embora apresentem aspectos da personalidade do BNI, em nada contribuem para o melhor entendimento de sua história midiática associada à comunicação e, ainda que o enredo não se pretenda cronológico, parece haver uma incoerência na roteirização do [continua na p.5] enredo. Realização: 5,0.Johnny Soares
baixaConcepção: 5.0 — Densa[?] e Temática rica e propositiva, instituindo-se a [valorização] do público mais [...] dos descobertas históricas nos carrega um dos anos da [riqueza] das alas em comparação ao tema a "evolução da comunicação". Justificativa. (continuação) na ala [Verbo?] a leitura da ala 16 "Cabaré" apresenta-se sem clareza, onde a ala na tribuna não faz menção marcando uma interpretação confusa no setor 6 a leitura da ala 27 "A Transmissão do Rádio da Mundo" fica imprecisa, pois a fantasia apenas representa o pode/Roberto [...] ao [...] nada fazendo alusão ao rádio.Mariza Soares Cardoso Maline
ilegível= Concepção = 4,9
Argumento interessante e [ilegível] sobre [ilegível] da [?] [ilegível] das sátiras [ilegível] [?] pessoas do Sr. Pano mas alas nº 15 "Tribos" em [ilegível] e [ilegível] [ilegível] [?] e nº 16 "Reposta da [ilegível] Abertos Trunal" por o contraste das três tribos que se chamavam [?] que demonstram a história de [ilegível] esses na ala [ilegível] principal (-0,1)
= Realização = 4,9
Enredo desenvolvido com apoio na estética representativa proposta cuja parte falta de identificação plástica das alas nº 28 e 9º "[ilegível]" demonstra [ilegível] na [ilegível] do mesmo... * Continua [ilegível]Pérsio Gomyde Brasil
Evolução
baixa[ilegível] a fluência, a escola [ilegível] [ilegível] perde [ilegível] não conseguiu no conjunto. Com 10. 9,9Carlos Pousa
baixaEscola com vigor e belo desfile. No entanto, aos 4', a ala 14 demorou por tempo [demasiado?] frente à cabine, fizeram um [desfile mínimo?] que ao [continuar?] de novo ao andar e se desloca[ram], os tempo[s] disparando acabaram [influenciando?] no final do desfile [pros gestos arrítimicos] e andamento das ações coreográficas a partir dos 8'.Paola Novaes
Fantasia
baixaAla de [responsável?] foi sido concentrada em apenas uma ala para ambos tem concepção parecida. Alas de nº 22, 23 e 29 - ala de pouca criatividade de difícil identificação mesmo com o uso de legenda (no caso da palavra TEXTO, no caso da ala 29)Ana Clívia Cohen Pereira
ilegívelCONCEPÇÃO
ALA 12 - A MELHOR DAS POUCO VIÁVEL E ELA NÃO POSSE [?] QUE HOUVE UMA TROCA NA QUE [ilegível]
ALA 32 - NÃO HAVIA NADA [ilegível] O QUE MELHOR NA RIGIDEZ O ENTENDIMENTO DESTA FANTASIA
REALIZAÇÃO
ALA 16 - VÁRIOS CHAPÉUS CAÍRAM [?] DO
ALA 32 - SE NÃO NA RIGIDEZ O RESTO COM POUCO CONTRASTE DIFICULTOU A COMPREENSÃO
ALA 24 - NÃO É UMA FANTASIA [ilegível] DIVIDIDAS NA ALTURA [ilegível]Lúcia Simas
médiaCONCEPÇÃO: 4,9. ALA 10, 11, 12, 13 e 14 → Alas de difícil leitura, a concepção das fantasias não transmitiram de forma clara a proposta original. Essas mesmas alas passaram com a ordem trocada dificultando o entendimento. ALA 15 e 16 → Pouco criativas e com elementos de representação óbvia. REALIZAÇÃO: 5,0Patrícia Nunes
baixaConceito: * Abr 17, 19, 23, 28, 29, 32 a difícil leitura, fantasias não transmitiram a sua proposta original. * Abr 6 e [ilegível] e os elementos em alguns desses se [ilegível] e dificultaram a sua leitura e entendimento.Paulo Paradela
Harmonia
baixaA escolha da Tonalidade inadequada na execução do samba enredo pelos puxadores e no entendimento melódico da passagem "viajam no Tempo" "encontram a anil" e "livelos na mesma inadequada". Essa poderia ter sido amenizada se o samba fosse executado pelo menos meio Tom acima.Monique Aragão
baixaEmbora tenha apresentado entrosamento entre os intérpretes e os instrumentistas, a escola não conseguiu manter a uniformidade entre o canto dos componentes. Algumas alas demonstravam pouca vibração e oscilação no canto durante o refrão em detrimento das outras partes do Samba. Segue as alas penalizadas e seus respectivos tempos: Ala 7 (24), 13 (22), 18 (28), 26 (50). Penalização: (-2)Sidnei Martins Dantas
Mestre Sala e Porta Bandeira
baixaDurante o [bailado?], no [trecho?] [representativo?] [ao?] vôo de um [beija?]-flor, o mestre-sala [apoderou-se?] de um passo de dança [conhecido?] como "atitudes [arabescos?]", onde a [executante?] [estica?] uma perna, [mantendo?] para trás, [transferindo?] o peso ao [corpo?]. A [execução?] deste [movimento?] não se deu de forma [sofisticada?] e a [conferência?] de sua [chevron?] [causou?] [impressão?] de [peso?], [comprometendo?] a [evolução?] do casal. (-0.1)Beatriz Badejo
baixa1) Não ficou claro o exercício da apaixonação submetido pelo fato do casal feito postado a frente da B.P. 2) O espaço cênico cedido pela escola limitou o campo de dança às casas, [ilegível] a ampla evolução do bailado. 3) O julgador, em dado momento, teve sua visão obstruída por uns elementos da comissão de frente. (continua) (Continuação - Beija Flor) Este fato - a obstrução da visão - repetiu-se durante a utilização de pirito especial (fumaça) que escondeu o casal. É impossível ao julgador não utilizar esses itens como causa de penalização.Tito Canha
Samba Enredo
médiaLETRA: O samba que tem a comunicação como um de seus temas centrais falhou justamente na comunicação com o público, e o verso "erguer a torre de Babel" parece sintetizar essa dificuldade. Na primeira estrofe há desconexão entre os versos, o verso "um lado a comunicar, o outro comunicou" (que é uma referência à relação entre a internet e outros veículos de comunicação) só é compreensível para quem lê a página 280 do abre-alas. Soa forçada a rima dos versos finais do refrão principal: "Vem, a festa é sua, a festa é nossa, de quem quiser / mostra que babado é esse de samba no pé". (-0,4)Alexandre Augusto Ribeiro Wanderley
baixaFalta cuidado à letra que deveria a questão da comunicação aludir à TV, e mais especificamente à TV Globo, e não por referência a outros aspectos da comunicação tais como telégrafo, jornal, telefone, cinema e outros escritos e visuais de tempos antigos. Apresenta trechos questionáveis tais como: "senhor doido por uma verdade", "um lado a comunicar" e outro enunciado "; "deus deseja divino, divino deseja que leva"; "mostra que [ilegível] (continuação Beija-Flor) "mestre que [ilegível] é rei do samba né" (-0,2)Alice Serrano
baixaLetra: Mesmo como explica a [?], que a Torre de Babel falta explica a diversidade de [?] a marcha como foi [?] me [?] [ilegível] aqui gente [?] [continua adiante]. [Continuação Beija-Flor:] ... comprometeu a clareza da [?] [ilegível]. A letra [?] como [?] [ilegível] alguns momentos poética para violência da diferença de [?]. El? Um Babel a comunicação / a outra comunicação (?). Por que será o reverso desta [?] [ilegível]: 'Lira [?] divino / [?] divino me leva'. Parece que faltou criatividade. Tipo (-1). A [?] da Torre alongou a fala [ilegível] de versos da [?] [ilegível] [ilegível] e a [?] [?] [?] a fala de [ilegível] [ilegível] em ritmo [?] [ilegível] e [?] do [?] sobre a [?] da Comunicação que [?] foi mais [?] na letra. Tipo (-1). Melodia: Os refrões são fracos e os desenhos melódicos são monótonos. Tipo (-1). Algumas notas ficaram com um som desarmônico. (o 4º [?] da 1ª estrofe '... Eu sou ...'. O último [?] comprometeu com a interferência do 1º [?] [ilegível] 'Babel'. Ficou com um som desarmônico. Tipo (-1).Maria Amélia Martins
baixaLETRA: Verso 2 da 1ª estrofe ("sonhar... sonhador") é comum, não acrescentando nada à poesia da letra. Verso 6 e 11 da 2ª ("leva desejo... me leva") não tem sentido na estrofe. A repetição das palavras tem função meramente ... do verso 3 e 4 do refrão do meio têm estruturação pobres, comprometendo a poesia da letra ("um amor comunhão"). Estão deslocados no samba, deixando o verso comum sem beleza poética. Enredo de um modo forçado e esteticamente pobre. A letra, como um todo, carece de tratamento poético e estético. LETRA: -0,3. MELODIA: A melodia é previsível, sem grandes contornos melódicos ou desenho. É pouco original. MELODIA: -0,1Marta Macedo
Transcrição best-effort marcada por confiança. PDF original em Notas originais.