Grupo Especial · 2012
Portela
Bahia: E o Povo na Rua Cantando... É Feito Uma Reza, Um Ritual
Profissionais
Carnavalesco
Paulo Menezes
Coreógrafo de Comissão de Frente
Márcio Moura
Mestre-sala
Diogo Conceição (Diogo Fran)
Mestre-sala
Jeferson Souza
Mestre-sala
Rogerinho Dornelles
Porta-bandeira
Jeanne Conceição
Porta-bandeira
Kátia Paz
Porta-bandeira
Lucinha Nobre
Mestre de Bateria
Nilo Sérgio
Compositor
André do Posto 7
Compositor
Luiz Carlos Máximo
Compositor
Naldo
Compositor
Toninho Nascimento
Compositor
Wanderley Monteiro
Intérprete
Gilsinho
Diretor de Carnaval
Alex Fab
Diretor de Carnaval
Júnior Escafura
Diretor de Harmonia
Marcelo Jacob
Boletim por quesito
Notas dos 4 jurados; a menor é descartada (riscada) e o subtotal soma as 3 válidas.
Total: 267,4 de 270,0
Diferença para a campeã, por quesito
Décimos que a campeã (Unidos da Tijuca) fez a mais que Portela em cada quesito.
Alegoria
+8,0
Comissão de Frente
+4,0
Bateria
+4,0
Fantasia
+3,0
Harmonia
+3,0
Enredo
+2,0
Evolução
+1,0
Mestre Sala e Porta Bandeira
+0,0
Samba Enredo
+0,0
Verde = a campeã pontuou mais naquele quesito; vermelho = este desfile pontuou mais ali.
Descontos justificados
24 apontamentos transcritos dos cadernos da LIESA.
Alegoria
médiaAs alegorias possuíam formas simples e de comunicação rápida, porém muitas falhas na realização foram observadas. Falta de cuidado por exemplo, com o tripé 03 que estava muito mal elaborado. Na AL [02] as fontes não funcionaram. Falta de proporção nos volumes destaque x esculturas. O modelo artístico de fraco apelo visual de pouca criatividade em todas as alegorias.Bruno Chateaubriand
médiaCONCEPÇÃO: A proposta do enredo foi apresentada de forma apenas correta sem muito compromisso para um tema bastante familiar. Faltou também impactar com as alegorias que não contribuíram para maior interação com o público. Apresentou falha de iluminação no carro nº 06.Emil Ferreira
baixaRealização: apresentaram carros com soluções plásticas pobre em materiais e pintura. Carro 4: muito simples com elementos tortos e a parte traseira apagada. Carro 3: proporção da abre-alas está pequena para o tamanho do carro e é escondida pelos destaques, carro 5: a solução plástica boa e ligação [?] mas funciona bem, corda pequena e carro escondido. Carro 6: sem iluminação que realça os detalhes e as boas esculturas apresentadas, carro 7: falha no cisne de cabeça do águia.Helenise Guimarães
baixaNa concepção do conjunto alegórico, a criatividade foi comprometida quando se criou uma sequência de alegorias com a mesma volumetria, formas e proporções (alegorias 03,04 e 05), o que causou monotonia no desfile. Observou-se na realização das alegorias uma alternância de acabamentos e impactos visuais bons e ruins. Ex: as primeiras alegorias comparadas ao tripé "A casa e seus dois" [?]. O projeto luminotécnico da alegoria 03 não funcionou, prejudicando a valorização das cores, tão necessária à ideia da festa de São João. Observou-se também a falta do ponto [?] divino (Espírito Santo), em uma das colunas laterais da alegoria 01.Walber Ângelo de Freitas
Bateria
altaFaltou criatividade.Cláudio Luiz Matheus
baixaAproximadamente entre 3 a 4 minutos aconteceu um desencontro entre os repetidos dos tamborins com a levada de caixa embolando o som (a diафrágma da matéria andou muito rápido cruzando com [o] distanciamento entre os naipes). -0,1
Falta de definição na levada do naipe de caixas prejudicando a sonoridade da sustentação rítmica da escola. -0,2Leandro Osíris de Castro e Souza
média- Faltou peso às caixas - 0,1
- Faltou definição sonora e "peso" às 1es e 2es - 0,1
- Desencontro rítmico da seção final da bateria (caixas, repiques e marcações) aos 68 min - 0,1Xande Figueiredo
Comissão de Frente
baixaA peixa é marcado por uma cadência de movimentos de grande beleza, mas quando os orixás se juntam, as filhas de santo ao Exú e ao bailarino-xã a movimentação fica um pouco poluída (-0,1) (-0,1) pela indumentária do Exú. Não me soube esse através do Abre-Alas que se tratava de um Exú, não saberia que Ele estava sendo representado na comissão de frente.Fabiana Valor
médiaParabénsMarcus Nery Magalhães do Vabo
médiaMárcio Moura apresenta-nos uma concepção interessante, mas pecou por [não] ter ido mais fundo na sua proposta coreográfica, que ele apenas insinua. O pequeno vocabulário de movimentos, o uso de clichês coreográficos e a heterogeneidade técnica dos dançarinos devido a maturidade e formações diversas, [não] permitiram que a sua proposta final alcançasse um todo orgânico. Ressalte-se o surgimento da personagem "Clara Nunes" como um excelente ponto de partida final. Falhas no acabamento da alegoria principal.Paulo César Vidal Morato
baixaConcepção / Indumentária: pequena falha na concepção da indumentária [ilegível], pois que o chapéu ou descaracteriza como durante a apresentação do grupo. Em frente ao módulo de julgamento (-0,1). Apresentação / Realização: faltou ainda na movimentação parte do conjunto que estava muito da frente do palco, ou que apenas ou amadureço de mais módulo que ou trabalho se aprofundou no interior pela conclusão. Preocupante de me integralizar ou prestigiar da coreografia ou dança em execução (-0,1).Raphael David
Enredo
baixaConcepção (5,0). Realização (4,9): Na alegoria 07 desfilando triunfal sobre o altar de armar-vê [ilegível] os elementos mais significativos para romper a plasticidade da alegoria que [ilegível] com os [ilegível] da Bahia e também na alegoria 9, [ilegível] e [ilegível] os elementos cenográficos não se [ilegível] [ilegível]. Total: 9,9Flávio Freire Xavier
baixaEnredo bem estruturado, [?] de maneira clara, e fácil de [?] entender, em algumas [?] [?] amarram-se [?] em criatividade, em consonância [?] algumas poéticas [?] algumas como "O Tupi [?] [?] [?] Base é sua Dois Dois"Mariza Soares Cardoso Maline
baixa= Realização =
A emocionante viagem que a Rainha Quimera realizou às festas populares da Bahia foi prejudicada pela [proximidade?] dos setores plásticos, tanto que ligados ao Tripé nº03 "A casa d'oxá Dois Dois" no alegoria nº04 [?] hoje é o aniversário de são [?] do 7º setor [?] os [?] no [desfilamento?] de festejos tão belos e significativos da cultura humana (-0,1)Pérsio Gomyde Brasil
Evolução
baixaDesfile correto. A Portela teve falha na [evolução] na passagem dos [alas] [?], [onde] [ficaram] paradas dos 37 aos 41 minutos do desfile em frente à cabine. Na comparação [retiro?] um [décimo] na [evolução] que [vai] à nota 9.8. Portanto, 9.8Carlos Pousa
baixaDepois de um início empolgante a escola [esmoreceu] após a entrada da bateria no recuo.Luiz Eduardo Resende
Fantasia
médiaUso intenso de materiais em cores cítricas com grande tendo a harmonia visual das alas em geral. Ala 25, acabamento das cabeças laranjas principalmente nos olhos fez com que muitas ficassem muito diferentes umas das outra.Clivia Cohen
médiaVárias alas, muitas (!!!) com fantasias de compreensão difícil ou impossível. Devemos lembrar sempre do caráter popular desta festa. As fantasias devem ser de possível compreensão por parte do público. Uso simbólico de cores dos Orixás muitas vezes confuso ou equivocado. Ala 25 - mal acabamento e conceito. Elogios às alas 30 e 32 belas fantasias.Marcelo Marques
baixaREALIZAÇÃO: * Alas 05 e 24 -> [costas?] [perdidas?], vários componentes [segurando?] a [cabeça?] da fantasia [por?] [não?] [conseguirem?] a mover. * Ala 33 -> componentes [segurando?] a [cabeça?] da fantasia [e?] [costura?] [perdidas?] ou [danificadas?].Paulo Paradela
baixaala 32 cabeças grandes que dificultavam a evolução 4.9 / 5 / [?]Sueli Stambowsky
Harmonia
médiaA escola não manteve o andamento do canto durante todo o desfile. A vibração ficou mais evidente no início do desfile, mas não foi sustentada até o final. Alas prejudicadas: nº 05, 06, 13 e 29Célia Souto
baixaA tonalidade mantida e o ritmo muito bem entrosados e na perfeita igualdade pela totalidade de canto pelos componentes da Escola a sua Harmonia foi prejudicada pela ausência do canto nas Alas Nº: 18-23-24 e 26 ocorrido aos: 33,41,45 e 47 minutos da sua Harmonia em desfile.Nilton Rodrigues
médiaA escola manteve a tonalidade e constância entre os interpretes e a instrumentação. Entretanto em algumas alas observou-se problema de sonoridade no canto. Os componentes demonstraram pouco vigor e qualidade e intensidade causando assim comprometimento na harmonia. Segue as alas penalizadas e os respectivos tempos de desfile: Alas 14(0:44), 24(0:51), 25(0:53), 26(0:57), 29(0:55) e 36(0:56). Penalização = - (0,2)Sidnei Martins Dantas
médiaA fluência do canto foi quebrada em algumas alas, enfraquecendo a uniformidade do canto, contrastando com os bons momentos da escola, quando se apresentava diante do módulo 4. Seguem abaixo as alas citadas no momento específico: Ala 8 (37m), Ala 17 (49m), Ala 22 (53m) e Ala 24 (56m). -0,1Simone Leitão
Transcrição best-effort marcada por confiança. PDF original em Notas originais.